Egito

Egito com a EGP: meu roteiro de viagem com a EGP viagens

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Agora que você já leu o guia completo para sua viagem ao Egito (caso não tenha lido, volte uma casa), chegou a hora de compartilhar os detalhes sobre o meu roteiro de viagem completo, organizado e executado pela EGP Viagens.

A partir da minha experiência própria, pude confirmar que a EGP é confiável, uma agência de credibilidade no mercado. Especializada em roteiros para países exóticos e que “fogem do óbvio”, tem como carro chefe os pacotes e roteiros de viagens personalizadas para o Egito.

Minha viagem para o Egito aconteceu na segunda quinzena de 2022, portanto, escrevo esse post na semana seguinte ao meu retorno.

Acho muito importante escrever sobre a viagem assim que volto, pois além de tudo estar fresquinho na memória, consigo avaliar de forma fidedigna os serviços prestados, a qualidade do suporte e do atendimento oferecidos pela EGP viagens.

Egito é um país caro para viajar?

Não, Egito não é considerado um país caro para viajar. Inclusive, considerando que a moeda local – libra egípcia – vale menos que o real, é muito comum ver o Egito nas listas de países considerados baratos para viajar.

Porém, pela experiência que tenho com viagens internacionais, não gosto dessa expressão “país caro ou país barato”, pois se você não entender exatamente a “essência da coisa”, poderá ser facilmente induzido a erro.

Quando falamos que determinado país é caro ou barato, temos por base o custo de vida médio no local. Existe até mesmo um “índice BIG MAC” que calcula o custo de vida no país a partir do preço do lanche.

Eu prefiro classificar uma viagem por padrões. Você precisa definir o padrão da viagem primeiro e depois avaliar o custo, concluindo se é um bom custo-benefício ou não.

Em outras palavras, não é certo comparar uma viagem low cost para Paris, com uma viagem de luxo/alto padrão para o Egito, pois assim você pode pensar que Egito é caro. Sei que parece muito óbvio o que eu estou dizendo, mas vejo muita gente falar de caro ou barato sem explicar como seria o padrão dessa viagem.

Até Maldivas pode ser um destino caro ou barato… Tudo depende das experiências que você vai ter na sua viagem, onde você vai se hospedar, o que você vai comer… Não se enganem viajantes! Tudo depende do que você deseja!

Em linhas gerais, posso dizer que o custo de vida no Egito é baixo comparado ao Brasil; que sua moeda é mais fraca do que o real; que o salário mínimo no país é muito baixo. Esses fatores fazem com que Egito não seja um país caro para viajar. Mas isso não significa que uma viagem para o Egito necessariamente vai custar pouco, pois a depender das escolhas, evidente que o custo vai aumentar.

Exemplo: você pode viajar para o Egito gastando 10 dólares ou menos em uma refeição, ou pode gastar 150 dólares… E aí se eu viro para alguém e digo que, supostamente, a conta de determinado jantar no Egito ficou 150 dólares, a pessoa, analisando apenas essa informação, pode imaginar que o destino é caro.

Quem prioriza viagens na categoria A (luxo), tem que estar ciente que isso tem um preço. Hotéis de alto padrão no Egito (e aqui não se atenha à mera definição “5 estrelas”, porque no Egito há muitos hotéis 5 estrelas de qualidade ruim) vão custar R$ 1.000,00, 2.000,00, 3.000… a diária, conforme a categoria, rede, local. Nesse caso, é adequado dizer que uma viagem de luxo para Egito tende a custar menos que uma viagem de luxo para destinos considerados “caros” (Suíça, Londres, Paris, Noruega, etc…), mas não dá para dizer que será uma “pechincha” e querer um super luxo gastando pouco.

Eu sei que cada leitor tem seu padrão de viagem e um orçamento diferente, mas temos que diferenciar as situações antes de decidir viajar ou não para determinado destino.

O importante é pesquisar e entender a qualidade e padrão dos hotéis (principalmente). Enquanto na Suíça um hotel 3 estrelas equivale a 4 estrelas em outros países, no Egito alguns hotéis 5 estrelas equivalem a 3 ou 4. Portanto, não se empolgue com preços de hotéis muito baratos, a menos que você esteja ciente que a qualidade pode não atingir suas expectativas.

Resumindo: Egito não é um país caro, mas para ter uma viagem confortável, pesquise bem as opções oferecidas e não se deixe levar apenas pelo valor anunciado (principalmente para hotéis) – avalie bem os benefícios reais das suas escolhas, pois é comum ver no Egito o uso da expressão “luxo” para serviços que, criteriosamente falando, não se enquadram nessa categoria.

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Complexo de Gizé

Por que contratar os serviços da EGP Viagens

Apesar de já ter experiência organizando e planejando minhas próprias viagens, quando decidi que Egito seria o próximo destino, optei por contar com o auxílio de uma agência de viagens de confiança.

Por mais que você tenha o costume de planejar suas próprias viagens, Egito é um país com peculiaridades, regras e costumes bem diferentes dos nossos. Isso significa dizer, que a pessoa que opta por viajar para o Egito por conta própria, pode se deparar com problemas pelo caminho ou situações, no mínimo, desconfortáveis.

Para exemplificar, vou citar alguns costumes e regras do país, que se diferenciam do Brasil, mas que o suporte de uma agência pode facilitar a vida do turista:

Diferentemente da maioria dos países para onde o brasileiro costuma viajar, no Egito, o turista não pode alugar um carro e fazer uma road trip para desbravar o país. Muitas estradas não são liberadas para trânsito de motoristas visitantes, a exemplo da estrada que liga Aswan ao Templo de Abu Simbel (você só chega até lá com tour, motorista e guia, ou avião).

E ainda que você decidisse pesquisar e, eventualmente, encontrasse estradas por onde seria permitido dirigir, preciso lembrar sobre o trânsito “peculiar” no país: principalmente no Cairo, o trânsito é tão caótico, que você simplesmente não entende como as pessoas conseguem dirigir ali. Sinceramente? Se me dessem um carro para dirigir no Cairo, eu não saberia nem por onde começar, pois lá, literalmente, não existem regras de trânsito, e a comunicação entre os motoristas é feita através das buzinas. Uma loucura!

O transporte público também não é dos melhores, e Uber só está disponível no Cairo (considerando o meu roteiro – claro que não posso dizer sobre o país todo, mas dentre as cidades pelas quais passei, somente o Cairo oferecia o serviço). A opção táxi existe, mas é sempre um teste de disposição e paciência negociar valores antes de embarcar (tudo no Egito precisa barganhar e se você está sozinho, imagino que essa missão se tornará ainda mais exaustiva).

O Egito é um país de gorjetas (não viaje sem antes pesquisar como funciona). Trata-se de um costume, uma verdadeira tradição. Quando você viaja por conta própria, provavelmente a tendência é ficar “perdido” ao definir para quais prestadores de serviço a gorjeta é devida, e quanto deve ser dado a cada pessoa.

Se você conta com o suporte de uma agência, a própria agência combina com você um valor a ser dado a título de gorjeta (no nosso caso foi combinado 100 dólares para o casal), e o seu receptivo fará a distribuição desse valor durante sua viagem. Isso torna a sua viagem mais cômoda, além da vantagem de te exonerar de sempre manter dinheiro trocado na carteira. Inclusive, fui orientada a informar o guia imediatamente caso algum funcionário me pedisse ou induzisse dar a ele mais gorjeta durante a viagem, pois o receptivo se encarregaria de resolver a situação.

Uma vez ou outra senti que o prestador do serviço esperava por algo a mais (o que é normal se analisarmos a cultura do país) e, por decisão própria, optei por dar uma gratificação extra: a pessoa ficou super feliz e eu me senti bem também. Mas isso foi uma opção minha, sem constrangimentos, sem neuras (se você estiver com o dinheiro contado, basta informar que a gorjeta já está com o guia e depois avisar o guia sobre a situação ocorrida).

Já ouvi muita gente reclamando sobre isso, dizendo como essa cultura e dever moral da gorjeta, a todo tempo, incomoda. Porém, pela minha experiência, percebi que tudo é uma questão de organização. Combinamos que o nosso receptivo ficaria responsável por distribuir as gorjetas para os serviços em geral, e eu fiquei responsável apenas pela gorjeta dos guias, que são as pessoas que acompanham nos passeios, dando todas as explicações históricas sobre o local (e, nesse caso, você é livre para dar o valor de gorjeta que entender adequado).

Eu poderia me delongar e citar outros exemplos de situações existentes no Egito e que justificam contratar o serviço de agência e guia (como a abordagem insistente dos vendedores ambulantes ou mesmo o idioma árabe, que dificulta a comunicação), mas, para resumir, ressalto que a tradição no país é receber turistas que chegam com a assistência de sua agência e guia.

Em outras palavras, culturalmente, o Egito não facilita as coisas para quem opta por viajar por conta própria. Você pode arriscar? Pode sim, pois não é proibido, mas esteja ciente que podem surgir grandes perrengues pelo caminho.

Tendo a certeza que contratar o suporte de uma agência seria a melhor escolha, decidi que fechar com a EGP seria a melhor decisão para o estilo e padrão de viagem que eu tinha em mente.

E para que a sua viagem seja tão especial e proveitosa como foi a minha, consegui 5% de desconto com a EGP Viagens para seguidores MV no Instagram (@maladeviagem) ou leitores do blog que fecharem qualquer opção de pacote de viagem ao Egito, incluindo roteiros personalizados e também a opção do meu roteiro, chamado de “Roteiro MV Inspira”. Você pode solicitar uma cotação com a EGP e informar que deseja usar o cupom de desconto ANNA5.

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Templo de Hatshepsut

A fase de planejamento para minha viagem ao Egito

Quando eu organizo uma viagem por conta própria, sem auxílio de agência de viagens, começo os preparativos com antecedência, pois sei que tudo vai depender de mim.

A partir do momento que eu decidi que o planejamento e a execução da minha viagem ficaria a cargo da EGP, eu pude relaxar e focar em outras coisas. E tenho que confessar que meu sonho de princesa era ter uma EGP na minha vida para todas as viagens que eu fizesse! “A comodidade de milhões” rsrs…

Eu já tinha comprado as passagens, então o meu “pacote” foi apenas para parte terrestre da viagem. Todavia, você pode optar por fechar um pacote com o aéreo incluso também. Isso ficará ao seu critério.

Com o voo de ida e volta comprados, as datas já estavam definidas. O próximo passo foi conversar com a EGP como seria o padrão da minha viagem: grupo ou privativo.

Eu defini que queria um roteiro privativo e personalizado. É um luxo extra que vale a pena numa viagem ao Egito, pois, como eu expliquei no primeiro tópico desse artigo, estamos falando de um país que está na lista dos destinos onde o real vale mais. Trata-se de uma viagem com bom custo-benefício.

Nesse momento, você vai definir se deseja um pacote fechado (padrão básico) ou um roteiro feito especialmente pra você, dentro das suas necessidades e interesses. Se você tiver essa possibilidade de investimento, recomendo escolher a segunda opção, solicitando um roteiro personalizado e uma viagem privativa.

Na opção de pacote de viagem não privativo, além de aderir a um roteiro pré-montado, os passeios são feitos em grupo. É a melhor opção para quem busca uma viagem na categoria low cost, abrindo mão do conforto ou do luxo, em prol do custo/gasto.

Nessa opção, o viajante precisará viajar de mente aberta, pois nem sempre tudo será da forma como você idealizou, já que estamos falando de uma viagem que não foi planejada especialmente pra você, mas sim com o objetivo de proporcionar boas experiências no Egito, com redução de custos.

Por outro lado, na opção de roteiro personalizado e viagem privativa, o cliente tem controle sobre a viagem, podendo solicitar as alterações, substituições ou inclusões que entender necessário. Vou dar um exemplo:

Na opção de pacote padrão e viagem em grupo, se determinado passeio está no roteiro, você não tem a opção de alterá-lo, a menos que o grupo todo concorde e que haja tal possibilidade. Então, vamos supor que está previsto no roteiro que após visitar as pirâmides, será o momento para ir a uma fábrica de algodão egípcio (loja). Nesse caso, você não tem a escolha de dizer que está cansado e quer ir para o hotel. Ao contrário acontece na opção de roteiro personalizado e guia privativo, que te dá liberdade para solicitar alterações.

Bom, considerando o custo-benefício, optei por uma viagem ao Egito feita sob medida para as minhas expectativas, incluindo as cidades e passeios que considerei indispensáveis e excluindo outros passeios que não fizeram “meus olhos brilharem”.

A última fase do planejamento foi o roteiro em si. Embora eu tenha delegado toda a organização e o planejamento da viagem à EGP, a verdade é que, se eu optei por uma viagem personalizada, eu teria que estudar um pouco sobre o destino para explicar à agência o que era importante pra mim.

O Egito é um país de muitas opções e, como sempre, escolhas são necessárias, abrindo mão de alguns passeios para incluir outros. Após pesquisar um pouco sobre as minhas opções, eu achei que seria interessante fazer um roteiro que incluísse Cairo, Cruzeiro pelo Nilo e Mar Vermelho. Foi um roteiro bem semelhante aos roteiros padrões dos grupos de viagem, com a diferença que eu escolhi hotéis melhores para me hospedar e pude contar com guias e motoristas privativos durante toda a viagem.

Definido isso, a própria EGP se encarregou de me sugerir um roteiro incluindo o que eu pedi e me apresentou poucos dias depois, para que eu pudesse analisar e sugerir alterações antes de aprovar.

Em todas as etapas do planejamento eu recebi assistência e ótimo atendimento, incluindo contato via WhatsApp, que para minha rotina corrida é a melhor opção.

O roteiro final da viagem ao Egito

Minha viagem totalizou 13 noites no Egito, que é 1 noite a mais do que a maioria das pessoas costumam fazer.

Considerando a duração da viagem, que é um tempo razoável para conhecer as atrações principais do país, eu defini que gostaria de incluir Cairo, Cruzeiro pelo Nilo e Mar Vermelho.

A EGP me apresentou um roteiro dentro do que eu solicitei, acrescentando experiências de viagem como voo de balão no Vale dos Reis em Luxor, passeio opcional para o Templo de Abu Simbel, visita à ilha de Orange Bay em Hurghada e safari pelo deserto. Todos os passeios com guia e motorista privativos.

O roteiro me surpreendeu, principalmente em relação ao serviço de guia e motorista privativo. Realmente isso faz um grande diferencial na viagem.

No final, definimos o seguinte roteiro:

  • Chegada no Cairo 23h, com receptivo e tour para o hotel.
  • Dia 1 – Cairo: visita ao complexo de Gizé pela manhã e opção de incluir Mênfis e Saqqara na parta da tarde (eu optei por incluir).
  • Dia 2 – traslado: voo do Cairo para Aswan, final do dia livre em Aswan e pernoite em Aswan.
  • Dias 3, 4, 5 e 6 – Cruzeiro pelo Rio Nilo: 3 pernoites no navio, refeições inclusas (bebidas à parte) + passeios, visitas aos templos, voo de balão no nascer do sol do dia 6.
  • Dias 7, 8, 9 e 10 – Mar Vermelho: Hurghada e El Gouna + passeio à ilha de Orange Bay (o safari pelo deserto eu optei por retirar do roteiro, pois queria ter mais tempo para curtir o hotel em El Gouna).
  • Dias 11, 12 e 13 – Cairo: city tour + museus + igrejas + mesquita + mercado Khan Khalili. Retorno para o Brasil no dia 13.

Para te tranquilizar, já adianto que teremos post aqui no Blog MV para cada etapa da viagem, com detalhes do roteiro e observações sobre os passeios. Por enquanto o objetivo é apenas te informar sobre qual foi o meu roteiro em linhas gerais e como foi o suporte e atendimento da EGP viagens.

Todo o roteiro foi executado na íntegra e as mudanças que aconteceram no curso do caminho foram solicitações minhas, como a opção por não fazer o passeio de safari pelo deserto em prol de curtir mais o hotel em El Gouna, que era fantástico!

As condições climáticas fizeram com que dois passeios fossem cancelados: não consegui fazer o passeio de balão sobre o Vale dos Reis, tampouco o passeio de barco para a ilha de Orange Bay. Infelizmente um passeio era na sequência do outro (um numa manhã e o outro na manhã seguinte) e o vento estava muito forte.

Assim como na Turquia, os voos de balão em Luxor são controlados pelo governo do país e se a condição climática não está favorável, a permissão para voar não acontece. Na hora fiquei chateada por não conseguir fazer os passeios, mas no final eu agradeci por saber que existe esse controle de segurança e que a vida e integridade das pessoas não é colocada em risco.

*Quando algum passeio não pode ser realizado em decorrência das condições climáticas, o dinheiro pago é devolvido ao turista.

O que eu deixei de fora:

Além do safari no deserto em Hurghada (que estava previsto no primeiro roteiro que a EGP me apresentou), optei por não fazer o tour bate-volta para Alexandria, a partir do Cairo. Haveria essa possibilidade, mas, ao meu ver, seria um passeio cansativo (tirei minhas próprias conclusões após ouvir o relato de alguns amigos que fizeram o bate-volta). Esse foi um dos passeios que “não fez os meus olhos brilharem”, por isso não quis fazer.

Em substituição, optei por ficar um dia a mais no Cairo e visitar o bairro Copta, a Mesquita de Alabastro e a Torre do Cairo. Cairo é uma cidade caótica? Sim! Porém, tem muitas atrações interessantes para visitar. Vale a pena reservar 3 dias da sua viagem para o Cairo (incluindo Gizé e Mênfis, que fica perto).

Também havia a possibilidade de diminuir um dia no Mar Vermelho e incluir um passeio de bate-volta para Port Said, que fica na costa do mar Mediterrâneo (entrada do Canal de Suez). Depois de pesquisar ambos os lugares, preferi ficar um dia a mais no Mar Vermelho (foi o meu momento de férias dentro das férias, sabe?). A verdade é que a viagem para o Egito é intensa (no meu caso que viajo produzindo conteúdo o dia todo, mais intensa ainda), então reservar uns 3 dias para relaxar na praia é fundamental!

Em relação às formas de locomoção, no trecho “Cairo – Aswan”, eu tirei o trem e optei pelo avião. Recomendo fortemente essa substituição! O trem demora mais de 12 horas e o trajeto é feito durante a noite. Embora economize uma diária de hotel, lembre-se que são 12 horas de viagem. Se resolver encarar, peça a poltrona-cama.

Eu não fiz o trecho de trem, mas pesquisei sobre ele. O que eu estou dizendo aqui não tem por base minha própria experiência, mas sim minhas pesquisas e por isso conclui que, definitivamente, não valeria a pena para mim.

Os voos internos no Egito não são caros. Para você ter uma ideia, paguei R$ 300 e poucos reais no trecho “Cairo – Aswan” e depois mais ou menos o mesmo valor no trecho “Hurghada – Cairo”, voando com a EgyptAir. Super tranquilo, voos rápidos (entre 1 hora a 1 hora e meia) e preço bom. Pense comigo: a viagem de 12 horas de trem se transformou em 1 hora e meia de avião, e eu ainda cheguei no final da tarde em Aswan para aproveitar o restante do dia e noite.

Como dito, na opção de roteiro personalizado você pode fazer as adaptações que entender pertinentes, bem como alteração de hotéis e formas de locomoção de uma cidade a outra. Avalie as opções e adeque como fizer mais sentido para você.

Outra coisa que você deve observar com atenção na hora de fechar o seu pacote/roteiro, é o que está incluso no valor e o que é sugerido como passeio opcional. Eu, particularmente, gosto de incluir os passeios desejados já nesse momento e assim viajar tranquila, sabendo que a maioria das entradas já estão inclusas. Converse sobre isso na hora de fechar seu pacote e esteja ciente do que está incluso e do que não está.

A maioria das minhas entradas estavam inclusas. Eu lembro que paguei na hora as entradas dos atrativos localizados no Cairo. Durante o cruzeiro pelo Nilo, todos os passeios e entradas já estavam “ok”, exceto o templo de Abu Simbel que eu inclui depois (era um passeio opcional) e a entrada na tumba de Tutankamon no Vale dos Reis, que é um adicional, pago na hora mesmo.

Penso que quanto mais redondinho e completo seu roteiro estiver, melhor será a qualidade da viagem. Eu acho melhor viajar já sabendo que está tudo (ou quase tudo) incluso, ao invés de ir decidindo e contratando passeios durante a viagem, pois isso acaba gerando um descontrole nos custos. Mas é só uma sugestão… Fique livre na hora para escolher um pacote mais simples ou mais completo (mas eu recomendo o mais completo rsrs…).

A EGP fez as alterações solicitadas no roteiro e se encarregou de organizar toda a logística, desde a minha chegada no Egito até o retorno ao Brasil.

A organização da logística pela EGP 

Eu dei meus “pitacos” no roteiro, mas a logística da viagem ficou totalmente a cargo da EGP.

Chegando no aeroporto já tinha uma pessoa nos aguardando com uma plaquinha. Ele nos acompanhou para pegar o visto (no Egito você paga e tira o visto na hora. Custa 25 dólares) e passou conosco pela imigração. É isso mesmo, você não entendeu errado:

No Egito os funcionários das empresas de turismo têm autorização para ingressar no desembarque e esperar o cliente antes de passar pela imigração. Isso ajuda bastante, tanto na agilidade do procedimento quanto na imigração em si. Não sei como é quando você não está com agência, mas no meu caso foi muito tranquilo e nada me for perguntado (eis a imigração mais tranquila de toda a minha história de viajante).

E esse acompanhamento aconteceu durante toda a viagem:

Sempre que nos deslocamos de uma cidade para outra, algum funcionário nos acompanhou, inclusive nos auxiliando com o check-in nos hotéis.

O Egito é bem sistemático quanto a isso. Eu não posso falar com propriedade sobre as leis locais, mas eu sei que quando você faz o check-in no hotel, o estabelecimento tem o conhecimento de qual empresa “está responsável por você” dentro do país. Tudo deve ser comunicado, não como forma de te privar de fazer algo, mas sim como um controle de segurança.

O Egito é um país seguro. Você pode caminhar pelas ruas do Cairo, pegar Uber, táxi, ir jantar. Fizemos isso e os guias confirmaram que não haveria perigo. Então quando eu digo que a “agência é responsável por você”, que quero dar a entender que o local é perigoso, mas sim que existem regras locais sobre isso, incluindo recomendações governamentais para coibir o turismo exercido por pessoas não credenciadas.

Além dos motoristas e guias, tivemos ainda um receptivo geral: essa pessoa que nos recebeu no check-in do primeiro hotel no Cairo e nos passou as diretrizes da viagem, o passo a passo de como seria a execução do nosso roteiro. Ele se chamava Mohamed (nome bem comum no Egito), e eu fiquei com o contato dele de WhatsApp, por onde as informações eram repassadas, como horário de partida, chegada, dúvidas, etc… posso dizer que ele foi o nosso concierge (o nosso receptivo da EGP no Egito), pois quando precisávamos de algo, recorríamos a ele.

Além do receptivo no Egito, que se encarregava de executar o roteiro, eu mantive contato com a agência EGP no Brasil, caso precisasse de alguma alteração. Então funcionou assim: quando eu queria alterar alguma coisa do roteiro (detalhes pequenos, claro), eu solicitava à EGP (contato de WhatsApp no Brasil); quando eu queria alterar algo na execução do roteiro (exemplo: horário de saída), eu falava diretamente com o Mohamed do Egito.

Também percebi a cautela dos guias quando queriam sugerir alguma alteração no planejamento do dia: tudo era feito de forma muito cortês e delicada, deixando a decisão final para mim. Em outras palavras, eu percebi que eles tiveram muita cautela para não parecer que estavam querendo impor algo diferente do combinado.

Inclusive, gostei muito dos nossos guias! Ambos falavam português. O primeiro guia nos acompanhou nos passeios que fizemos no Cairo e o segundo guia nos acompanhou no cruzeiro pelo Nilo e todos os passeios do percurso. No Mar Vermelho não fizemos passeios guiado (teria o de Orange Bay, mas por conta do vento, foi cancelado).

Só tenho elogios a fazer no tocante à execução do roteiro! E eu falava isso com meu marido todos os dias, ressaltando o quanto eles eram organizados, cumprindo muito bem o que estava no planejamento, com pontualidade, cordialidade e simpatia.

E para que a sua viagem seja tão especial e proveitosa como foi a minha, consegui 5% de desconto com a EGP Viagens para seguidores MV no Instagram (@maladeviagem) ou leitores do blog que fecharem qualquer opção de pacote de viagem ao Egito, incluindo roteiros personalizados e também a opção do meu roteiro, chamado de “Roteiro MV Inspira”. Você pode solicitar uma cotação com a EGP e informar que deseja usar o cupom de desconto ANNA5.

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Rio Nilo – Aswan

Quero registrar meus sinceros agradecimentos à EGP viagens, na pessoa do diretor Mohamed Darwich, que oportunizou ao Blog Mala de Viagem uma experiência completa no Egito, possibilitando que todo o conteúdo criado fosse compartilhado com nossos leitores.

*A experiência do Blog MV no Egito veio a partir de um convite da EGP viagens. A despeito disso, descrevo minhas experiências tendo como parâmetro a excelência do serviço prestado, a satisfação com o suporte e atendimento recebidos. Compartilho somente conteúdos que acredito ser de relevância aos leitores, sendo minha opinião totalmente livre e desvinculada de qualquer contraprestação.

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Wanderlust por natureza, no meu tempo livre estou sempre programando uma nova aventura ou experiência, pois acredito que a melhor viagem é sempre a que está por vir!

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