Costa Rica

Roteiro simplificado de 13 dias na Costa Rica, América Central

Pinterest LinkedIn Tumblr

Costa Rica entrou na lista dos países mais desejados para 2021. A proximidade com o Brasil, o ingresso facilitado em seu território, suas belezas naturais e opções incríveis de hotelaria, foram alguns dos motivos que me despertaram interesse para conhecer o país. E agora compartilho com você o meu roteiro simplificado de 13 dias na Costa Rica.

Se você quiser conferir o meu Guia Completo da Costa Rica, clique aqui.

Informações gerais para o seu roteiro pela Costa Rica

Quem vai gostar de conhecer a Costa Rica?

Costa Rica ainda não é um destino muito difundido entre os brasileiros, mas isso está mudando e eu aposto que em breve será um destino tão procurado quanto México, República Dominicana, Colômbia, etc. Inclusive, Costa Rica já faz muito sucesso entre turistas norte-americanos e europeus.

Recomendo o país para quem gosta de “viagem natureza“, pois de natureza exuberante a Costa Rica está cheia! Parques Nacionais, florestas tropicais, florestas nubladas, praias em dois oceanos, águas termais, vulcões, cachoeiras e muita biodiversidade.

Cerca de 25% do território costarriquenho (51.100 km²) representa área de conservação. O país é um dos mais ecologicamente corretos do mundo, abriga 4% de toda a biodiversidade do planeta, busca se tornar o primeiro país “carbon free”, e usa a expressão “Pura Vida” como mantra.

O destino é prato cheio para turistas que querem relaxar em meio à natureza, mas também valorizam boa infraestrutura. Isso mesmo, a Costa Rica ao mesmo tempo que é total “natural vibes”, está muito preparada para receber bem seus turistas, independente da categoria da viagem (baixo, médio ou alto padrão).

Por do sol na Costa Rica

Localização

A Costa Rica fica na América Central, faz fronteira com o Panamá ao sul e com a Nicaragua ao norte. É banhada pelo Oceano Atlântico (Mar do Caribe) ao leste e pelo Oceano Pacífico ao oeste.

O país é cortado por cordilheiras, conhecido por sua biodiversidade e dezenas de vulcões (muitos ativos, inclusive).

Está dividido em 5 regiões: Vale Central, Puntarenas, Planícies do Norte, Guanacaste e Caribe da Costa Rica.

Fuso Horário e como chegar

O fuso da Costa Rica é de 3 horas a menos em relação ao horário de Brasília.

O principal aeroporto porta de entrada no país é o aeroporto internacional de San José, chamado Aeropuerto Juan Santamaría – SJO, mas também é possível chegar pelo aeroporto internacional de Libéria, chamado Daniel Oduber Quirós.

Infelizmente não existem voos diretos do Brasil, mas é possível fazer conexão no Panamá, na Colômbia, no Peru, no México ou nos EUA.

Saindo do Brasil, as opções de voo mais tradicionais são:

  • Avianca: com conexão em Bogotá/Colômbia ou em Lima/Peru.
  • Copa Airlines: com conexão na Cidade do Panamá/Panamá.
  • Delta: com conexão nos Estados Unidos.
  • Aeroméxico: com conexão na Cidade do México.
  • Latam: com escalas em Santiago e Lima.

Durante a pandemia pelo COVID-19, a Costa Rica foi um dos países que reabriu para turistas brasileiros e, considerando a necessidade de conexão, as melhores opções são via Panamá ou México.

Uma vez no país, a melhor forma de se locomover é alugando um carro e fazendo uma “road trip”, passando pelos principais pontos turísticos da Costa Rica, bem como naqueles lugares que combinem com o seu estilo de viagem.

Quanto ao carro, o ideal é que seja um 4×4, tanto pela segurança, quanto pela possibilidade de acessar locais mais “inexplorados”, montanhas, áreas sem asfalto. Todavia, dependendo do seu roteiro, 4×4 não é absolutamente necessário. Alugamos uma RAV4 através da agência brasileira @doutorviagem, e conseguimos uma ótima cotação.

Documentação

Brasileiros precisam apenas de passaporte válido, com pelo menos 6 meses até a data de expiração, além do certificado internacional de vacinação atestando que o visitante está vacinado contra febre amarela.

Atualmente, com a pandemia pelo COVID19, a Costa Rica não exige que o visitante brasileiro faça teste PCR para detectar o vírus, mas exige seguro viagem que cubra as despesas médicas, hospitalares e acomodação decorrente de uma eventual infecção.

No site Seguros Promo você pode fazer uma comparação detalhada e fácil dos preços dos seguros ofertados, analisando qual tem o melhor custo benefício para a sua viagem. Contrate AQUI o seu seguro viagem com desconto, utilizando o cupom MALADEVIAGEM5

Quando ir?

A Costa Rica é um país quente durante todo o ano, embora haja significativa diferença entre o clima e a temperatura nas montanhas, florestas e vulcões, daquele encontrado nas praias. 

É um país com duas estações bem definidas: a estação seca e a estação chuvosa.

A estação seca vai de novembro até abril, enquanto a estação chuvosa vai de maio até outubro.

Importante lembrar que 30% do território está coberto por florestas tropicais úmidas, o que significa dizer que em determinadas regiões do país as chuvas são frequentes até mesmo na estação seca, a exemplo do que acontece no Vale Central e nas Planícies do Norte.

Já na Costa do Pacífico não é comum chuvas intensas no período seco (o que não significa que não possam acontecer). Na costa caribenha costuma chover mais.

O que levar na mala?

Leve tênis confortável ou bota de trilha impermeável, sapatilha de mergulho, boné/chapéu, protetor solar, repelente, capa de chuva, roupa para banho, roupas confortáveis para fazer as caminhadas, jaqueta corta-vento e/ou impermeável (regiões com maior altitude costumam ser frias).

Por ser uma viagem “itinerante”, procure viajar leve, com pouca bagagem. Na hora de pensar nos “looks“, escolha aqueles que façam o estilo “esportista”.

Tênis, calça de ginástica, blusa corta-vento e boné

Quantos dias ficar?

Não importa quantos dias você tem para fazer sua viagem, mas sim o que você fará no seu tempo. Viagens mais longas te proporcionarão mais experiências e a oportunidade de conhecer mais lugares. Viagens mais curtas serão limitadas a determinas regiões, mas nem por isso deixa de ser uma opção.

Considerando os custos com passagem aérea, eu recomendo no mínimo 7 dias para conhecer um pouco do país, mas o mesmo ideal é ter em torno de 15 dias, pois com esse tempo dá pra montar um roteiro bem bacana.

Aqui vou compartilhar meu roteiro de 13 dias com você. No total foram 15 dias de viagem, mas tirando o deslocamento (um dia para ir e outro para voltar), foram 13 dias inteiros curtindo a Costa Rica.

Leitor do blog MV tem 10% na aquisição do chip de celular SimPremium ao utilizar o cupom “maladeviagem”. Clique aqui para pedir o seu!

Moeda

A moeda da Costa Rica é o colón costarriquenho (CRC) ou “colone” em espanhol.

Atualmente um colón vale 0,0088 reais. Então, para fazer a conversão, você precisa multiplicar o valor em cólon por 0.0088. Em outras palavras e fazendo a conta inversa, 1 real vale 114,21 cólon costarriquenho.

O dólar é amplamente aceito, sendo muito comum encontrar valores em dólares em todos os locais turísticos.

A Costa Rica não é um país considerado barato para viajar, mas também não está entre os mais caros. Como tudo é em dólar e considerando a desvalorização do real, quando você faz a conversão percebe que o custo não é dos mais baratos mesmo.

Na chegada eu troquei 100 dólares no aeroporto e deixei o restante do meu dinheiro em dólar mesmo. Para pagar os pedágios você precisar de cólon, mas os pedágios são bem baratinhos, então ter umas moedas trocadas já vai ajudar.

O plano inicial era trocar mais dólar por cólon no decorrer da viagem, mas nem foi necessário, pois, como eu disse, todos os lugares que fomos aceitava dólar.

Alguns preços para você se basear

Valores já convertidos em real:

Para encher o tanque do carro: em torno de R$ 250,00 – 300,00 (estávamos com uma RAV4).

Prato típico: em torno de R$ 40,00 pelo prato típico chamado “Casado” em um restaurante mediano/simples. Se for um prato (não necessariamente o “Casado”) dentro de um hotel de categoria luxo, vai custar em média 20 dólares (em torno de R$ 120,00).

Refeição para o casal: em um restaurante considerado “bom”, o valor de uma refeição completa para o casal fica em torno de 40 dólares (cerca de R$ 230,00).

Big Mac: em torno de R$ 38,00.

Smoothie: em torno de R$ 33,00.

Pedágio: varia, mas um dos que eu anotei custava cerca de R$ 18,00 (2.000 colones).

Roteiro de 13 dias na Costa Rica

Primeira etapa da viagem

Chegamos por San José, pegamos o carro no aeroporto e fomos direto para La Fortuna.

A estrada de San José até La Fortuna é cheia de curvas. O trajeto tem cerca de 120km, mas leva em torno de 3 horas (isso é normal na Costa Rica, ou seja, você vai levar bastante tempo para percorrer poucos quilômetros).

La Fortuna faz parte das Planícies do Norte, uma região de altitude e tempo mais “fechado” do que aquele que você vai encontrar no litoral, o que não significa que não faça sol, faz sim, mas é um clima diferente justamente por conta da altitude e das florestas.

O distrito de La Fortuna pertencente à província de Alajuela – é uma região “must go” na Costa Rica. Recomendo que essa etapa faça parte de todo e qualquer roteiro, ainda naqueles com menos dias que o meu.

Optamos por nos hospedar no Tabacón Thermal Resort (3 diárias), hotel com selo Small Luxury Hotels of the World (SLH), com a melhor infraestrutura da águas termais da região – nunca vi nada parecido na minha vida! Até a Blue Lagoon na Islândia ficou “sem graça” depois que conheci as águas termais do Tabacón, sem querer “puxar saco”, mas é realmente espetacular!

As piscinas termais do Tabacón

Você pode até encontrar hotéis ainda melhores em La Fortuna, como os da rede Nayara (Nayara Gardens. Nayara Springs e Nayara Tented Camp), por exemplo, mas nada vai chegar perto da estrutura termal do Tabacón.

Você pode optar por se hospedar em outro hotel e comprar apenas um day-use (a partir de 70 dólares por pessoa) para as termais, mas se você for hóspede, terá acesso ilimitado incluso na diária, com direito, ainda, ao uso da área privativa para hóspedes, chamada Shangri-la Garden.

Minha experiência: tenho certeza que fiz a melhor escolha em relação à hospedagem. Queríamos mesclar passeios com momentos de descanso, então pela manhã fazíamos os passeios e na parte da tarde relaxávamos nas piscinas termais. Considerando que o lugar é imenso, não enjoamos de nada, muito pelo contrário: nem deu tempo de aproveitar toda a estrutura do local, cujas termais ficavam abertas até às 22h.

O resort oferece diárias com café da manhã incluso + acesso às piscinas termais. Dentro do hotel há piscina exclusiva para hóspedes, dois restaurantes, além dos bares. Para conferir tudo isso, veja no meu Instagram @maladeviagem o destaque 1/Costa Rica.

Quanto aos passeios, La Fortuna oferece as seguintes opções:

Visita ao Parque Nacional Vulcão Arenal, que é um dos cartões postais do país. 

Não é permitido escalar o vulcão, pois ele ainda é ativo, e os gases expelidos são tóxicos. Porém, você pode fazer algumas trilhas de lava pelo parque, nos arredores do vulcão.

Eu não visitei o parque, pois não queria fazer as trilhas, mas esse é um passeio bem procurado por lá. Se for do teu agrado, inclua no seu roteiro.

Outra opção de atividade é o Lago Arenal, um dos maiores reservatórios artificiais da América Central, com uma área de 85,5 km2. A vazão foi aumentada três vezes para que fizesse parte de um projeto hidrelétrico. No lago você poderá praticar esportes náuticos como windsurf, pesca, caiaque e stand up paddle.

O tempo em La Fortuna estava nublado nos dias da nossa viagem, então praticar atividades no lago não se mostrou muito interessante. As águas termais me pareceram bem mais convidativas.

Mais um passeio de destaque na região é a Catarata La Fortuna, uma cachoeira de 75 metros de altura, bem linda e com banho liberado. O ingresso custa 18 dólares por pessoa (referência: março/2021).

Cascata La Fortuna

A cachoeira é acessada por uma pequena trilha e escadaria (uns 500 degraus até sua base). A água é fria, mas ainda assim convidativa. Recomendo apenas para quem sabe nadar, pois seu poço é fundo e sua queda muito forte (não é permitido chegar muito perto).

Conhecemos também o Parque Mistico Arenal, onde é possível caminhar por pontes suspensas em meio à floresta tropical, avistar o Vulcão Arenal à distância e contemplar a biodiversidade, incluindo muitos animais (insetos, repteis, mamíferos). O ingresso, sem acompanhamento de guia, para o parque custa 26 dólares por pessoa, e se for com guia custa 40 dólares por pessoa (referência: março/2021).

Logo na entrada do parque há um ponto perfeito para ver o Vulcão Arenal. O único detalhe é que ele se esconde atrás de uma expressa camada de nuvens e gases. Ver o vulcão completamente limpo é bem raro. Eu achei que seria fácil ver o vulcão, mas só vimos pequena parte dele.

Foi um passeio bem gostoso, ideal para quem gosta de contato com a natureza e não tem medo de altura. As pontes suspensas (são 6 pontes suspensas no total) são o grande atrativo do parque.

Parque Mistico Arenal

Quanto aos animais, não vimos muita coisa além de pássaros e um pequeno sapo venenoso numa coloração vermelha vibrante. Se você faz questão de ver mais bichinhos, melhor optar pelo tour guiado.

Para quem gosta de tirolesa, tem ainda o Sky Tram & Sky Trek – um parque com 7 tirolesas que passam entre as copas das árvores a uma velocidade de até 75 km/h.

Inclusive, tem um parque Sky Tram & Sky Trek em La Fortuna e outro em Monteverde – por isso digo que se você não tiver tantos dias de viagem, tudo bem optar por conhecer La Fortuna e deixar Monteverde de fora do roteiro (nas duas regiões você encontrará florestas nubladas e parques de pontes suspensas e tirolesas).

Para completar, a última atração que não pode ficar de fora é o Rio Celeste e sua cachoeira, próximo ao Vulcão Tenório, localizado no Parque Nacional Vulcão Tenório. Valor do ingresso: 12 dólares por pessoa (referência: março/2021).

Não fica em La Fortuna, mas sim a uma distância de cerca de 2 horas, é imperdível. Deixamos para fazer esse passeio quando saímos de La Fortuna e partimos com destino à Península do Papagayo (segunda etapa da viagem).

O Rio Celeste é um rio absolutamente azul, fruto dos compostos químicos liberados pelo Vulcão Tenório. E, além do rio, você poderá contemplar também a cachoeira (não é permitido entrar na cachoeira). A entrada é paga e o ingresso pode ser adquirido na hora.

Reserve de 2 a 3 horas para esse atrativo. No total você vai percorrer 5km de trilhas. A trilha que leva até a cachoeira é apenas uma parte do passeio, pois há outras que levam até o mirante do Vulcão Tenório, nascente do rio e encontro das águas de dois rios diferentes (Rio Celestre azul e Rio Buena Vista com água de coloração comum).

Costa Rica
Rio Celeste

Segunda etapa da viagem

O litoral pacífico da Costa Rica é dividido em pacífico norte e pacífico sul. A região do pacífico norte (Província de Guanacaste) é onde há maior concentração de hotéis 5 estrelas e resorts de luxo.

Na segunda etapa da viagem fomos justamente para essa região: Guanacaste, uma província litorânea que abriga cidades e praias como Tamarindo, Nosara, Playa del Coco e a Península do Papagayo.

Essa área agrada não apenas quem quer agito, mas também quem quer praias calmas e desertas. Além das praias, Guanacaste é um grande polo de biodiversidade da Costa Rica.

Começamos pela belíssima Península do Papagayo, com hospedagem no Four Seasons Costa Rica, que já foi tema de post aqui no blog.

A Península do Papagayo é o local com maior infraestrutura hoteleira do país (inclusive a região possui até mesmo um aeroporto internacional, o aeroporto de Liberia – LIR). Se você gosta de grandes hotéis e quer turismo de luxo, inclua essa região no seu roteiro.

Recomendo reservar um hotel/resort legal e deixar o dia mais livre, sem tantas atividades, pois o objetivo dessa etapa da viagem vai ser curtir as comodidades do resort mesmo.

Tivemos a maravilhosa experiência de nos hospedarmos no Four Seasons Resort at Peninsula Papagayo (2 diárias) e foi a etapa mais luxuosa da viagem.

Para conferir um pouco mais sobre nossa hospedagem no FSCR, confira no meu Instagram @maladeviagem o destaque 2/Costa Rica.

Se você gosta de turismo de luxo, resorts com excelente infraestrutura e atendimento exclusivo, então vai se identificar com a Península do Papagayo (uma região do país onde várias pessoas mundialmente famosas possui casa de lazer).

Considerando toda a estrutura do hotel, nessa etapa da viagem preferimos apenas relaxar e curtir o resort, que tem acesso a duas praias diferentes (Playa Blanca e Playa Virador). Confira aqui o post com o review completo sobre o FSCR.

Four Seasons Costa Rica at Península do Papagayo
Por do sol visto da Playa Virador, no Four Seasons Costa Rica

Antes de chegar na Península do Papagayo ou no último dia que estiver por lá, talvez você queira estender viagem até o Parque Nacional Santa Rosa (um pouco mais de 1 hora de viagem), que fica na região de Nicoya do Norte (noroeste do país).

O Parque Nacional Santa Rosa fica a 36 km da cidade da Libéria e é considerado um “Patrimônio Mundial”, pois foi palco de uma batalha histórica e patriótica, por isso é a única Área de Proteção da Natureza que possui um museu dentro de seu território.

O parque é dividido em duas partes e a parte sul é sul mais visitada, pois tem acesso fácil. No parque o visitante poderá avistar animais, incluindo, principalmente mamíferos e aves.

Como nosso roteiro precisou ser mais enxuto, não tivemos tempo suficiente para visitar o parque, então seguimos viagem.

Após “dias de princesa” no Four Seasons Costa Rica, continuamos percorrendo alguns pontos interessantes de Guanacaste.

Visitamos a Playa del Coco, que no passado foi uma pequena vila de pescadores e hoje é ponto de parada da maioria dos passeios de barco. A praia em si não tem nada de interessante, mas o vilarejo é uma opção para visitar lojinhas de artesanato e fazer uma pausa para refeição.

Playa Hermosa foi a segunda praia visitada no dia. Uma praia bem extensa, com larga faixa de areia… Mas também não achei imperdível. Só uma passadinha rápida e rumo ao ponto alto do tour, que viria na sequência.

Playa Hermosa

Nesse dia também visitamos as duas praias mais lindas da viagem: a Playa Calzon de Pobre e a Playa La Penca.

Uau! Colocamos no Waze sem saber muito bem para onde realmente ele estava nos levando. Chegamos no alto de um morro e nos deparamos com um senhorzinho que cuidava dos carros. Logo percebemos que ali mesmo era o estacionamento.

Ele nos explicou como era o acesso até a primeira praia (Playa Calzon de Pobre): era só estacionar o carro ali e seguir por uma trilha (em resumo: descer ladeira abaixo) até chegar na praia que ele afirmou ser a mais bonita da Costa Rica!

A trilha começou, não enxergamos nada no início. Depois de andar por uns minutos, pronto: lá estava realmente uma das praias mais lindas que já vi na vida. Um mar azul e um cenário indescritível. Quanto mais perto chegávamos, mais linda a praia ficava.

Passamos um bom tempo lá, só curtindo aquele momento e aquela água quentinha maravilhosa!

Playa Calzon de Pobre

Como queríamos ainda conhecer a segunda praia (Playa La Penca), que ficava do outro lado do morro, tivemos que voltar. Pegamos o carro e seguimos a orientação do senhorzinho até o segundo estacionamento (lá funcionava do mesmo jeito).

Mais uma pequena trilha e outra grata surpresa: mais uma praia maravilhosa, no mesmo estilo da primeira. Enfim, foram sem dúvida as duas praias mais lindas que visitamos na Costa Rica.

Playa La Penca à direita e mirante com Playa Hermosa à esquerda

Outras praias para visitar ali na região: Playa Flamingo e Playa Conchal (onde fica o W Resort).

Com mais tempo, inclua no seu roteiro um tour bate-volta até o Parque Nacional Ricón de La Vieja – um destino para fazer trilhas e relaxar em piscinas de águas termais. Coloquei o nome do parque no Google Maps e logo apareceu uma cachoeira linda e de água bem azul! Achei incrível.

Não teríamos tempo para conhecer o Parque Nacional Ricón de La Vieja, então seguimos para Tamarindo, onde passamos a noite (1 diária).

Tamarindo é ponto de interesse certo no destino de muitos turistas (inclusive é apelidada de “tamagringo”). Vale a pena para quem quer mais agito e vida noturna.

Foi uma grata surpresa durante minha viagem. Quando eu li e pesquisei sobre Tamarindo, imaginei um lugar diferente, achei que não me agradaria, mas gostei sim!

A ideia inicial era chegar para assistir o por do sol na Playa Langosta, mas atrasamos lá nas praias bonitonas e perdemos o por do sol (acontece né?).

Foi uma passagem rápida: chegamos já no final do dia, saímos dar uma volta pela cidade e jantar em uma espécie de “mercado aberto”. Um clima bem gostoso, uma cidade que atrai muitos jovens, principalmente o pessoal que surfa.

A cidade é pequena, então em um ou dois dias você já conhece tudo por ali. Para quem gosta de mais agito, é uma boa opção: faz passeios durante o dia e volta para curtir a noite em Tamarindo.

Considerando que apenas passaríamos uma noite ali, escolhi um hotel boutique para dormir. Não achei um bom custo benefício (valor alto pelo serviço oferecido e café da manhã muito ruim), então vou sugerir outras opções:

Em Tamarindo finalizamos a segunda etapa da viagem.

Se você tiver mais dias ou quiser fazer alterações/adaptações no roteiro, sugiro continuar percorrendo a Península de Nicoya, passando por Nosara, Playa Manzanillo, Santa Teresa, Isla Tortuga e Montezuma.

Nosara fica perto de Tamarindo, mas tem um clima mais tranquilo. É considerada a terra do surf, yoga e dos smoothies. Guiones é a sua principal praia, formada por 7 km de areia branca.

Há 13 km da praia Guiones está o berço das tartarugas de Lora, Baula e Verde: o Refúgio Nacional de Vida Selvagem Oscional. Durante os meses de setembro e outubro você pode ver a praia cheia de tartarugas. O passeio é feito com um guia credenciado.

Santa Teresa é uma cidade praiana que, embora bastante turística, guarda um clima rústico e selvagem, incluindo ruas de terra. É um local bem “good vibes” – atrai muitos surfistas, praticantes de meditação, yoga ou pessoas que querem apenas se aproximar da natureza e admirar belos pores do sol.

Um dos atrativos para quem quer ver a biodiversidade é a Reserva Natural Cabo Blanco, que fica a 5 km de distância e compreende cerca de 1.270 ha de floresta mista, com vasta variedade de espécies de aves marinhas, trilhas florestais e vistas para o mar.

Santa Teresa é o principal ponto de partida para a famosa Isla Tortuga – uma ilha com praia de água e areia bem clarinhas!

Perto de Santa Teresa está a Playa Manzanillo (ao norte) e a cidade de Montezuma (lado oposto da península), ainda mais “zeen” que a primeira.

Em Montezuma, além da praia, você pode visitar uma belíssima cachoeira, a charmosa Playa Quesera (Reserva Curú) e, se achar interessante, pode conhece a curiosa Isla Cabuya, onde há um cemitério.

Terceira etapa da viagem

Partimos de Tamarindo e decidimos, antes de seguir viagem, passar pela Catarata Llanos de Cortés. Ingresso: 4.000 colones – cerca de R$ 35,00 por pessoa (referência: março/2021).

Cachoeira de fácil acesso: o estacionamento fica a 100 metros da cachoeira. O poço é bem raso, o que torna uma ótima opção para crianças e também para quem não sabe nadar.

Catarata Llanos de Cortés

Ficamos um tempo por ali e seguimos até Jacó (1 diária), na província de Puntarenas, uma cidade muito buscada para que gosta de surfar e/ou quer uma vida noturna badalada

Para quem vem do norte (como foi o nosso caso), antes de chegar em Jacó vai passar pela ponte do Rio Tárcoles e verá os crocodilos enormes que vivem ali.

Jacó segue o mesmo estilo de Tamarindo em relação ao movimento e vida noturna, mas é uma cidade com mais infraestrutura. Novamente fui surpreendida! Tal como aconteceu com Tamarindo, pensei que não fosse gostar de Jacó, mas gostei sim.

A praia de Jacó (bem como as praias aos arredores) não é calminha, tampouco “mar piscininha” – aqui a vibe é mais “surfista” mesmo. Mas nem por isso deixa de ser uma praia linda: tem uma extensa faixa de areia e um por do sol maravilhoso!

Por do sol na praia de Jacó

Tal como em Tamarindo, em Jacó também encontramos um mercado gastronômico aberto bem bacana para comer. Para dormir, escolhi o Oceano Boutique Hotel, que cumpriu com o que prometeu (bom para passar uma noite e café da manhã satisfatório).

Além da praia, nos arredores de Jacó você vai encontras muitas cachoeiras, trilhas e passeios de aventura, incluindo rafting. Para quem surfa, além das praias nos arredores de Jacó, Dominical é outro destino interessante, um pouco mais ao sul, rumo a Uvita.

Para conferir um pouco mais sobre nossa passagem por Jacó, confira no meu Instagram @maladeviagem o destaque 3/Costa Rica.

Depois de Jacó partimos rumo ao Parque Nacional Manuel Antonio (1h de viagem), atração imperdível, considerado um dos parques mais bonitos da Costa Rica, inclusive aparecendo na lista dos 12 Parques Nacionais mais belos do mundo segundo a revista Forbes/2011. O ingresso custa 18 dólares por pessoa (valor: março/2021)

Reserve um dia da sua viagem para conhecer as praias do parque – Playa Espadilla Sur, Playa Manuel Antonio e Playa Gemelas, fazer as trilhas e ver muitos animais pelo caminho, incluindo macacos e preguiças.

Parque Nacional Manuel Antonio
Parque Nacional Manuel Antonio

Outras possíveis atividades no parque e/ou em seus arredores são: tirolesas, passeios a cavalo, rafting e navegação de catamarã para ver de golfinhos e baleias (a depender da época do ano). Para fazer essas atividades você precisará comprar o passeio em uma das agências que ficam próximo à entrada do parque.

Mas se você não quiser nenhuma atividade além de visitar o parque, tá ótimo também, pois ele já é um passeio bem completo.

O parque funciona das 7 às 16h, de terça a domingo (não abre às segundas). Quanto mais cedo chegar, melhor será para ver os animais (todavia, não chegamos tão cedo e ainda assim vimos bastante bichinhos).

Nosso passeio pelo parque durou em torno de 4h e meia, mas você pode ficar mais tempo se decidir fazer todas as trilhas e/ou ficar mais tempo nas praias. Muita gente vai e fica até o horário que ele fecha (16h).

As trilhas são planas e a maioria com acessibilidade (trilhas sobre passarelas). Alguns trechos possuem degraus.

Em Quepos escolhemos o hotel Shana by the Beach (1 diária), que tem uma estrutura boa de piscina, restaurante, spa e acesso à praia.

No dia seguinte, antes de chegar em Uvita, passamos pela belíssima Catarata Nauyaca. Ingresso: 22 dólares por pessoa com o transporte do parque.

Do estacionamento até a cachoeira são 4km. É possível comprar ingresso para chegar até a cachoeira pela trilha, caminhando e, nesse caso, o valor é 10 dólares por pessoa; ou comprar o ingresso que inclui o acesso à cachoeira + transporte, que custa 22 dólares por pessoa.

A Catarata Nauyaca é super oponente! várias quedas e um grande poço convidativo para o banho. O poço é fundo, então é recomendada apenas para quem sabe nadar. Para quem não sabe nadar, o indicado é ficar apenas nas pedras da beirada.

Catarata Nauyaca

Nossa terceira etapa da viagem terminou em Uvita.

Uvita está no chamado litoral Pacífico Sul, uma área marcada por belezas pouco exploradas, muita biodiversidade e parques nacionais.

A região de Uvita e arredores recebe o nome de Costa Ballena de Osa.

Em Uvita está o Parque Nacional Marino Ballena, chamado por dois motivos semelhantes, mas sem relação nenhuma:

O primeiro deles é porque em alguns meses do ano (julho a outubro) é possível avistar as baleias jubarte a partir da costa.

O segundo tem a ver com a Punta Uvita, uma ponta da praia que, na maré baixa, com a ação das rochas e dos corais junto à areia da praia, forma a figura da cauda de uma baleia.

Para visitar o parque o turista precisa comprar um ingresso e, a partir de então, terá acesso a todas as praias do parque – Playa Ballena, Playa Hermosa e Playa Uvita (praias que se encontram e formam a causa da baleia – a entrada é pela Playa Uvita), Playa de Arco, Playa Colonia e Playa Piñuelas.

O ingresso para o Parque Nacional Marino Ballena custa 6,78 dólares por pessoa (valor: março/2021). Antes de visitar o parque confira a tábua de maré, para ter certeza do horário que será possível ver a cauda da baleia.

Parque Nacional Marino Ballena

O nosso outro passeio em Uvita foi a Cascata el Pavón, que tem acesso gratuito e um poço bem raso. Outro ponto positivo (ou negativo, dependendo do ponto de vista e interesse do turista) é que o estacionamento fica bem pertinho da entrada, então nem precisa fazer trilha para chegar na cachoeira.

Cascata el Pavón à esquerda e Hotel Three Sixty à direita

Utilizamos o Waze sempre que precisávamos traçar a rota para chegar nos passeios. Não tivemos nenhuma dificuldade em relação a isso.

Quanto à hospedagem, nossa escolha em Uvita foi pelo Hotel Three Sixty (2 diárias), que tem selo Small Luxury Hotels of the World (SLH) e é exclusivo para adultos. O hotel é maravilhoso, super privativo, reservado, com uma piscina de borda infinita de frente para o mar do Pacífico.

Quarto espaçoso, cama mega confortável, vista para o Parque Nacional do Corcovado e um atendimento impecável. O café da manhã (no sistema à la carte) também merece elogios.

Perfeito para casais que querem fazer passeio pela manhã e relaxar na piscina de borda infinita, tomando bons drinques no por do sol!

Hotel Three Sixty

Se o seu roteiro incluir mais dias de viagem, depois de Uvita é hora de estender viagem até o Parque Nacional Corcovado, que é um dos parques que abriga a maior diversidade biológica da Costa Rica e se encontra intacto, localizado bem ao sul do país, já próximo da fronteira com o Panamá, na Península de Osa.

Para quem quer incluir o Parque Corcovado na viagem, precisa ter em mente que por ser um parque inexplorado, seus percursos requerem esforço físico e tempo livre (muitas vezes as caminhadas levam mais de 8 horas entre a vegetação espessa da floresta úmida).

Mas toda a dificuldade é compensada quando os animais são avistados, incluindo a possibilidade de ver pumas, jaguares, répteis, macacos, antas, variedade de aves, caititu, queixadas, onças, jaguatiricas, jaguarundis, gato montés, paca, cutia preta… Dizem que é um verdadeiro safari caminhando. Por conta de todas essas características, é fundamental contratar um guia para o passeio.

Quarta etapa da viagem

Saímos de Uvita e fomos até Bajos del Toro, um total de 4 horas de viagem. Bajos del Toro fica ao norte de San José, perto do Vulcão Poás.

Bajos del Toro é uma região pitoresca localizada entre vales e cachoeiras, que foi declarada patrimônio cultural da UNESCO

As principais atrações ali são: Catarata del Toro e Blue Falls, mas claro que tem muitas outras cachoeiras incríveis para serem exploradas ali.

Visitamos a Catarata del Toro e a Catarata Pozo Azul.

Para chegar até a Catarata del Toro são 3,5km de trilha, incluindo cerca de 350 degraus. A trilha é toda pavimentada ou em pedras e a dificuldade não é alta (cansa um bocado por conta dos degraus, mas é um percurso tranquilo). Ingresso: 14 dólares por pessoa (valor: março/2021).

Catarata del Toro

A trilha até a Catarata Pozo Azul foi bem mais “raiz”, principalmente porque estava chovendo, a trilha não era pavimentada e tudo virou uma lama só! O percurso tem apenas 2km, mas pareceu ter uns 10 rsrs… A cachoeira é linda, mas a experiencia foi “too much“, a chuva atrapalhou. Ingresso: 5 dólares por pessoa (valor: março/2021).

Não visitamos a Blue Falls porque o tempo estava fechado e o passeio restou prejudicado. Além disso, depois de ter visitado a Catarata del Toro e a Catarata Pozo Azul, já estávamos bastante cansados.

Catarata Pozo Azul à esquerda e Jacuzzi no El Silencio Lodge à direita

Bajos del Toro tem muitas, mas muitas cachoeiras mesmo! Você vai ter que escolher aquelas que mais te agradam e analisar como está o clima no dia da viagem, pois se estiver chovendo, as condições de trilha ficam mais difíceis.

Minha escolha de hospedagem foi o El Silencio Lodge & Spa (2 diárias), o primeiro membro centro-americano da Relais & Châteaux, localizado no meio de uma área de floresta tropical, perto do Vulcão Poás. Um verdadeiro refúgio!

O hotel é bastante familiar, mas também é perfeito para uma viagem romântica, com jacuzzi no quarto, lareira e muita privacidade, pois os bangalôs são distantes um dos outros. O café da manhã e o atendimento também foram impecáveis.

El Silencio Lodge

Foi simplesmente a escolha perfeita para concluir a viagem. Se você quiser conferir mais sobre como é o El Silencio Lodge, veja no meu Instagram @maladeviagem o destaque 4/Costa Rica.

Depois de passar duas diárias no EL Silencio, seguimos para San José apenas para pegar o voo na madrugada seguinte.

A ideia inicial era visitar o Vulcão Poás pela manhã, mas apenas é possível ver o lago azul da cratera quando o tempo está aberto. Infelizmente o tempo não colaborou e não quisemos perder a viagem.

Eu falei um pouco sobre os vulcões da Costa Rica aqui no Guia Completo.

Requisitos para ingressar na Costa Rica durante a pandemia:

Fonte: Visitcostarica.com

Desde 01/11/2020, a Costa Rica permite a entrada de turistas (de qualquer lugar do mundo) por via aérea, desde que atendam aos requisitos de visto e, quando necessário, requisitos estabelecidos no contexto da pandemia.

O Governo da República facilitou a entrada de turistas e eliminou a exigência de exames para detecção do coronavírus. Ademais, costarriquenhos ou estrangeiros não receberão ordens de confinamento sanitário ao entrar no país por via aérea.

Todavia, os turistas que visitam a Costa Rica devem cumprir os protocolos sanitários em vigor para a realização de todas as atividades turísticas no país.

No contexto da pandemia, os seguintes requisitos devem ser cumpridos:

O Health Pass deve ser preenchido 48 horas antes do embarque. Todos os passageiros devem preencher o formulário.

  • Adquirir um seguro de saúde

Os turistas devem adquirir um seguro de viagem obrigatório que cubra a acomodação em caso de quarentena e despesas médicas devido a doença COVID-19. O documento indicando a cobertura dos requisitos estabelecidos pela Costa Rica deve ser adicionado ao HEALTH PASS para ser analisado e aprovado pelas autoridades costarriquenhas.

Se mais informações sobre seguros internacionais forem necessárias, as autoridades da Costa Rica entrarão em contato com o passageiro no endereço e-mail indicado no HEALTH PASS.

No caso de seguro internacional, o turista deve solicitar de sua seguradora um certificado emitido em inglês ou espanhol, informando no mínimo três condições (e deve adicioná-lo ao HEALTH PASS): validade do seguro durante a visita à Costa Rica + garantia de cobertura para despesas médicas nos casos de doença pandêmica COVID 19 na Costa Rica, no valor mínimo de US$ 50.000 + cobertura mínima de US$ 2.000 para despesas prolongadas de hospedagem devido a doença pandêmica ou interrupção / cancelamento de viagem devido a doença, que cobre o custo extra do passageiro em quarentena.

No caso de não ter um seguro internacional, é possível optar pelo seguro de viagem de empresas costarriquenhas homologadas pela SUGESE (Superintendência Geral de Seguros da Costa Rica), que oferecem seus serviços nos aeroportos internacionais Juan Santamaría (cidade de San José) e Daniel Oduber Quirós (cidade da Libéria).

Os seguros locais autorizados para viajantes podem ser avaliados nos seguintes links: https://www.grupoins.com/seguroparaviajeros e https://tiendasagicor.com/en/. Dúvidas sobre os requisitos do seguro podem ser enviadas para o email [email protected].

*Se esses requisitos não forem atendidos, o passageiro não poderá entrar no país.

Sempre que você faz sua reserva ou adquire um produto/serviço através de um link do MV, o blog recebe uma pequena comissão. Você não paga nada a mais por isso e ajuda a manter o Mala de Viagem sempre atualizado!

Hospedagem

Booking.com

Aluguel de carro

Rent Cars

Seguro Viagem

Seguros Promo

Passagens aéreas

Passagens Promo

Passeios e ingressos

Get Your Guide

Chip Internacional

SimPremium

Anna
Autor

Defensora Pública por profissão e wanderlust por natureza, no meu tempo livre estou sempre programando uma nova aventura ou experiência, pois acredito que a melhor viagem é sempre a que está por vir!

1 Comentário

Escreva um comentário