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O que fazer em Sintra: roteiro de 1 dia em Sintra, Portugal

Sintra - dicas e roteiro

Confira no post de hoje o que fazer em Sintra num roteiro de 1 dia! Sintra pertence ao distrito de Lisboa, e fica a apenas 30 quilômetros da capital. A antiga e romântica Vila de Sintra, com seus palácios e castelos é destino certo para todo turista que visita Portugal. Entenda aqui o motivo!

Sintra, com sua imponente serra salpicada de palácios, igrejas e quintas senhoriais, que se estende de verde até o oceano, constitui um local privilegiado por excelência, de inegável beleza e interesse cultural e natural.

A cidadezinha na encosta da montanha, não se trata de uma cidade propriamente dita, mas sim de uma vila, por isso conhecida como Vila de Sintra, delimitada a oeste pelo oceano Atlântico e a sul por Cascais.

Quando me pedem referência de lugar romântico ou lugar para visitar com crianças em Portugal, logo respondo: Sintra.

Repleta de palácios e jardins, além do centro histórico classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade (na categoria Paisagem Cultural), a vila de Sintra encanta a todos independentemente da idade. Todo o charme da região recaiu sobre ela e isso ninguém pode negar.

Entre o final do século XVIII até início do século XX, muitos nobres elegeram a vila de Sintra para construir seus palácios e castelos.

Nesse mesmo período, principalmente no século XIX, Sintra também foi eleita por artistas e escritores (incluindo Eça de Queiroz) como reduto para suas criações. E é claro que não poderia ser diferente: ela se tornou o cantinho mais romântico de Portugal.

Seja qual foi seu roteiro por Portugal e independente da quantidade de dias no país, Sintra está tão pertinho de Lisboa, que não pode ficar de fora da sua programação, então mergulhe de cabeça nesse “conto de fadas”.

Vila "romântica" de Sintra | Foto: Anna
Vila “romântica” de Sintra | Foto: Anna

Quantos dias ficar em Sintra?

Muitos turistas optam por fazer um bate-volta a Sintra a partir de Lisboa (como no primeiro mapa). Na nossa road trip passamos um dia e meio em Sintra, mas já adianto que deixou gostinho de quero mais.

Chegamos em Lisboa por volta das 6 e meia da manhã, pegamos o carro no aeroporto e começamos nossa viagem passando por Estoril, Cascais, Cabo da Roca e Sintra.

Confira também aqui no MV:

Quando chegamos em Sintra já era fim de tarde, então na verdade só tivemos um dia para conhecer os pontos turísticos, já que no dia da nossa chegada tudo já estava fechando.

O ideal seria ter ficado um dia a mais, pois com 2 dias completos poderia ter incluído mais palácios na minha lista! Foi triste ter que deixar vários de fora.

Dica bônus: caso você não esteja de carro, é perfeitamente simples e possível ir de Lisboa a Sintra de trem. A viagem dura apenas 40-50 minutos, o trem sai da estação ferroviária do Rossio ou Oriente com destino a Sintra (última estação) e o bilhete custa 2,25 euros por trecho.

Quinta da Regaleira - Sintra | Foto: Anna
Quinta da Regaleira – Sintra | Foto: Anna

Como se locomover em Sintra?

Como eu disse, Sintra é, na verdade, uma vila com ruas estreitas e sinuosas, localizada em boa parte no alto do morro (serra).

Embora estivéssemos de carro, preferimos deixar o carro estacionado no hotel e fazer os passeios parte a pé, parte de ônibus, pois achamos o trânsito bem chatinho por lá, além das ruas apertadas e dificuldade para estacionar (isso porque era baixa temporada, imagina na alta?).

Assim, optamos por uma das linhas dos ônibus hop on hop off. Fizemos o circuito da Linha 434 que era a que passava pelos pontos turísticos que elegemos conhecer, mas fica ao seu critério escolher qual rota pegar, conforme os lugares que quiser visitar.

A Linha 434 é a chamada linha “Circuito da Pena”. Com ela fomos até o Castelo dos Mouros, depois até o Palácio da Pena e, na sequência, até o centro da vila (próximo ao Palácio Nacional de Sintra), onde caminhamos por 10 minutos até o Palácio da Quinta da Regaleira (e de lá voltamos a pé para o hotel).

O circuito da Linha 435, chamado “Vila Express” tem início com parada no Palácio da Vila (ou Palácio Nacional de Sintra), a próxima parada é no Palácio da Quinta da Regaleira, seguido do Palácio de Seteais (Hotel Tivoli), finalizando no Palácio de Monserrate.

O ideal é ter 2 dias em Sintra para fazer os dois circuitos.

Tarifa do ônibus hop on hop off: 6,90 euros para Linha 434 e 5 euros para a Linha 435. O bilhete é comprado com o próprio motorista e o ponto inicial/final das linhas fica uma quadra para frente da estação de trem (fácil saber onde é só pelo fluxo de pessoas).

Castelo dos Mouros - Sintra | Foto: Anna
Castelo dos Mouros – Sintra | Foto: Anna

Onde se hospedar em Sintra?

Ficamos hospedados na Casa Holstein – Quinta de São Sebastião e aprovamos as instalações.

As diárias custam em torno de R$ 350,00 ou 85 euros, podendo haver variações conforme a época do ano.

Trata-se de uma guest-house com poucos quartos, cada qual com sua decoração própria. Os quartos são amplos e aconchegantes. Cama confortável, guarda-roupa, roupões à disposição do hóspede e água de cortesia.

O banheiro também é espaçoso, com um bom chuveiro, equipado com amenities de boa qualidade, secador de cabelo e toalheiro elétrico.

Ponto positivo também para o café da manhã, tudo fresco e natural, com opções de sucos, café, leite, pães salgados e doces, bolos, pastéis de nata, frios e variedades de queijos.

O café da manhã estava incluso no valor da diária, assim como o estacionamento, o que me fez concluir que o preço pago representou um excelente custo-benefício.

Quinta São Sebastião - Sintra | Foto: Anna
Casa Holstein, Quinta São Sebastião – Sintra | Foto: Anna

Se você busca por uma hospedagem mais sofisticada, indico o Tivoli Palácio de Seteais, onde você literalmente terá a experiência de se hospedar em um palácio.

O Palácio de Seteais foi construído no final do século XVIII e possui arquitetura neo-clássica. Atualmente funciona como hotel (Tivoli) com acesso permitido apenas aos hóspedes ou visitantes que queiram conhecer seus jardins e restaurante. Vale a pena fazer reserva para um jantar ou mesmo para um chá da tarde.

Onde comer em Sintra?

  • Piriquita: uma tradicional casa de doces fundada em 1862. Prove o “Travesseiro de Sintra” – uma massa folheada crocante, coberta de açúcar e com recheio de doce de ovos. Outra sugestão é provar a queijada de Sintra, uma iguaria feita de queijo fresco, açúcar, farinha e canela, envolva por uma massa crocante.
  • Fábrica das Verdadeiras Queijadas da Sepa: concorrente direta da Piriquita, eis mais uma opção para provar a tradicional queijada de Sintra e depois escolher sua preferida.
  • Café Saudade:pertinho da estação de trem, fica em um belo edifício histórico, onde antes era a Fábrica de Queijadas Finas Mathilde. No menu você encontrará sanduíches quentes e frios, quiches e doces, além de menus de pequeno almoço a 8 euros e brunch a partir de 14 euros.
  • Gazeta Café: localizado no centro histórico da vila, esse café é muito barato e possui pratos saborosos. Pedimos água, cappuccino, dois pratos de bacalhau à Bras e a conta ficou 16 euros.
  • Chá da tarde ou jantar no Palácio de Seteais: atualmente ocupado pelo Hotel Tivoli Palácio de Seteais, esse palácio foi construído no final do século XVIII pelo Cônsul da Holanda em Portugal. Não-hóspedes podem visitar os jardins e ver palácio por fora, além disso, o bar e o restaurante são abertos ao público. No outono e inverno, o hotel dispõe de um “lanche à portuguesa”, que se trata de um chá da tarde servido no salão do restaurante.
  • Incomum by Luís Santos: é um restaurante indicado pelo cronista português Miguel Esteves Cardoso e tem um cardápio variado, com opções portuguesas e toques internacionais.
  • A Raposa: se busca por algo mais requintado, achou sua opção. A Raposa serve foie gras acompanhado de pão tostado com geleia de marmelada (12,50 euros), carpaccio tropical de salmão fumado com lâminas de manga e de morango (11,90 euros), bacalhau à Raposa (19,50 euros), lombo de porco ibérico acompanhado de risoto (18,90 euros) e outras delícias mais.

O que conhecer em Sintra?

Cabo da Roca

O Cabo da Roca é o ponto extremo ocidental da Europa, situado na latitude 38º 47´ Norte e na longitude 9º 30´ Oeste.

A cerca de 150 metros do mar, em Cabo da Roca é possível se ter uma vista abrangente sobre a Serra de Sintra e sobre a costa.

Registos históricos apontam a existência de um forte no Cabo da Roca, datado do século XVII. Forte este que desempenhou papel importante na vigia da entrada de Lisboa, formando uma linha defensiva ao longo da costa, principalmente durante as Guerras Peninsulares.

Hoje, existem apenas vestígios, além do farol, que continua sendo um ponto importante para a navegação.

Luis de Camões, poeta português, definiu o Cabo da Roca escrevendo em Os Lusíadas:

“Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa,
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floresça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora, e lá na ardente
África estar quieto o não consente.”

Está localizado ao final da Estrada Nacional 247 e a estrada que lhe dá acesso é bastante sinuosa, exigindo muita cautela.

Todo seu entorno está inserido no Parque Natural de Sintra/Cascais, com fáceis acessos e caminhos adaptados para que os turistas possam passear com facilidade.

*A visita ao Cabo da Roca é gratuita.

Castelo dos Mouros         

Castelo dos Mouros - Sintra | Divulgação: Anna
Castelo dos Mouros – Sintra | Foto: Anna

As ruínas do Castelo dos Mouros são um verdadeiro marco da ocupação árabe em Portugal.

Trata-se de um castelo em ruínas compreendido entre as florestas exuberantes da Serra de Sintra, construído durante o século IX pelos Mouros norte africanos, buscando guardar a cidade de Sintra (forte militar), mas foi abandonado depois da conquista cristã em Portugal.

Do alto de suas fortalezas, era possível ver a aproximação das tropas inimigas a quilômetros de distância.

A primeira cruzada Cristã, liderada pelo Rei Afonso VI de Castela, conseguiu conquistar o castelo em 1093, mas o pequeno exército foi expulso nos anos seguinte.

O castelo prosperou entre a primeira e a segunda cruzada Cristã, tendo as muralhas do Castelo dos Mouros sido melhoradas, mas  não foi o suficiente para deter a segunda cruzada bem mais forte em 1147.

Este exército de cruzados era composta por alguns bêbados e ladrões, que depois de libertar Lisboa dos Mouros, saquearam a capital.

Os primeiros Reis portugueses fortaleceram o Castelo dos Mouros e as suas defesas, mas a corte real favoreceu Lisboa.

A importância do Castelo dos Mouros em Sintra foi reduzindo ao longo dos séculos, até que no século XV, os seus únicos habitantes eram colonos Judeus.

Quando os Judeus foram expulsos de Portugal, na metade do século XV, o castelo ficou completamente abandonado. Em 1636 um relâmpago causou um fogo massivo que destruiu a torre central, e em 1755 um grande tremor de terra desmoronou as paredes e muralhas. O castelo era tão insignificante naquela era que nem foram considerados planos para o reconstruir depois do tremor.

Porém, a história um castelo, destinado a ser esquecido, mudou quando o Rei Fernando II, obcecado por arte, drama, boemia e Idade Média, decidiu transformar toda a região de Sintra, ordenando a reconstrução do castelo.

O Castelo dos Mouros é uma atração altamente recomendável em Sintra e é bastante diferente dos outros palácios da cidade, ou das casas senhoriais que apresenta.

Fiquei realmente surpreendida com o local, pois é de onde se tem uma das mais belas vistas de Sintra, sendo possível avistar o Oceano Atlântico, a cidade e demais pontos da Serra de Sintra, como do Palácio Nacional da Pena.

Visitação: diariamente, das 9:30 às 20 horas no verão; das 10 horas às 18 horas no meses de inverno. O ingresso custa 8 euros para adultos e 6,50 euros para crianças de 6 a 17 anos e para pessoas com mais de 65 anos.

*Reserve ao menos 1 hora e meia para esse passeio.

Castelo dos Mouros - Sintra | Divulgação: Anna
Castelo dos Mouros – Sintra | Foto: Anna

Palácio Nacional da Pena

Palácio da Pena - Sintra | Foto: Anna
Palácio da Pena – Sintra | Foto: Anna

O Palácio da Pena é um dos pontos turísticos mais famosos de Sintra , com localização privilegiada (bem no topo da Serra de Sintra), desde 2007 é considerado uma das 7 maravilhas de Portugal, tratando-se do monumento português mais visitado do país e Patrimônio Mundial.

Além de mais famosos, é o mais romântico também! Todo colorido, lindo de viver! Trata-se do expoente máximo do romantismo do século XIX.

O Palácio foi construído a pedido do rei D. Fernando II, que transformou o antigo mosteiro de Nossa Senhora da Pena* – obra de D. Manuel I – em palácio. Assim, embora o edifício date de 1503, apenas se tornou um palácio em 1839.

*A capela do palácio é parte original do antigo Mosteiro dos frades Jerónimos, assim como o claustro manuelino revestido de azulejos hispano-árabes.

O rei D. Fernando II era austríaco e foi o segundo marido de D. Maria II, filha de D. Pedro I e Maria Leopoldina e irmã de D. Pedro II do Brasil.

7 anos após a morte de D. Maria II, D. Fernando II viveu no Palácio da Pena uma história de amor com sua segunda esposa, chamada Condessa D’Edla (cantora de ópera).

De longe (visto a partir do Castelo dos Mouros) o Palácio da Pena já impressiona, pois além de ser colorido, o que por si só já chama a atenção, o edifício é um expoente da arquitetura romântica de Portugal.

Em seu interior, a quantidade de detalhes salta aos olhos: arcos mouriscos, detalhes arabescos, elementos góticos, manuelinos e renascentistas.

Claustro, sala de jantar, aposentos reais e salões exibem o mobiliário da época. Os quartos são enormes, com mobiliários do século XIX (ainda conservados) e da corte portuguesa, já que serviu como residência de verão à família real portuguesa e recebeu todos seus membros até a Proclamação da República, em 1910.

Em razão do seu tamanho, riqueza de detalhes e até mesmo quantidade de turistas (maior fluxo do que nos outros pontos turísticos), reserve pelo menos 3 horas para conhecê-lo.

Visitação: o horário de visita é das 9:45 até 19 horas (no inverno funciona das 10 horas até às 18 horas) e os preços são: 14 euros para adultos e 12,50 euros para pessoas entre 6 a 17 anos ou maiores de 65 anos.

O bilhete serve para visitar o palácio e o parque. Se a visita for somente ao parque os preços são: 7,50 euros para adultos e 6,50 euros para pessoas entre 6 a 17 anos ou maiores de 65 anos.

Na entrada do Castelo dos Mouros (primeiro que visitamos), optamos por comprar ingressos combinados (Castelo dos Mouros + Palácio da Pena) e obtivemos um pequeno desconto (1 euro), pagando 21 euros para visitar os dois lugares.

*Reserve ao menos 2 horas e meia para esse passeio (mas se for visitar os jardins, vai precisar de muito mais do que isso).

Palácio Nacional da Pena - Sintra | Foto: Anna
Palácio Nacional da Pena – Sintra | Foto: Anna

Palácio Quinta da Regaleira

Quinta da Regaleira - Sintra | Foto: Anna
Quinta da Regaleira – Sintra | Foto: Anna

O Palácio Quinta da Regaleira, edificado no final do século XIX, com espírito de ideais românticos, foi o meu preferido em Sintra, pois além de ser lindo é todo místico, misterioso e lúdico. Acho que também é o preferido da maioria dos visitantes.

O local se destaca pelos belos jardins (literalmente no estilo: “a grama do vizinho é mais bonita”, e é mesmo), lagos, grutas e construções enigmáticas.

Espalhados e escondidos pelos bosques você encontrará divindades gregas, capela neogótica, torreões, jardins, fontes, grutas,  poços, labirintos e até passagens subterrâneas.

Dentro da Quinta da Regaleira, está o Palácio da Regaleira, construído a pedido de Antonio Augusto Carvalho Monteiro (brasileiro, filho de portugueses, levado para Portugal ainda pequeno e depois voltou para o Brasil adulto, onde fez sua fortuna), que fez questão de usar várias mitologias, como a de Dante Alighieri e Camões para criar sua então casa de veraneio.

Antonio Carvalho Monteiro (1848-1920) era conservador, monárquico e queria reviver o passado mais glorioso de Portugal, por isso toda a construção da Quinta possui arquitetura neo manuelina, relembrando a época das grandes navegações.

Os símbolos esotéricos da Quinta também estão relacionados à alquimia e maçonaria.

O bosque e jardins ocupam a maior parte dos hectares da quinta e são as áreas que mais merecem atenção durante sua visita.

Porém, o que mais atrai e encanta os visitantes é o poço iniciático (ou conhecida como a famosa torre invertida), uma grande galeria subterrânea com escada em espiral que leva a um poço.

A escadaria de nove patamares é por lances de 15 degraus, invocando os 9 círculos do inferno de Dante, na divina comédia.

O poço é iniciático porque dizem que era utilizado em rituais da maçonaria, e os nove patamares simbolizam o conceito de Rosacruz do Cosmos.

Outra curiosidade é que o poço está todo conectado com outras partes da Quinta através de passagens subterrâneas.

O patrimônio foi adquirido pela prefeitura de Sintra em 1997 e em 11 de dezembro de  2018 recebeu o visitante de número 1.000.000.

Visitação: localizada na Rua Barbosa du Bocage, abre diariamente em diferentes horários conforme os meses do ano. De abril a setembro abre das 9:30 às 19 horas; de outubro a março abre das 10 horas às 17 horas.

A entrada custa 6 euros por pessoa (para adultos entre 18 e 64 anos), 4 euros para crianças entre 6 e 17 anos e maiores de 65 anos, e gratuito para menores de 5 anos.

A visita guiada custa 12 euros para adultos, 8 euros para crianças entre 6 e 17 anos e maiores de 65 anos, e gratuito para menores de 5 anos.

*Reserve ao menos 2 horas e meia para esse passeio.

Palácio Nacional de Sintra ou Palácio da Vila

Palácio da Vila ou Palácio Nacional de Sintra está localizado na pracinha central de Sintra.

Sua construção tem inspiração árabe e o que se destaca são as duas torres brancas cônicas que, na verdade, tratam-se de chaminés.

O Palácio da Vila funcionou desde o século XII como residência da família real portuguesa e em suas salas apresenta influências arquitetônicas épocas distintas.

Era usado na idade média como refúgio da corte no verão, principalmente para fins de caça.

Reúne estilos arquitetônicos diversos: gótico, mudéjar e manuelino. Destaque merecido para a maior coleção de azulejos hispano-mourisca e artes decorativas.

Visitação: diariamente, das 9:30 às 19 horas no verão e das 9:30 às 18 horas no inverno. Os ingressos custam 10 euros para adultos, 8,50 euros para crianças de 6 a 17 anos ou maiores de 65 anos.

Palácio de Queluz

O Palácio de Queluz, conhecido como o Versailles de Portugal, está entre Lisboa e Sintra, então acaba sendo mais fácil de ser visitado por quem está de carro.

Para quem não viaja de carro, mas faz questão de incluí-lo no roteiro, é possível pegar um trem na estação de Sintra até a estação Monte Abraão, em Queluz (cerca de 20 minutos de viagem). Da estação até o Palácio são mais 30 minutos a pé.

Concebido por iniciativa de D. Pedro III entre 1747 e 1786, a antiga quinta foi transformada em Paço Real. O palácio e jardins são marcados por influência francesa e italiana, e eram palcos de festejos reais no verão.

O Palácio de Queluz foi planejado como residência de verão da família real portuguesa e local de entretenimento da Corte, tornando-se residência permanente a partir de Dona Maria I, até da vinda da família real para o Brasil.

A curiosidade sobre esse palácio é que foi onde Dom Pedro I nasceu e morreu (como Pedro IV).

Visitação: diariamente, das 9:30 às 20 horas e, nos meses de inverno, das 10 às 18 horas. Os ingressos custam 8 euros para adultos, 6,50 euros para crianças de 6 a 17 anos ou maiores de 65 anos.

Palácio de Monserrate

Construído em 1856 para ser a residência de verão de uma família inglesa, próximo ao centro histórico de Sintra, está uma das mais belas criações arquitetônicas e paisagísticas do Romantismo em Portugal: o Parque e Palácio de Monserrate, testemunhos ímpares dos ecletismos do século XIX.

O Palácio combina influências góticas, indianas e sugestões mouriscas. Os jardins receberam espécies vindas de todo o mundo e foram organizados por áreas.

Foi um dos palácios que mais doeu o coração não ter visitado, pois já tinha visto várias fotos no Instagram com referência ao local e estava bem animada para conhece-lo. O motivo da desistência foi a localização, que ficou fora de mão em relação aos outros Palácios eleitos para serem conhecidos no nosso roteiro de 1 dia.

Para visitá-lo, faça o circuito Vila Express no ônibus 435, que faz a rota: Palácio Nacional de Sintra, Quinta da Regaleira, Palácio de Seteais e Palácio de Monserrate.

Visitação: diariamente, das 9:30 às 20 horas no verão e das 10 às 18 horas no inverno. Os ingressos custam 8 euros para adultos, 6,50 euros para crianças de 6 a 17 anos ou maiores de 65 anos.

Vila de Sintra

O centro histórico de Sintra também é um dos passeios que não pode ficar de fora do seu roteiro em Sintra.

As ruas são estreitas e de paralelepípedos.

No caminho entre o Palácio Nacional de Sintra e a Quinta da Regaleira, há varias lojinhas artesanato pelo caminho e dezenas de opções de bares, tapas e restaurantes charmosos.

Castelo dos Mouros - Sintra | Divulgação: Anna
Castelo dos Mouros – Sintra | Divulgação: Anna

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Escorpiana assumida, Defensora Pública em MS e wanderlust por natureza. Está sempre programando uma nova aventura e em busca de experiências, porque acredita que a melhor viagem é sempre a próxima!