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Vacina contra febre amarela: quais países exigem? Não perca a viagem!

Vai viajar? Já conferiu se o destino exige que o viajante tenha tomado vacina contra febre amarela? Confira aqui todas as dicas e procedimento para não arriscar perder suas férias por conta disso (como quase aconteceu com a gente esse ano…).

Em maio/2017 viajamos para Colômbia. Quem já nos acompanhava naquela época, viu que foi um sufoco danado, e quase a viagem de férias foi por água abaixo pela seguinte razão: em abril/2017, a Colômbia passou a exigir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia em relação à vacina contra a febre amarela dos viajantes residentes no Brasil.

Eu tenho uma qualidade que virou um defeito muito sério: adoro planejar tudo com bastante antecedência. Tudo que pesquiso e acho importante, imprimo e coloco numa pastinha com a referência de qual viagem se trata. Só pra você ter ideia, desde abril de 2017, eu já tinha parte da viagem de março de 2018 programada.

Acontece que essa “organização exagerada” virou um problema no caso da viagem para a Colômbia. Comprei as passagens e reservei o hotel em janeiro. Usei fevereiro e março para programar o roteiro, ver passeios e analisar informações pertinentes. Foi então que, lá no mês de fevereiro ou março, conferi a lista dos países que exigiam a vacina contra febre amarela, e Colômbia não estava no rol.

O dia da viagem chegou e embarcamos em Campo Grande. Porém, a companhia aérea (LATAM) permitiu que embarcássemos normalmente, sem solicitar nenhum documento extra. Na nossa cabeça estava tudo certo… ledo engano!

O problema veio à tona quando tentamos embarcar no avião GRU – BOGOTÁ, e fomos barrados porque não estávamos com o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia em mãos.

Imagina o susto ao descobrir que a exigência tinha sido imposta há poucos dias? A partir daí foi uma correria só para ir atrás das nossas carteiras de vacinação. A sorte é que já tínhamos a vacina, então era só criar e executar um plano para que elas chegassem em nossas mãos o quanto antes.

Com sorte e muita disposição (depois de muito nervoso também… faz parte, pois nenhuma viagem é 100% perfeita, e são nessas horas que a gente aprende), conseguimos embarcar no dia seguinte. Se de toda situação ruim realmente há algo bom a se tirar, nesse caso foi a seguinte lição: não importa o destino, não viajo mais sem meu Certificado Internacional de Vacinação (o meu e o do Rodrigo no caso, né? Porque ele me confere o “título” de tutora dele quando o assunto é viagem rsrs).

vacina contra febre amarela
Imagine só: deixar de conhecer um lugar desse por causa de não ter o certificado internacional de vacinação?

Se quiser saber mais sobre nossa viagem a San Andrés (Colômbia), CLIQUE AQUI.

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Vacina contra febre amarela

Como o próprio nome já indica, a vacina previne a febre amarela, uma doença causada por um vírus da família dos Flavivírus e transmitida por meio de picada de mosquito.

As espécies de mosquito Haemagogus e Sabethe transmitem a febre amarela silvestre (regiões de mata e interioranas), e o Aedes aegypti transmite a febre amarela urbana (áreas metropolitanas). Embora o agente transmissor possa ser diferente, o vírus é o mesmo.

No início de 2017, o Brasil teve um surto de febre amarela, o que influenciou que vários países passassem a exigir o Certificado Internacional de vacina contra a febre amarela aos brasileiros que ingressassem em seu território (CLIQUE AQUI para saber mais sobre o assunto).

Portanto pessoal, em decorrência desse surto, mesmo que você não esteja com viagem programada, sugiro que, caso ainda não tenha tomado a vacina contra febre amarela, dirija-se ao posto de vacinação mais próximo, e tome a dose para prevenir a doença.

Caso você esteja com viagem internacional programada, é preciso ficar atento e pesquisar se o destino para onde vai, exige o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela dos viajantes residentes no Brasil.

Ressalto, ainda, que mesmo para viagens nacionais, há certos destinos que solicitam a vacina, como é o caso do Jalapão. Fomos ao Parque Estadual do Jalapão em Junho/2017 (para saber mais sobre nossa trip ao Jalapão, CLIQUE AQUI), e a orientação era para que tomássemos a vacina. Ninguém nos parou exigindo a comprovação, mas é uma medida de segurança que deve ser respeitada.

Quem deve tomar vacina contra febre amarela?
A vacina contra a febre amarela é indicada para pessoas entre 9 meses e 60 anos que residem em regiões de risco e também para pessoas pretendem viajar para regiões afetadas pelo surto ou que exigem a vacina para ingresso em seu território. Conforme a OMS (Organização Mundial de Saúde), a vacinação é a forma mais importante de prevenir a febre amarela.

Como age a vacina contra a febre amarela?
O efeito protetor da vacina se verifica somente a partir do décimo dia em que a dose foi aplicada. Portanto, se você pretende embarcar para um país que exige a vacina contra febre amarela, lembre-se de respeitar essa antecedência mínima, caso contrário, você não poderá embarcar, pois dez dias é o “período de encubação do vírus”.

Doses necessárias?
Atualmente a OMS recomenda apenas uma dose. Até pouco tempo atrás, exigia-se a renovação da vacina contra febre amarela a cada 10 anos, mas agora sua validade é vitalícia (confira aqui).

Na viagem que fizemos para Colômbia em maio/2017, a funcionária da companhia aérea não estava ciente dessa nova regra e me barrou, dizendo que minha vacina estava vencida (embora constasse na minha carteira internacional de vacinação que a vacina era válida para a vida toda).

Eu expliquei a ela que minha vacina era válida para toda a vida, conforme constava no próprio carimbo da ANVISA, mas ela não me liberou até outro funcionário dizer que eu estava certa. Então essa ainda é uma informação que precisa ser melhor difundida.

Vacina contra a febre amarela tem validade para toda a vida (OMS)
Vacina contra a febre amarela tem validade para toda a vida (OMS)

Se eu já tomei a vacina, mas não me recordo, posso tomar novamente?
Sim, não há problemas em tomar nova dose. “Na dúvida, a recomendação é para se vacinar” – Fonte: site do Ministério da Saúde – para conferir e tirar suas dúvidas, CLIQUE AQUI.

Há contraindicações da vacina contra febre amarela?
A vacina contra febre amarela é contraindicada a gestantes, mulheres em período de amamentando, crianças até seis meses e pessoas com mais de 60 anos de idade. Pessoas imunodepressivas, como pacientes oncológicos e portadores de doenças crônicas também não devem tomá-la, assim como que apresente reações alérgicas graves após a ingestão de ovo ou que estejam fazendo uso de corticoides.

Lembrando que é o seu médico quem dará o diagnóstico final, informando se no seu caso a vacina é contraindicada.

O que eu devo fazer se pretendo viajar para um país que exige a vacina, mas apresento um quadro de contraindicação?
Você poderá embarcar, desde que pegue o atestado do seu médico e solicite na ANVISA uma carteira internacional de vacinação indicando o motivo pelo qual você não poderá tomar a vacina contra febre amarela.

Lembre-se: não basta o atestado do seu médico, sendo necessário levar esse documento até a ANVISA e emitir a carteira internacional ainda assim. Você terá um Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), mas ao invés de constar a informação de que você tomou a vacina, terá a informação que você deixou de tomá-la porque apresenta um quadro de contraindicação.

Conforme consta no próprio site da ANVISA:

“Para casos em que a vacinação ou a profilaxia for contraindicada, o viajante deverá ser orientado sobre a necessidade de um Atestado de Isenção de Vacinação, conforme modelo disponível no link abaixo. O Regulamento Sanitário Internacional estabelece que as autoridades de saúde devem considerar esse documento, porém ainda poderão ser aplicadas outras medidas de controle. As informações de atestados médicos contraindicando a vacinação podem ser inseridas no SISPAFRA para emissão do Certificado de Isenção de Vacinação, conforme definido no capítulo anterior. As contraindicações possíveis estão normatizadas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde”.

Locais considerados “área de risco” para o surto de febre amarela dentro do Brasil:

Para sua própria segurança, não deixe de tomar a vacina contra febre amarela se for a um desses lugares:

Leste de Minas Gerais; Oeste do Espírito Santo; Oeste da Bahia; Noroeste do Rio de Janeiro ; Parque Estadual do Jalapão.

Países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP):

Nesses casos, ter o CIVP em mãos se torna indispensável.

Vacina contra febre amarela
Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia

A lista completa de países que exigem a vacina contra a febre amarela pode ser consultada no site da Organização Mundial de Saúde – CLIQUE AQUI para conferir.

É importante consultar a lista sempre antes de viajar. Melhor ainda: tenha SEMPRE consigo sua CIVP para o caso de algum país ser incluído na lista repentinamente ou eventual alteração no roteiro de viagem.

Há países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia de todos os viajantes, e há os que exigem apenas dos viajantes provenientes de uma área de risco. O Brasil é considerado país de risco, então se você reside no Brasil, o melhor a fazer é ter sua CIVP sempre junto com o passaporte e/ou documentos pessoais.

Países que exigem vacina contra febre amarela de viajantes que residam ou tenham passado por algum país de risco (atualização – 2017):

Afeganistão, África do Sul, Albânia, Arábia Saudita, Argélia, Antígua e Barbuda, Austrália, Bahamas, Barein, Bangladesh, Barbados, Belize, Benin, Butão, Bolívia, Bonaire, Botsuana, Brunei, Burkina Faso, Cabo Verde, Camarões, Camboja, Cazaquistão, Chade, China, Cingapura, Colômbia, Coreia do Norte, Costa Rica, Cuba, Curaçao, Djibuti, Dominica, Egito, El Salvador, Eritreia, Etiópia, Fiji, Filipinas, Gâmbia, Granada, Guadalupe, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Haiti, Honduras, Ilhas Pitcairn, Ilhas Salomão, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Jordânia, Kiribati, Laos, Lesoto, Líbia, Madagascar, Malawi, Malásia, Maldivas, Malta, Martinica, Mauritânia, Maurício, Mayotte, Montserrat, Moçambique, Myanmar, Namíbia, Nauru, Nepal, Nova Caledônia, Nigéria, Niue, Omã, Panamá, Paquistão, Paraguai, Polinésia Francesa, Quênia, Quirguistão, Reunião, Ruanda, São Bartolomeu, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, Saint Martin/Sint Maarten, São Vicente e Granadinas, Samoa, São Tomé e Príncipe, Santa Helena, Senegal, Seychelles, Somália, Sri Lanka, Sudão, Suriname, Suazilândia, Tailândia, Timor-Leste, Trinidad e Tobago, Tristan da Cunha, Tanzânia, Uganda, Vietnã, Wallis e Futuna, Zâmbia e Zimbábue.

Países que exigem vacina contra febre amarela de todos os viajantes (atualização – 2017):

Angola, Burundi, República Centro-Africana, Congo, Costa do Marfim, República Democrática do Congo (ex-Zaire), Guiana Francesa, Gabão, Gana, Guiné-Bissau, Índia, Libéria, Mali, Níger, Serra Leoa, Suriname e Togo.

Como obter o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)?

Primeiro você deve tomar a vacina contra a febre amarela no local de vacinação de sua escolha. Depois basta levar sua carteira da vacinação até a ANVISA e solicitar a CIVP.

O Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) é um documento que comprova a vacinação contra doenças, conforme definido no Regulamento Sanitário Internacional.

Uma dica é aproveitar um dia que estiver no aeroporto para fazer isso. O Rodrigo fez a dele na ANVISA do aeroporto de Campo Grande, e eu (Anna) no aeroporto de Guarulhos. Aproveitamos um dia que estávamos entre conexões.

Para saber mais sobre o passo a passo, CLIQUE AQUI.

Em síntese, o procedimento é o seguinte:

1) Tomar a vacina exigida. No caso da vacina contra a febre amarela, o prazo mínimo de antecedência é de 10 dias (pelo menos 10 dias antes do dia da sua viagem);
2) Realizar o pré-cadastro no SISPAFRA – clicar na opção “cadastrar novo” ou no link “cadastro”. Aqui em Campo Grande não foi necessário esse pré-cadastro, mas ele agiliza o procedimento;
3) Comparecer à ANVISA/Centros de orientação para a emissão do CIV – é necessária a presença física do interessado, pois a emissão está condicionada à assinatura do viajante. Para saber quais são e onde estão os Centros de Orientação, CLIQUE AQUI;
4) Apresentar a documentação necessária: carteira nacional de vacinação + documento original com foto.

Atenção 1: é preciso que sua carteira nacional de vacinação esteja preenchida com todos os dados necessários: data de administração, fabricante e lote da vacina, assinatura do profissional que realizou a aplicação e identificação da unidade de saúde onde a vacina foi aplicada.

Atenção 2: se o viajante for menor de 18 anos, não é necessária a presença na ANVISA/Centro de orientação, bastando o responsável legal.

Muitas vezes voltamos nossa atenção somente ao passaporte e ao visto, esquecendo das vacinas e/ou outros documentos exigidos, que são tão importantes quanto os primeiros. Eu aprendi pelo jeito mais difícil, mas com o post de hoje, além de compartilhar minha experiência (que foi bem ruim por sinal), quero te motivar a providenciar o quanto antes essa documentação. Não espere a semana da viagem chegar para ir atrás do seu Certificado Internacional de Vacinação!

Confira no vídeo abaixo como foi nossa luta para conseguir o CIVP e embarcar para a Colômbia em maio (aproveite e se inscreva no nosso canal: www.youtube.com/blogmaladeviagem):

Se você ainda não tem o CIVP, assim que tiver um tempinho já aproveite para providenciá-lo. Depois é só deixá-lo junto com o seu passaporte, prevenindo qualquer “incidente”!

Até a próxima turma!

Abraço.

Anna.

 

  • Marilisa Domingues

    Olha essa dica é super precisa para um viajante, eu tenho um grande problema com vacinas, faço uso contínuo do corticoides e não posso tomar, infelizmente enquanto estiver em tratamento
    dificilmente sairei do Brasil. Esse post é super útil, muito aprendizado contigo. beijos

    • blogmaladeviagem

      Marilisa, se sua viagem for para um local com risco de contágio, então realmente acho arriscado, mas se for um destino que exige a vacina do brasileiro por entender que o Brasil que é a área de risco, então com atestado do seu médico e preenchimento do formulário de isenção da vacina, você pode embarcar normalmente. Obrigada pela visita. Bjs

  • Renata Sucena

    Nossa post de super utilidade e completíssimo, adorei. Bom pra deixar salvo para tirar qualquer dúvida. Eu sei que já tomei quando fui pra Austrália, mas claro que não tenho mais esse comprovante, já faz quase 20 anos… hehe

    • Anna Claudia Rodrigues

      Oi Re! só tomar de novo… eu já tomei umas 3 ou 4 vezes eu acho kkkkkk

    • blogmaladeviagem

      Oi Re! só tomar de novo… eu já tomei umas 3 ou 4 vezes eu acho kkkkkk

  • Erik Trovão Diniz

    Nunca passei por esse perrengue que vcs passaram, mas tenho um amigo que perdeu a viagem para a Bolívia, exatamente, por conta disso. Por isso, nunca deixo de levar meu certificado seja qual for o meu destino. Ele já fica guardado junto com meu passaporte.

    • blogmaladeviagem

      Isso mesmo Erik… carteira de vacinação agora é igual passaporte pra mim!

  • Jaqueline Caixeta

    Tipo de post completamente essencial pra todo viajante! E confesso que já vou providenciar a minha, porque deixar de conhecer um lugar por isso é bem triste! Obrigada por compartilhar

  • Arrasou Anna! Muito informativo. Também fiz o meu por precaução justamente por ouvir uma história de outra pessoa que acabou sendo pega nessa surpresinha da Colômbia KKK.

  • Alexandre Nunes

    Muito legal a iniciativa de vcs escreverem um post sobre esse assunto. Vi o perrengue de vcs e imagino que muita gente passa por isso. Parabens… abraco

    • Muito obrigada Alexandre. Foi um sufoco mesmo e compartilhando essas informações espero evitar que as pessoas passem pelo mesmo problema! Abraço

  • Esse foi o guia mais completo que já vi sobre a vacina da febre amarela. Além de ser importante para que nos imunizemos, claro, pelo menos dois países eu já visitei e que exigiam: Tailândia e Cidade do Cabo. Sem o certificado, seria dar uma volta e ir embora! Haha.

    Se eu passasse pelo que vocês passaram, ficaria louco!

    Vou linkar esse post lá no nosso blog!

    • Muito obrigada Igor!!! Pois é, às vezes a gente acaba voltando nossa atenção a vistos e passaporte e esquece que vacina é tão importante quando os primeiros. Abraço!

  • Glaucia

    Que post esclarecedor! Eu lembro claramente o perrengue que vcs passaram por não terem a vacina no dia do voo. E foi por causa de vocês que tirei meu certificado internacional! Obrigada!!!
    Que bom que o final foi feliz.

    • Que bom Glaucia! Fico feliz em saber que nossa experiência ajudou as pessoas!

  • Aninha Lima

    Depois daquele sufoco que passaram indo para San Andres, não querem que mais ninguém passe por isso, não é??
    Rs Eu tomei há muitos anos atrás quando fui para Austrália… a conferência foi bem rigorosa! Post de utilidade publica!!!

    • Verdade Aninha, sofremos demais naquele dia! Agora quero todo mundo com Certificado de Vacinação em mãos hehehe

  • Que sufoco Anna, que bom que no final deu tudo certo! Quando eu fui ainda não precisava, mas no retorno a primeira coisa que fiz foi tomar a vacina hehe

    • Verdade Pri, fui um pouco depois de você, assim que as regras mudaram!

  • Flavia

    Ai que sonho! Esse destino é demais! A dica da vacina é mega importante. Sempre confiro tudo que é necessário para não passar perrengue rss ainda bem que tudo deu certo.

    • Isso mesmo Flavia, você está certinha! Graças a Deus o sufoco foi momentâneo e tudo foi resolvido!

  • Liany Garves

    Nossa eu vi o sufoco de vocês. Eu tomei a vacina pra ir pra Bolivia e desde então ando com a carteirinha em todas as viagens. Também tenho maior medo de ser barrada por causa disso. Até hoje nunca me pediram a comprovação, mas sempre prefiro não arriscar. Ótimas dicas nesse post 🙂

  • Livia Melo

    Lembro demais do sufoco de vcs pra San Andrés… Senhor!! Até eu fiquei nervosa, haha! Ainda bem que deu tudo certo. Esse post é de utilidade pública, muito importante estar ligado nas vacinas!!

  • Que triste Airton… Aconteceu a mesma coisa conosco, mas conseguimos resolver a tempo de embarcar no próximo voo. Também ficamos com muita raiva! Nesse caso eu entraria com uma ação de danos morais e materiais contra a CVC. Não vai trazer sua viagem de volta, mas compensa um pouco o abalo. Boa sorte!

  • Olá Izaac, tudo bom? Se os países para onde você está indo não exigem a vacina, então não tem com o que se preocupar! Só confira a lista da Anvisa com uns 15 dias de antecêdencia para ter certeza que nada mudou, ou seja, que o país de destino não começou a exigir vacinação, pois aí vc consegue tomar a vacina dentro do prazo de 10 dias antes da sua viagem! Boa viagem!

  • Isadora Reitano

    Boa noite!
    Tenho uma amiga que viajará para as Bahamas daqui uma semana, e o prazo exigido para a vacina eh de 10 dias.
    Quando chegar lá terá completado 8 dias que ela tomou a vacina.
    Você sabe se eles são rigorosos com esse prazo? Se tem alguma coisa que ela pode fazer?
    Obrigada

    • Oi Isadora!
      Pois é, o prazo é de 10 dias. Eles verificam sim, pois 10 dias é o prazo de encubação, e antes disso a vacina não tem efeito.
      Existe a possibilidade de remarcação da viagem para garantir a observância do prazo… Ou analisar se ela se encaixa em alguma das hipóteses de inexigibilidade da vacina (nesse caso há necessidade de preenchimento de formulário específico no site da ANVISA).
      Ela nunca tinha tomado vacina de febre amarela antes? Essa foi a primeira? Porque agora a vacina é vitalícia, logo, se ela já tomou alguma dia da vida, pode apresentar o comprovante em um posto da Anvisa e solicitar a emissão do CIVP com base naquela vacina anterior…
      Boa sorte!

      • Isadora Reitano

        Foi a primeira vez que ela tomou… e ela tirou o certificado em seguida
        ela vai acabar “arriscando” vai pra Miami primeiro, qualquer coisa vai estender mais 2 dias em Miami e perder em bahamas ☹️☹️
        Vamos ver o que vai dar..
        obrigada pela informação!