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deserto do Atacama

Dicas e passeios: o que fazer no deserto do Atacama (Chile)

Feitas as considerações iniciais para programação de uma viagem de sucesso ao deserto do Atacama, hoje é dia de mostrar cada um dos passeios que fizemos, quais os melhores, quais recomendo (ou não), e o que ficou de fora da nossa lista, mas você deve incluir na sua. Gostou? Então vem comigo que além de muita informação, o post está recheado de fotos lindas!

Estivemos no Atacama em novembro de 2015 e se me perguntarem se senti mais frio ou calor por lá, a resposta sem dúvida é que senti muito mais frio.

Durante o dia, nos momentos de sol quente, era possível tirar as blusas e ficar apenas de camiseta sem manga, mas isso era em poucos momentos do dia.

Por outro lado, já vi muita gente dizendo que sentiu muito calor no deserto do Atacama e que o sol era muito quente.

A partir daí vem minha conclusão: você terá horas de frio intenso e horas de calor (intenso ou não) em sua viagem. Entretanto, isso dependerá muito da época em que visitar o deserto do Atacama e também da sua resistência ao frio ou calor.

Retomando um pouco o assunto do post anterior, o importante é se vestir adequadamente para o dia e passeios programados. Procure sempre colocar uma roupa fresca por baixo das camadas de roupas quentes, assim, durante o dia, fica fácil de tirar e se manter sempre com roupas adequadas. *Não se esqueça do protetor solar!

Alguns passeios envolvem água, logo, para esses dias, já coloque sua roupa de banho por baixo.

Feitas essas introduções, vamos ao assunto principal do post:

Quais passeios fazer no deserto do Atacama?

Laguna Cejar: foi o nosso primeiro passeio no deserto do Atacama. Já era período da tarde (por volta das 15h) e o clima estava agradável (quente, mas nada exorbitante não).

Clima agradável na Laguna Cejar - Deserto do Atacama
Clima agradável na Laguna Cejar – deserto do Atacama

A Laguna Cejar tem 20 metros de profundidade e lhe proporciona uma atração diferenciada: boiar, boiar e jamais afundar (não como os fervedouros do Jalapão – para saber mais sobre o fenômeno que acontece nos fervedouros, cliquei aqui), mas em decorrência da alta concentração de sal na água. A concentração de sal na Laguna Cejar (80%) é maior do que no Mar Morto.

A alta concentração de sal na Laguna Cejar, faz com que você não afunde - Deserto do Atacama
A alta concentração de sal na Laguna Cejar, faz com que você não afunde – deserto do Atacama

Na Laguna Cejar há vestuários onde você pode trocar de roupa (mas o melhor mesmo é já ir com roupa de banho por baixo). Depois de sair da água você poderá tomar uma ducha para tirar o excesso de sal do corpo e se vestir.

A Ayllu Atacama nos empresta esses roupões sempre que o passeio envolve água
A Ayllu Atacama nos empresta esses roupões sempre que o passeio envolve água

A água da Laguna é gelada pacas! Nem mesmo o solzinho do deserto foi suficiente para nos aquecer. Ficamos cerca de 15min na água e saímos minutos antes do corpinho entrar em colapso.

15 minutinhos de água gelada na Laguna Cejar - deserto do Atacama
15 minutinhos de água gelada na Laguna Cejar – deserto do Atacama

A sensação é bem legal e vale muito à pena encarar a água gelada e topar a experiência. Só nem pense em molhar o cabelo, porque com aquele tanto de sal, depois a situação vai ficar feia pro seu lado…

A concentração de sal é tão intensa que na água você percebe cada pequeno corte que tem no corpo, pois arde mesmo. Sorte que eu não estava tão machucada dessa vez (eu vivo com cortes e roxos pelo corpo).

Além da Laguna Cejar, outa laguna que lhe permite boiar sem afundar é a Laguna Escondida de Baltinache (essa não chegamos a conhecer).

A Manu, do Blog Dona Viagem, esteve nas Lagunas Escondidas de Baltinache (clique aqui para saber mais).

Roupas usadas neste passeio: botinha de trilha, calça legging, camiseta e roupa de banho por baixo. Além disso, levei chileno para depois que saísse da água e um casaco pesado para o passeio que viria na sequência (Laguna Tebinquinche).

Laguna Tebinquinche: mais uma laguna fantástica pra lista, mas esta não pode entrar, é apenas para contemplação, e que contemplação…

Laguna Tebinquinche - deserto do Atacama
Laguna Tebinquinche – deserto do Atacama

Fomos no final do dia (depois da Laguna Cejar) e ficamos até o por do sol. Se você tiver sorte e for em dia sem vento, conseguirá registrar fotos lindas das montanhas refletidas na água.

No local há uma trilha delimitada por onde você caminha e vai observando aquela paisagem espetacular de vários ângulos diferentes.

"Trilha" delimitada para conhecer a Por do sol na Laguna Tebinquinche de todos os ângulos - deserto do Atacama
Trilha delimitada para conhecer a Por do sol na Laguna Tebinquinche de todos os ângulos – deserto do Atacama

Quando terminamos a leve caminhada e sessão de fotos, o nosso guia da Ayllu já estava no esperando com um café da tarde e drinks, entre eles o famoso Pisco Sour.

E assim foi o nosso por do sol: regado à petiscos e pisco.

Por do sol na Laguna Tebinquinche - deserto do Atacama
Por do sol na Laguna Tebinquinche – deserto do Atacama

Roupas usadas nesse passeio: calça, botinha e um casaco corta vento mais pesado. No fim do dia, depois que o sol de foi, ventou bastante e fez frio.

Salar de Tara: esse passeio te leva em lugares lindos, mas é o passeio mais sofridinho que fizemos, pois são duas horas de viagem até o salar.

Já que você terá tempo, aproveite para apreciar a estrada, a paisagem desértica, a vegetação rala e os animais.

Guanacos e vicunhas são animais típicos do deserto do Atacama
Guanacos e vicunhas são animais típicos do deserto do Atacama

Salar de Tara foi a atração de maior atitude (por volta dos 5.000m) que visitamos no deserto do Atacama. Na ida tudo correu bem, mas na volta sofri com tal do “mal de altura”, tive enjoo, dor de cabeça e tontura. Tomei remédio, mas não adiantou. Só passou mesmo quando cheguei a San Pedro, tomei um banho e dei uma descansada.

Como a viagem é longa, nosso guia fez várias paradas no caminho. Nessas paradas ele nos contava sobre a geografia do lugar e tornava tudo ainda mais interessante.

Uma das paradas no caminho - Vulcão Licancabur - deserto do Atacama
Uma das paradas no caminho – Vulcão Licancabur – deserto do Atacama

Um dos pontos de destaque desse dia (uma das paradas antes de chegar no salar) foi a Reserva Nacional Los Flamencos, onde há diversas formações rochosas que se assemelham a figuras de animais, pessoas, objetos… Depende da sua imaginação.

Eu achei um índio rsrs - deserto do Atacama
Eu achei um índio rsrs – deserto do Atacama

O Salar de Tara tem uma linda vista e lá degustamos mais um lanche no capricho, mas confesso que não foi a minha atração preferida no Atacama não.

Salar de Tara: atrativo mais alto e mais longe que visitamos no deserto do Atacama
Salar de Tara: atrativo mais alto e mais longe que visitamos no deserto do Atacama

Obs.1. Nesse dia não há banheiros no caminho. Como também não há moitas, muito menos árvores por lá, a gente se virava se escondendo atrás do carro mesmo. Leve lencinho umedecido para ajudar na saga.

Obs.2. Salar de Tara é um dos passeios que só é indicado fazer com agência, pois não há sinalizações no caminho, apenas um deserto imenso e sem fim.

Roupas usadas nesse passeio: roupa de frio completa, incluindo gorro, luvas e cachecol.

Piedras Rojas e Lagunas Altiplânicas: esse foi o dia das paisagens mais lindas que vimos no deserto do Atacama (e na vida toda, claro).

A primeira parada já foi um show: ver os flamingos na Laguna Chaxa foi lindo! Ventava muito nesse dia, mas aguentei firme, pois contemplar os animais ali na frente era mais importante.

Muito amor pelos Flamingos - deserto do Atacama
Muito amor pelos Flamingos – deserto do Atacama

Fizemos outra parada no Vale Dourado, lugar conhecido por todos como “o legítimo plano de fundo do Windows”.

Paisagens que parecem quadros pintados à mão? Você encontra aos montes no deserto do Atacama
Paisagens que parecem quadros pintados à mão? Você encontra aos montes no deserto do Atacama

O Salar de Águas Calientes (que de calientes não tem nada – estava é tudo congelado) é onde estão as Piedras Rojas. O lugar é deslumbrante de lindo.

Piedras Rojas - deserto do Atacama
Piedras Rojas – deserto do Atacama

Ali fizemos nosso lanche do dia, mas estava muito frio e o vento estava em torno de 60km/h, então eu estava mais afim de admirar o lugar de um lugar quentinho (leia-se: “carro”) do que comer em meio à ventania.

Olha a ventania - Piedras Rojas - deserto do Atacama
Olha a ventania – Piedras Rojas – deserto do Atacama

Esse foi o dia mais frio da viagem, inclusive mais frio do que nos geisers. Mas já vi muita gente nesse mesmo lugar tirando fotos de camiseta. Isso nos leva àquela ideia inicial: o tempo oscila muito no deserto do Atacama.

Estava frio demais, mas tudo era tão lindo! Piedras Rojas - deserto do Atacama
Estava frio demais, mas tudo era tão lindo! Piedras Rojas – deserto do Atacama

O próximo destino foram as Lagunas Altiplânicas (4.200m de altitude): mais pinturas feitas à mãos para agraciar nossos olhos!

Lagunas Altiplânicas - deserto do Atacama
Lagunas Altiplânicas – deserto do Atacama

São passeios de contemplação e você faz pequenas trilhas para observar a paisagem de vários ângulos. Sempre o guia nos dizia para andar dentro da área delimitada, evitar muito esforço físico e que no final estaria nos aguardando com o lanche do dia.

Muito amor por esse lugar - Lagunas Altiplânicas - deserto do Atacama
Muito amor por esse lugar – Lagunas Altiplânicas – deserto do Atacama

Roupas usadas nesse passeio: roupa de frio completa, incluindo gorro, luvas e cachecol. Foi o dia mais frio da nossa viagem, pois o vento judiou demais.

Geisers del Tatio: é um dos passeios mais famosos do deserto do Atacama, e o fenômeno só acontece pela manhã, então tem que acordar bem cedinho para não perder.

Os geisers (ou geysers) são nascentes termais que entram em erupção periodicamente. Nessa erupção é expelida água quente (90ºC) e vapor.

Geisers del Tatio - deserto do Atacama
Geisers del Tatio – deserto do Atacama

Como se formam os geisers? A água subterrânea se choca nas fendas do lençol freático e, em contato com as rochas e lava vulcânica, é aquecida aos poucos. A água se submete à alta pressão e isso eleva seu ponto de ebulição, fazendo com que seja expelida com força, gerando os jatos d´água.

Existem cerca de 1.000 geisers em todo o mundo, e o deserto do Atacama abriga alguns deles (outros lugares onde você encontra: EUA, Nova Zelândia, Rússia e Islândia).

Tem que ter muita atenção quando fizer este passeio, pois não há barreiras de proteção (apenas pedras marcando o limite de segurança). Já foram registrados acidentes no local, então cuidado com a distância e, principalmente, com selfies.

Geisers del Tatio - deserto do Atacama
Geisers del Tatio – deserto do Atacama

Ali naquele cenário lindo e gelado (em torno de -5ºC) tivemos nosso café da manhã preparado pelo guia da Ayllu Atacama, que também nos explicou muito sobre o fenômeno dos geisers.

Café da manhã bem diferente - Geisers del Tatio - deserto do Atacama
Café da manhã bem diferente – Geisers del Tatio – deserto do Atacama

Depois do café da manhã fomos para um lago de água termal ali do lado. O Rodrigo foi o corajoso da vez e topou a aventura. Eu preferi ficar quentinha e sequinha ali com as minhas 5 camadas de roupa. Hoje me arrependo e penso que teria curtido a experiência.

Lago de água quente do lado dos Geysers - Atacama
Lago de água quente do lado dos Geisers – Atacama

Roupas usadas nesse passeio: roupa de frio completa, incluindo gorro, luvas e cachecol, além de roupa de banho se for entrar na água termal.

Vale de La Luna e Vale de La Muerte: dia de conhecer a “Lua” e depois ver o por do sol em “Marte”. Os vales fazem parte da Cordilheira de Sal (morros formados por cristais de sal, que você verá facilmente no Vale da Lua, onde você visita algumas cavernas de sal).

Cavernas de sal no Vale da Lua - deserto do Atacama
Cavernas de sal no Vale da Lua – deserto do Atacama

Antes disso a parada foi na famosa Pedra do Coyote (quando eu fui era possível tirar foto lá na ponta da pedra, mas agora, por questões de segurança, não é mais permitido).

Piedra del Coyote - deserto do Atacama
Piedra del Coyote – deserto do Atacama

O Vale da Lua tem esse nome porque há estudos dizendo que o solo de lá se assemelha ao solo da Lua.

Vale da Lua - deserto do Atacama
Vale da Lua – deserto do Atacama

O Vale da Muerte se parece muito com as “cenas de Marte” que vemos nos filme. Além disso, o nome também faz referência ao precipício que tem no local, daí de se falar em “muerte”.

Vale da Muerte - deserto do Atacama
Vale da Muerte – deserto do Atacama

*Os atrativos do deserto do Atacama não são cercados. Em alguns lugares há pedras indicando a área segura. A responsabilidade do turista é que fará a segurança do passeio. Eu não indico viajar para o deserto do Atacama com crianças. Há vários relatos de acidentes no Atacama, então: seja responsável!

O acesso ao Vale da Lua e da Morte é bem fácil e ficam muito próximo a San Pedro do Atacama. São passeios para serem feitos no mesmo dia.

Obs. é possível praticar sandboard no Vale da Morte, mas não vi ninguém praticando no dia que fomos.

Vale da Muerte - deserto do Atacama
Lindo por do sol no Vale da Muerte – deserto do Atacama

Roupas usadas nesse passeio: fomos no Vale da Lua por volta das 15h e estava quente – usei calça e camiseta. Depois no Vale da Morte fez muito frio devido ao vento, então um casaco foi fundamental.

Vale do Arco-Íris e Petroglifos: foi o nosso último passeio no Atacama e só indico que faça se você tiver tempo sobrando mesmo.

É um passeio pouco procurado e, realmente, não é tão legal quanto os outros, embora tenha sua importância e seja um fenômeno natural de tirar o chapéu, visto que as montanhas tiveram origem no período cretáceo ou jurássico.

Vale do Arco-Íris - deserto do Atacama
Vale do Arco-íris – deserto do Atacama

O nome “Vale do Arco-Íris” (3.600m de altitude) é fruto das múltiplas cores de seus cerros, decorrência da grande quantidade e diversidade de minerais no local.

As diferentes cores das rochas decorrem da diferença na composição de cada camada. A quantidade de cada tipo de minério na rocha, é que determinará sua coloração.

Vale do Arco-Íris - deserto do Atacama
Vale do Arco-íris – deserto do Atacama

Ainda, a diferença na aparência das rochas de mesma composição, ocorre devido à diferença de resfriamento da lava vulcânica que originou o Vale.

Vale do Arco-Íris - deserto do Atacama
Vale do Arco-íris – deserto do Atacama

Os petroglifos são pinturas rupestres feitas em períodos históricos diferentes. Ali era uma rota Inca que ligava Peru a onde hoje é Santiago.

Petroglifos - deserto do Atacama
Petroglifos – deserto do Atacama

Roupas usadas nesse passeio: fomos no período da manhã e não fazia muitoooo frio. Usei botinha de trilha, calça jeans, blusa e cacaso, mas consegui me manter bem aquecida.

Outros passeios: são passeios que não fizemos, mas que se fosse hoje eu não deixaria de fora da minha lista.

– Termas de Puritama – A Mayara do Piña Blog foi! (clique aqui para conferir).

– Tour Astronômico – A Manu do Dona Viagem fez! (clique aqui para conferir).

– Escalar o Vulcão Licancabur.

Bom turma… Aqui finalizo as dicas sobre o Atacama, lugar que eu recomendo muitooo que você vá. Às vezes a gente pensa em “deserto” e o que nos vem à mente é só uma imagem de um monte de areia, não é? Mas nesses posts deu pra ver que o deserto do Atacama é muito mais do que essa imagem preconceituosa, certo? Até hoje lembro da das montanhas com neve no topo espelhadas no lago, e quero muito que você também tenha essa experiência. Então bora se programar e fazer a Mala de Viagem!

Abraços,

Anna.

Para ver o primeiro post sobre o deserto do Atacama – “Atacama: as belezas do deserto mais árido do mundo” – clique aqui!

  • Marilisa Domingues

    Esse é o deserto mais lindo que eu conheço rs.. morro de vontade de entrar nessa laguna que não afunda haha deve ser uma experiência incrível né? não imaginava que era tão gelada. Acho que preciso trb minha mente antes de entrar haha água geladinha não é cmg haha.. Adorei as dicas e vou salvar aqui beijos

    • blogmaladeviagem

      kkkkkk mas mesmo não conhecendo outros, acho que esse ganha! A água é super gelada, mas a sensação é muito legal, vale à pena sim!!!

  • Jaqueline Caixeta

    As paisagens do Atacama são de tirar o folego né!! Infelizmente quando fui só fiz a travessia pra Uyuni, mas pretendo voltar pra conhecer todas essas lagunas e paisagens maravilhosas!

    • blogmaladeviagem

      E eu pretendo fazer a travessia para o Uyuni hehehe bjs Jaque

  • Erik Trovão Diniz

    Estou numa fase de ler tudo que encontro sobre o Atacama já que irei para lá em setembro. Amei o relato. Sem dúvidas, Piedras Rojas é um passeio que coloquei como prioridade na minha lista. Não teremos muito tempo por lá, já que atravessaremos o Salar de Uyuni. Então, estou escolhendo muito bem os passeios que farei.

    • blogmaladeviagem

      Que legal! Nossa, Piedras Rojas é imperdível mesmo! boa escolha. Acho que, no seu caso (pouco tempo), Salar de Tara é dispensável e Vale do Arco Íris tb!

  • Anna, estou lendo todos os seus posts do Atacama e depois de muito pensar, vou adiar minha viagem pra lá pois só consigo tirar férias em janeiro no momento e graças aos seus post, tomei conhecimento da probabilidade de chuvas nessa epoca que eu nem tinha pensado por ser um deserto kkk.
    Então, como eu já me apaixonei pelas fotos, pensei em quão frustante e decepcionante seria para o Atacama me receber com chuvas e eu pensar mal dele. Não quero isso rsrs. Mas estou anotando todas as dicas para que no final do ano que vem eu consiga ir pra lá!!

    • blogmaladeviagem

      Oiii Pri! Então, é um ponto a se considerar. Imagina ir até lá e pegar chuva, encontrando os passeios fechados? Complicado né? Talvez nem chova, mas já vi relatos de pessoas reclamando muito pq não deram sorte com o tempo! Mas é só inverter a ordem. Escolhe outro destino pra agora e deixa Atacama pra um período que é certeza que não chove!

  • Lorena Brito

    Esse é um lugar que ainda quero voltar, deixei muitos passeios para trás, um deles foi o Vale da Lua, e a famosa Pedra do Coyote que agora, ainda que eu vá, não poderei mais subir nela… snif snif!

    • blogmaladeviagem

      Verdade Lo, a Pedra do Coyote acho que já era… só se resolverem reabrir né? vai que… Muito obrigada pela visita. Um beijo

  • Renata Sucena

    O post ficou lindo demais. Fotos Incríveis. O Atacama tá na minha lista já faz um tempinho…quero ver se ainda esse ano consigo ir. As dicas já estão aqui anotasíssimas!!
    Será que outubro é uma boa época??
    Beijos
    Renata

    • blogmaladeviagem

      Outubro é sim Re! eu fui no final de outubro, começo de novembro!

  • Sil Mendes

    Tenho visto várias fotos do Atacama e apesar dele estar na minha lista, sempre foi ficando p/ depois, mas acho que depois do seu post ele vai passar a ser um dos próximos destinos para conhecer. Espero que seja logo ano que vem.

    • blogmaladeviagem

      Sil, acho que Atacama merece prioridade. É uma trip fantástica!

  • Ah Anna mais uma vez arraso de post!!! Obrigada por nos linkar. Desses o que não fiz foi o vale do arco íris. É lindo também. Mas o que não é lá né? Seu post me deu vontade de voltar. Lindas e criativas fotos. Amei o beijo no índio. Abraço!!

    • blogmaladeviagem

      Eu que agradeço o feed back Mayara! É tudo lindo, né? Bem que poderia ser mais perto! bjs

  • Liany Garves

    Arrasou nessa viagem e nessas dicas. Sempre fico babando nos posts do Atacama e com um quê de arrependimento do porquê não fiz isso quando estava no Salar de Uyuni… mas isso é só motivo pra voltar e ver todas essas belezuras de perto né!

    • blogmaladeviagem

      Claro, agora você faz Santiago e Atacama! Perfeito!

  • Alexandre Nunes

    Ah, o atacama é assim mesmo, simplesmente apaixonante! Dos passeios que vi aqui nao fiz a Laguna Cejar, ou seja, desculpa pra voltar ne ? kkkkk Excelente post e dicas, parabens! Abraços

    • blogmaladeviagem

      Muito obrigada Alexadre! Sim… pq a Laguna Cejar é muito legal hehehe

  • Esse é outro lugar em que o desafio é tirar uma foto ruim, né? Porque é muito bonitão!

    Só espero uma coisa. Quando eu for no Atacama, que seja mais frio do que quente, por favor. E que eu não passe mal em lugares com altitude de 5.000m. Até hoje, o máximo que peguei foi 3.848m, em Mendoza, no Cristo Redentor dos Andes. Foi de boas. Vamos ver.

    Nossa, morro de vontade, também, de conhecer os geisers!

    Muito bom o post!

    • blogmaladeviagem

      Igor, eu peguei mais frio do que calor… mas preferia pegar mais calor. Fui em novembro. E realmente, é um desafio conseguir uma foto feia de lá hehehe

  • Flavia

    Quantos lugares lindos que o Atacama tem. Quando fui conheci alguns e já voltei apaixonada! Já favoritei o post. Obrigada por compartilhas a experiência de vocês.

    • blogmaladeviagem

      Muito obrigada pelo feedback Flavia! bjs

  • Livia Melo

    De todos esses passeios Só não fiz o Valle do arco íris! O Atacama é incrível, e todas as dicas que você deu estão fantásticas!!

    • blogmaladeviagem

      De todos os passeios, foi o que achei menos interessante. Eu trocaria fácil ele pelo Termas de Puritama! bjs Lívia