Bacalar

Bacalar, um destino mágico: dicas de passeios, restaurantes e hospedagem

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Bacalar é uma cidade classificada como “Pueblo Mágico”, situada na Península de Yucatán, cerca de 40 quilômetros ao norte da cidade de Chetumal. O destino se tornou turístico por conta de sua lagoa, a chamada Lagoa Bacalar, que se estende por mais de 70 quilômetros, com água doce de tonalidade azul-turquesa.

O destino é encantador, e hoje eu te apresento as razões pelas quais vale a pena incluir Bacalar no seu roteiro quando estiver visitando a Riviera Maya.

Consciência ecológica

Antes de começar as dicas propriamente ditas, é se suma importância explicar um pouco sobre a Lagoa de Bacalar, porque sua água é incrivelmente azul e como o turismo não consciente pode afetar o local.

Bacalar é o lar de recifes de bactérias (como microbialitas), consideradas seres primitivos, que vivem ali há mais de nove mil anos.

A Lagoa é famosa por ter diversas tonalidades de azul (conhecida como “lagoa de 7 cores”), efeito gerado graças aos diferentes graus de profundidade de suas águas, bem como ação do recife de bactérias (microbialitos) que se proliferam nesse ambiente. A lagoa possui características próprias, suas águas possuem muitos minerais e poucos nutrientes.

Infelizmente a cor da Lagoa Bacalar está mudando em razão do crescimento acelerado de um plâncton, que tem causado deterioração dos “microbialitos”.

E as alterações aparecem em decorrência do estabelecimento social e ações humanas. Como consequência, a água assume, em alguns pontos, um aspecto opaco e esverdeado. Portanto, saiba que a lagoa não é azul turquesa em toda a sua extensão e, a depender da época, ela pode estar mais ou menos azul.

Um dos motivos que gerou esse aumento do turismo em Bacalar foi justamente o surgimento do sargaço no Caribe mexicano, que motivou os viajantes a buscarem novos espaços.

O turismo, ao mesmo tempo que ajuda o desenvolvimento econômico na região, se não desenvolvido adequadamente, também degrada o local.

Isso porque o aumento do turismo gerou a construção acelerada de novos hotéis e empreendimentos, que começaram a ser improvisados ​​sem regulamentação ou condições adequadas (muitas construções destruíram os manguezais que, dentre outras funções, servia para proteger a lagoa de assoreamentos e proteger a cidade contra inundações).

A lagoa faz parte da bacia hidrológica, que constitui um corredor costeiro transversal de escoamento superficial e subterrâneo que conecta o Caribe a outros corpos d’água. As grandes quantidades de nitrogênio e fósforo despejados atualmente, favorece o crescimento do plâncton, e esse plâncton desencadeia a alteração da cor da água.

Se o crescimento do turismo não for acompanhado de um desenvolvimento da área em conformidade com a conservação do meio ambiente, a Lagoa Bacalar pode ser ainda mais afetada, deixando de ser azul-turquesa.

E como podemos praticar o turismo sustentável em Bacalar?

Não podemos mudar a realidade das construções em desacordo com a sustentabilidade, mas podemos adotar medidas que contribuem para preservação do meio ambiente:

  • Faça uso de protetor solar biodegradável e não passe nada no corpo se for entrar na lagoa (se possível, tome uma ducha antes)
  • Opte por hospedagem que possua seu próprio tratamento de esgoto (em detrimento àquelas que despejam dejetos na lagoa)
  • Prefira passeio em barco à vela do que em barcos a motor (passeios de caiaque e stand-up também são boas opções)
  • Não urine na água
  • Não pise nos estromatólitos* (seres vivos mais antigos do planeta).

*Estromatólitos são formações rochosas que possuem “plantinhas” (cianobactérias que absorvem dióxido de carbono e liberam oxigênio) em sua na superfície. Essa planta tem um efeito “acolchoado” e confere uma sensação de “maciez” à rocha, como se ela estivesse coberta por algo. Se você pisar nos estromatólitos você estará matando essa plantinha, que faz fotossíntese e é fundamental para o equilíbrio do ecossistema.

Por fim, importante lembrar que ações climáticas periódicas também podem afetar a tonalidade de água. Quando chove muito, por exemplo, algumas áreas da lagoa tendem a ficar com a água mais turva e esverdeada.

Por que incluir Bacalar no roteiro?

A região de Bacalar também é conhecida como as “Maldivas do México”, e realmente o apelido tem razão de ser, pois a tonalidade da água lembra muito o mar quentinho das Maldivas, só que em Bacalar estamos falando de água doce!

Bacalar é uma cidade considerada “Pueblo Mágico” (são 111 no total). Essa nomenclatura decorre de um programa da Secretaria de Turismo do México, que busca promover o turismo em determinadas cidades e vilarejos do país. São cidades ricas culturalmente, e que oferecem ao turista integração com a natureza, atrativos históricos, gastronomia típica e boa estrutura turística.

O destino é indicado para quem quer dias de sossego num lugar paradisíaco. Bacalar é um pequeno vilarejo, muito tranquilo e conectado com a natureza.

Combina perfeitamente com um roteiro de viagem pela Riviera Maya e até mesmo com uma “esticadinha” até Belize, pois fica quase na divisa com o país.

As principais atividades em Bacalar incluem a lagoa, como já é de se presumir! Além de linda, a lagoa tem águas mornas, uma delícia para nadar!

Curioso que no dia que postei a primeira foto da lagoa no Feed do @maladeviagem, muita gente achou que era uma praia, daquelas com água clarinha típica do Caribe mexicano mesmo. Realmente parece praia.

E comparando as praias com a lagoa, digo sem sombra de dúvida que gostei bem mais de nadar na lagoa, pois além da água ter uma temperatura super agradável, você não sai colando como acontece no mar (em razão do sal).

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Localização de Bacalar e como chegar

Bacalar é uma pequena cidade com 12 mil habitantes, localizada no estado de Quintana Roo, na Península de Yucatán, cerca de 40 quilômetros ao norte da cidade de Chetumal.

Principais distâncias:

  • De Cancún: 346 km
  • De Playa del Carmen: 280 km
  • De Tulum: 215 km
  • De Valladolid: 266 km

Antes de Bacalar, estávamos em Playa del Carmen. Alugamos um carro em Playa e dirigimos até Bacalar.

A estrada é tranquila, com pouco movimento. No caminho tem um pedágio e ele deve ser pago em peso mexicanos (nenhuma outra forma de pagamento é aceita).

Outra sugestão é emendar viagem e seguir até Belize, pois Bacalar fica próximo à divisa. Atualmente, para ingressar em Belize é exigido teste antígeno negativo contra COVID19.

Quanto à forma de chegar em Bacalar, recomendo alugar um carro, pois facilitará seu deslocamento interno.

Há controvérsias sobre alugar ou não carro no México, em virtude das altas incidências de multas e proprinas, mas isso é algo a ser analisado individualmente por cada viajante, colocando na balança as vantagens e desvantagens/riscos.

Não tivemos problema com o deslocamento de Playa del Carmen a Bacalar, tampouco com os deslocamentos internos em Bacalar. Portanto, avalio nossa experiência como positiva nesse quesito. O valor do litro de gasolina, já fazendo a conversão de peso mexicano para real, sai em torno de R$ 6,00 (abasteça antes de sair porque a estrada é bem “deserta”).

Caso você não queira alugar um carro, pode contratar um transfer com uma agência para fazer esse deslocamento, fechar um tour completo ou mesmo ir de ônibus da empresa ADO por 412 pesos mexicanos (cerca de R$ 107,00). Chegando na estação de ônibus, o trecho “estação – hotel” pode ser feito de taxi, bem como os deslocamentos internos que você precisar fazer.

A última opção, caso você esteja em uma região mais afastada, é ir de avião, chegando até Bacalar via Aeroporto Internacional de Chetumal (CTM), que fica a 39 quilômetros de distância.

Vale a pena um bate-volta?

Bom, ao contrário do que eu disse no post de Holbox, quando falei sobre bate-volta de Cancún a Holbox, aqui eu acho que um bate-volta se mostra possível, principalmente de Playa de Carmen ou de Tulum até Bacalar.

É preferível que você inclua Bacalar como uma etapa da viagem, reservando pelos menos 2 diárias para o destino. Mas se não for possível, em um dia você consegue ver o principal, que é a lagoa.

Depende do que você quer: se você quer dias de descanso/relaxamento, melhor se hospedar uns 2 ou 3 dias por lá. Por outro lado, se você quer conhecer a lagoa, fazer um passeio de barco e nadar, um bate-volta te atende bem.

lagoa bacalar
Lagoa Bacalar – Laguna de 7 colores

Quando ir a Bacalar e quanto tempo ficar?

Bacalar é um destino com temperatura constante durante todo o ano – 32º Celsius. Assim, em relação à temperatura, não há restrições aplicáveis.

Todavia, há de se considerar que a temporada chuvosa na região tem início em junho e se estende até outubro, sendo certo que as chuvas podem atrapalhar os passeios que incluem água.

Dentre os meses chuvosos, o mês de setembro é o que se destaca com os maiores índices pluviométricos.

Estive em Bacalar no mês de junho e peguei um pouco de chuva. Por sorte choveu apenas em determinados períodos do dia e foi possível organizar a programação nos momentos que o tempo abria. Mas tenho que tecer a seguinte consideração: se o tempo estivesse mais estável e com mais sol, eu teria aproveitado ainda mais, pois com sol a lagoa fica ainda mais linda.

Em relação à quantidade de dias em Bacalar eu digo que depende do que você busca:

Para quem quer relaxar, recomendo de 2 a 3 diárias por lá, pois assim os passeios podem ser feitos com tempo, incluindo momentos para descanso também.

Para quem quer apenas conhecer a lagoa e ter a experiência de nadar em suas águas azuis e mornas, então com um dia você já consegue fazer essa programação.

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Onde se hospedar

Bacalar atende muito bem os turistas com sua rede hoteleira. São inúmeras opções, incluindo hotéis, pousadas e hostels.

As hospedagens com acesso direito à lagoa costumam ser mais caras, enquanto aquelas localizadas no vilarejo, sem acesso à lagoa, em regra, apresentam valores melhores.

De modo geral é possível encontrar hospedagens com bom custo benefício em Bacalar, o que torna o destino bastante atrativo quando comparado aos altos custos das hospedagens em determinados pontos da Riviera Maya, a exemplo de Tulum.

Ao contrário de Cancún e da Riviera Maya, onde os resorts predominam, em Bacalar isso não acontece, pois visando a preservação ambiental, as regras de construção são diferentes, de modo que grandes hotéis não são permitidos.

Ao invés de resorts, em Bacalar você vai encontrar inúmeras opções de hospedagens no estilo pequenas pousadas e hotéis boutique, muitas delas integradas com a natureza, propiciando ao hóspedes um ambiente calmo, perfeito para relaxar.

Depois de analisar as opções de hospedagens disponíveis para as minhas datas, analisando o melhor custo benefício eu escolhi o Mi Kasa Tu Kasa by Nah Hotels, um hotel boutique que me atendeu muito bem durante meus dias em Bacalar.

O quarto é amplo, o hotel possui uma piscina gostosa e tem acesso direito à lagoa, disponibilizando aos hóspedes caiaque e stand-up já inclusos no valor da diária.

Porém, vale lembrar que a localização do hotel não é das melhores, pois está em um ponto onde a lagoa tem água mais turva e esverdeada.

O café da manhã deixou a desejar, incluindo apenas pão, geleia e fruta ou suco. Todavia, de modo geral, considerando o valor da diária (R$ 557,00), alcançou a expectativa.

Todavia, há opções melhores em Bacalar. Fiz uma lista com vária opções (a princípio viáveis) para você analisar qual se adequa mais às suas necessidades e preferências:

Passeios em Bacalar

Se você optar por fazer um passeio de barco*, já no passeio você conhecerá o Canal dos Piratas e a Ilha dos Pássaros.

*E se optar por fazer um passeio de barco, o mais recomendado (tendo em vista o turismo sustentável) é o veleiro, que só faz uso do motor se o vento for insuficiente. Porém, converse antes para ter certeza em quais pontos o barco vai te levar, pois tivemos uma experiência péssima com a empresa que contratamos.

Quando fechamos o passeio (em um veleiro privado) foi “prometido” visita em vários locais diferentes. Porém, no final das contas só nos levaram para um ponto bem azul da lagoa (para nadar) e depois, já na volta, passamos ver a ilha dos pássaros. Nada mais do que isso! O passeio foi super caro por ser em um veleiro privativo (custou mais de R$ 1.000,00) e não cumpriu com o prometido. Frustrante!

Reclamamos por não ter passado no Canal dos Piratas, por exemplo, e a desculpa foi que o barco veleiro não conseguia chegar naquele ponto. Por que disse que iria então? Não sei…

No final das contas, o passeio entrou na cota “furadas da viagem” (toda viagem tem alguma), mas isso não mudou minha opinião sobre a beleza da lagoa!

A primeira dica é: se decidir fazer algum passeio de barco, antes de fechar, certifique-se qual é o real roteiro do passeio, pois se ele for como o que fizemos (que só te leva para nadar), recuse que não vale a pena.

A segunda dica é: não feche o passeio de barco diretamente com a sua hospedagem, pois provavelmente vai ser mais caro. Indo ao centrinho do vilarejo você encontra mais opções de empresas que fazem esses passeios, pode negociar valores e ter certeza que está fazendo a melhor escolha.

Canal dos Piratas: trata-se de um canal artificial que foi construído pelos maias visando o comércio (rota comercial), posteriormente o canal foi muito utilizado por piratas.

Esse canal liga o Rio Hondo à Lagoa Bacalar, que desemboca no mar e divide o México de Belize. É possível caminhar até o olho d’água, onde você consegue ver claramente vários tons de água cristalina.

No Canal dos Piratas está os restos de um barco de cimento que já virou “cartão postal do local”. Além disso, o fundo da lagoa nessa área não tem areia e sim lama, uma lama rica em enxofre, que dizem ser boa para a pele.

Ilha dos Pássaros: trata-se de uma pequena ilha da lagoa, próxima à margem, habitat natural de muitas espécies de pássaros região. Se o seu passeio de barco for no final da tarde, há probabilidade de avistar a ilha quando os pássaros estão retornando. A água em volta da ilha é bastante rasa, então os barcos passam distante (até mesmo por questão de preservação ambiental).

Cenote Negro: o Cenote Negro é um dos três cenotes localizados dentro da lagoa, também conhecido como Cenote de las Brujas. O local envolve muitas estórias envolvendo bruxas e shamans, que realizavam rituais no local.

A profundidade no cenote chega a 90 metros e a água no local tem tonalidade azul escura (justamente por conta de sua profundidade).

Cenote Azul: Bacalar também possui alguns cenotes e o mais famoso deles é o Cenote Azul (chega a ter 200 metros de profundidade), que fica bem próximo à lagoa e com ela tem ligação subterrânea.

Los Rápidos: o local vem ganhando destaque turístico. Trata-se do ponto mais estreito da lagoa, onde há uma corredeira de nível médio. A água da lagoa nessa área é muito clarinha. O turista paga a entrada no local ($ 100 MXN por pessoa) e pode aproveitar a estrutura do local, onde há também um restaurante, que serve pescados e ceviches.

Cocalitos beach club: Cocalitos é o nome de um cenote que abastece a lagoa, e também de um beach club (paga-se a entrada, que custa 50 pesos, e é possível aproveitar a estrutura do local).

Foi um passeio gostoso, pois a lagoa nessa área tem diferentes profundidades, algumas partes bem rasas, na altura da canela, e outras partes mais fundas, na altura do peito. Além disso, no beach club tem aqueles balanços e redes dentro da água para você tirar fotos.

Outro ponto especial do local são os estromatólitos, que ficam numa área delimitada e cercada, mas é possível ver como são esses seres primitivos do nosso planeta, que hoje em dia ainda existem em pouquíssimos lugares do mundo.

Cenote Esmeralda: esse cenote fica pertinho do Cenote Cocalitos. Tal como o Cenote Cocalitos, o Cenote Esmeralda é fundo e sua água tem tonalidade azul escuro. 

Caiaque e Stand-up (SUP): se quer uma atividade diferente e inesquecível, a sugestão é fazer um passeio de caiaque ou stand-up pela lagoa logo ao amanhecer, para apreciar o nascer do sol. Geralmente as pousadas com acesso à lagoa possuem caiaque e stand-up para uso dos hóspedes.

Sac-Ha: fica perto do “Los Rapidos”. Trata-se de um balneário tranquilo, localizado em um dos mais belos pontos da lagoa, tal como o beach club La Laguna. 

Beach club La Laguna: fica bem perto do “Los Rapidos”, é um lugar frequentado mais por locais do que por turistas (o valor da entrada era 30 pesos mexicanos). Ganhou meu coração porque fica em um dos melhores pontos da lagoa, onde a água é muito azul – já era quase noite e a lagoa continuava com uma cor maravilhosa, mesmo sem luz do sol! No local também tem um restaurante que serve pescados, ceviches e guacamole.

Forte de San Felipe Bacalar: localizado bem no centro de Bacalar, o forte é Patrimônio Histórico Nacional desde 1965, foi construído para proteger a região da invasão de piratas, e atualmente funciona como museu com exposição de armas e maquetes. Um passeio indispensável para os amantes da história. Funcionamento: de terça a domingo, das 9 às 19h.

Ruínas de Chacchoben: (50 km de Bacalar) essas ruínas começaram a ser exploradas no início dos anos 2000. Trata-se de um sítio arqueológico com muitos templos maias que ainda estão em processo de escavação. Para mais informações, acesse aqui o site oficial.

Onde comer em Bacalar

Nixtamal: esse restaurante é maravilhoso! Foi eleito por nós o melhor da viagem. Os pratos são bem servidos, a apresentação é linda e o sabor muito bom, principalmente para apreciadores da culinária fusion. Para completar, achei o valor super justo pela qualidade do restaurante. Sem dúvida minha melhor indicação é o restaurante Nixtamal.

A conta ficou 1.075 pesos mexicanos + propina/gorjeta para o casal (cerca de R$ 275,00).

Finisterre: restaurante mediterrâneo com opções variadas no cardápio. Uma sugestão para o jantar.

Bote de Leche: esse restaurante aparece com frequência na lista dos principais restaurantes de Bacalar. Considerando que é um restaurante pequeno, com poucos lugares, o ideal é chegar cedo. A especialidade do local são as carnes.

Los Aluxes: é um hotel, mas seu restaurante é aberto para não hóspedes. O ambiente é bem gostoso, descontraído, na beira da lagoa. Tem uma parte fechada e outra aberta, perfeita para um almoço com vista. Se você for para almoçar, pode aproveitar para curtir a lagoa também e entrar para nadar, se quiser. O píer, os balanços e as redes do Los Aluxes são super fotogênicos.

Mango y Chile: tem vista para a lagoa de Bacalar (próximo ao Forte de San Felipe). No cardápio opções como hambúrgueres, batatas fritas e smoothies, milkshakes, cafés, cookies, tacos e saladas

Kai Pez: também fica na beira da lagoa e o cardápio inclui coquetéis variados, ceviches e pescados frescos.

Pizzeria Betilla: (localizada a 200 metros do Parque Zócalo) restaurante italiano com bons preços. No cardápio você encontra pizzas e massas feitas na hora.

La Playita: fica na beira da lagoa (com acesso à água, caso você queira), conta com um ambiente interno, outro externo, além do deck. No cardápio: tacos de peixe, ceviches, camarões, polvo grelhado, pescados em geral e carne.

Savora Bakhalal: fica situado na praça central de Bacalar e é uma opção boa para noite/jantar. No cardápio tem opções de pizzas e hambúrguer.

El Manatí: na frente funciona uma loja de roupas, obras de artes e produtos naturais, e no fundo funciona um café bem charmoso, ideal para tomar café da manhã, principalmente se você gosta de opções orgânicas e saudáveis. Outras duas opções para café da manhã são: Selva e Enamora.

Barril Grill: famoso pelo hambúrguer com queijo roquefort.

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Wanderlust por natureza, no meu tempo livre estou sempre programando uma nova aventura ou experiência, pois acredito que a melhor viagem é sempre a que está por vir!

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