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Nosso roteiro: Garden Route (Rota Jardim) – África do Sul

Se você gosta de dirigir por estradas bonitas, com vistas cenográficas e cidades charmosas pelo caminho, então a Garden Route (Rota Jardim) deve ser incluída no seu roteiro quando visitar a África do Sul.

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Antes de começar o post, quero registrar meu agradecimento à querida Bia, do Blog Dica de Turista, que me deu várias dicas sobre a Garden Route e o ADDO Elphant Park, além de ajudar a montar o roteiro. Valeu Bia linda!

A Rota Jardim se estende por aproximadamente 200 km entre as cidades de Mossel Bay até Storms River. Porém, geralmente é estendida – de Cape Town até Port Elizbeth (ou vice-versa).

Fizemos o seguinte trajeto:

  • Cape Town – Sanbona Safari (com parada em Montagu para domir);
  • Sanbona – Mossel Bay (onde era para pernoitarmos, mas desistimos);
  • Mossel Bay – Knysna (que em 2017 sofreu um grande incêndio);
  • Knysna – Plettenberg Bay – Storm River;
  • Storm River – Jeffrey´s Bay;
  • Jeffrey´s Bay – ADDO Elephant Park;
  • ADDO – Port Elizabeth.

O ideal é fazer a viagem dirigindo com um carro alugado, pois assim você tem liberdade para planejar sua própria rota, com o tempo que quiser.

Fizemos dessa forma. Alugamos um carro e seguimos pela chamada N2.

Embora na África do Sul seja mão inglesa, não encontramos dificuldade em dirigir do lado direito, na verdade é algo que se acostuma bem rápido. Mantenha-se sempre atento e, na dúvida, olhe sempre para os dois lados.

Ao contrário da Highway 1 (Califórnia), onde há trechos sem sinal de celular ou internet, na Garden Route não há esse problema, de forma que utilizamos o waze para nos guiar durante toda a viagem.

Se alugar um carro não estiver nos seus planos, saiba que é possível percorrer a Rota Jardim com o ônibus Baz Bus (hop on/hop off), que para de hotel em hotel pegando a galera.

A terceira opção é fazer o trajeto com uma agência de viagens local.

NOSSO ROTEIRO:

  • Mossel Bay:

Após 2 dias incríveis o Sanbona Wildlife Reserva, pegamos a estrada sentido Mossel Bay

A estrada que liga a Cidade do Cabo até o Sanbona e este até Mossel Bay é muito bonita, e tem trechos até mais bonitos do que a própria Garden Route (opinião pessoal).

Mossel Bay é uma pequena cidade litorânea que, pra ser sincera, não me atraiu muito não… Tanto que desistimos de dormir por lá e seguimos rumo a Knysna no mesmo dia.

Talvez no verão a cidade ganhe ares mais agitados e consiga encantar mais os turistas.

Dizem que o sunrise em Mossel Bay é muito bonito!

O dia estava nublado (início de outubro) e tudo estava fechado. Procuramos uma boa indicação de restaurante no Trip Advidor, mas nada nos convenceu.

Um dos pontos turísticos da cidade é o Bartholomeu Dias Museum Complex – museu que conta a história da chegada de Bartolomeu Dias ao Cabo da Boa Esperança.

Se você pretende fazer mergulho com tubarões brancos, então pare em Mossel Bay, que é o melhor lugar para isso.

  • Knysna

Seguimos viagem e chegamos em Knysna (se pronuncia “Náisna”) ainda no final da tarde.

A charmosa cidade rodeada por uma floresta, fica na beira de um lago de mesmo nome, que desemboca no Oceano Índico.

Na saída para o oceano estão os Heads – montanhas que cercam o lugar.

Chegamos e fomos direito para o Abalone, onde ficamos hospedados por duas noites.

O Abalone é um completo de lodges/chalés, pequenos (pegamos a opção mais simples), mas com preço bom.

Sem conforto e sem espaço, mas “ok” se você quiser economizar.

Abalone Lodges
Abalone Lodges – confesso que as fotos na internet me convenceram muito mais do que a realidade do quarto, que era muito apertadinho. Como ficamos muito pouco por ali, foi uma opção até que com um bom custo-benefício.

Em Knysna visitamos o waterfront, o Knysna Heads e o Knysna Elephant Park.

No Waterfront (pequeno, porém charmosinho), você encontra opções de restaurantes e várias lojinhas. Estivemos lá logo que chegamos na cidade, para comer no 34 South, e depois voltamos no dia seguinte para passear.

Ostras no 34 South
Ostras no 34 South – Knyna é conhecida como a “capital mundial das ostras”
Waterfront de Knysna
Waterfront de Knysna
Waterfront de Knysna

Outro ponto turístico de Knysna é o Knysna Heads, de onde se tem uma bela vista da cidade.

Obs. em junho/2017 Knysna sofreu um incêndio terrível, que causou uma grande devastação na cidade e nas florestas da região. Uma simples volta na cidade é suficiente para ver o resultado da ação do fogo.

Mesmo bem devastada, adorei a cidade, achei muito bonita. É muito importante que os turistas continuem visitando-a, e, assim, ajudando financeiramente em sua recuperação.

Knysna Heads
Knysna Heads – o resultado do incêndio está por todos os lados

Buffals Bay também foi um dos nossos pontos de parada em Knysna. Uma linda praia que deixou “desejo de quero voltar”.

Buffals Bay - Knysna - Garden Route
Buffals Bay – Knysna – Garden Route
Buffals Bay - Knysna - Garden Route
Buffals Bay – Knysna – Garden Route – só tirando onda rsrs…
Buffals Bay - Knysna - Garden Route
Praia deserta e essa vista incrível!
Buffals Bay – Knysna – Garden Route

E pra finalizar nossa passagem por Knysna, vistamos o Knysna Elephant Park:

Knysna Elephant Park
Knysna Elephant Park

Sobre o local: Knysna Elephant Park é um santuário que resgata elefantes órfãos, ou que já sofreram algum tipo de violência e não estão hábeis a viver em seu habitat natural.

É possível interação entre animal e turista, como passar a mão nos elefantes e alimentá-los.

Esse turismo gera dinheiro e o dinheiro é revertido em prol dos animais. Pelo que percebi, trata-se de um turismo consciente, e vendo as dependências do local, percebe-se que se trata de um verdadeiro santuário.

Importante ter em mente que os elefantes não estão ali para “diversão” dos turistas. São os turistas que estão ali em prol dos elefantes e do trabalho que é feito com eles.

Alguns animais já conseguiram ser reintegrados ao habitat natural, e isso é muito motivador.

O ideal é que todos pudessem viver livres, sem dúvidas. Mas uma, ação humana errada no passado, causou essa consequência, e hoje é preciso recuperar/reintegrar esses animais dentro das possibilidades reais, visto que simplesmente soltá-los no meio selvagem, seria praticamente sentenciá-los a morte.

Knysna Elephant Park
Knysna Elephant Park
Knysna Elephant Park

São elefantes bem diferentes (em relação ao comportamento) daqueles vistos no Sanbona e no ADDO. São acostumados com a presença humana e isso que permite uma interação segura.

Quando visitar um santuário de elefantes (ou seja qual animal for), pesquise bem sobre o lugar antes, para garantir que está praticando um turismo seguro e sustentável, e que o dinheiro obtido é revertido em prol da manutenção do local e bem-estar dos animais.

  • Plettenberg Bay

Plett é uma cidade muito bem localizada na Rota Jardim, além de ser uma graça de lugar.

Tem uma boa estrutura e restaurantes bem recomendados, embora não tenhamos provado nenhum.

Passamos na cidade apenas para uma visita rápida e um café da manhã no delicioso Le Fournil Bakery & Café.

Plett – ótima opção para um café
Garden Route
No Le Fournil Bakery & Café tem o café Truth Coffee (único café que achei gostoso na África do Sul)
Delícia de omelete

Não pudemos passar muito tempo em Plett porque tínhamos altas aventuras programadas para aquele mesmo dia…

Com tempo, vale à pena visitar a Robberg Nature Reserve (Patrimônio Mundial da Humanidade), uma península que se estende mar a dentro por uma bela praia. As rochas datam de mais de 120 milhões de anos, e há evidências de que foi ali que o supercontinente Gondwana se rompeu.

  • Nature´s Valley

Acesso meio chatinho, mas o lugar reserva uma surpresa agradável: lago, mar, paisagens lindas!

Nature´s Valley
Praia deserta em Nature´s Valley
Mais uma surpresa agradável na Garden Route
Nature´s Valley Garden Route

Durante o verão o local deve ficar cheio, pois tem muitas casas de “veraneio” por ali.

  • Storm River

Nossa passagem por Storm River teve um objetivo: o maior bungee jump de ponte do mundo! São “apenas” 216 metros de altura…

Bungee jump de 216m de altura? Eu encarei!

Fiz a minha reserva no site da Face Adrenalin, ainda pela manhã do mesmo dia, para ser mais exata, Rodrigo reservou pra mim enquanto tomávamos café em Plett.

Fiz minha reserva para saltar no grupo das 12h. O grupo tem umas 20 pessoas e todo o grupo caminha junto até a ponte, chamada Bloukrans Bridge.

A tensão antes do salto…

Quando você chega no bungge, preenche um formulário com seus dados pessoais e termo de responsabilidade. Por um custo extra (em torno de uns R$ 40,00 – R150) você pode levar um acompanhante contigo na ponte – no caso, Rodrigo foi meu acompanhante “não-saltante”.

Para saltar é cerca de R$ 250,00 (R950).

É difícil… Poxa, você literalmente “VÊ TODO MUNDO PULANDO DA PONTE E PULA TAMBÉM” – entendo quem não tem coragem de encarar, mas sei lá, deve ser mesmo seguro, pois tinha uma senhorinha (na casa dos 60 anos) saltando, inclusive ela foi justante a pessoa que foi antes de mim. Como desistir desse jeito?

Então lá fui eu…

No meu caso, até na noite anterior ainda não tinha certeza se encararia essa loucura, digo, aventura, ou não. Mas se eu não fosse eu sei que estaria até hoje me perguntando porque fui tão “mole”. Na dúvida entre gostar ou não: FUI!

Agora vendo as fotos e o vídeo, fico orgulhosa. Que bom que já fui, foi legal, mas não foi a atitude mais fácil da vida, confesso.

Em nenhum momento senti falta de segurança. Você não é preso apenas pelo pé (como eu imaginava), mas sim pelo corpo e pelo pé. Segurança dobrada.

Não tenho conhecimentos técnicos para garantir a segurança, mas pesquisei sobre a Face Adrenalin e não encontrei nada que desabonasse a empresa.

De qualquer forma, sempre tem riscos… Deve ser por isso que minha mãe ficou tantos dias sem falar comigo depois que descobriu “a moda que eu inventei dessa vez”.

Diz ela que essa era uma das únicas coisas que eu estava proibida, e que já tinha me feito prometer que eu não saltaria de bungee jump. Pior que eu realmente esqueci, não foi uma atitude dolosa, sério!

Rodrigo ficou só olhando e depois se sentiu aliviado quando acabou. Acho que depois dessa eu meio que me aposentei das aventuras muito radicais… até porque não consigo visualizar nada mais radical do que pular de uma ponte de mais de 200 metros.

Por R100 você compra o pen drive com fotos e vídeo do seu salto! Então, além de tudo, atenção na postura pra sair bem através das lentes, ok?

Para chegar até o ponto do salto, você passa por um caminho embaixo da ponte – uma plataforma estreita, onde pe possível ver o rio lá embaixo (mesmo com medo de altura, Rodrigo encarou esse caminho para me acompanhar).

Na plataforma sempre tem uma música alta tocando e isso com certeza é para você se distrair e não pensar muito no que tá acontecendo ali.

Minha vez demorou muito. Fui uma das últimas (eles que determinam a ordem e deve ter algo a ver com peso). Fiquei lá passando frio até chegar a minha vez, porque vento era o que não faltava naquele lugar.

Então já aviso: eu estava tremendo de frio, não de medo, ok?

Depois de uma menina que mais chorava do que qualquer outra coisa (até hoje não entendi porque ela se torturou tanto em fazer aquilo se era contra sua vontade, uma aposta talvez?) e da senhora de 60 anos, enfim chegou minha vez: 1, 2, 3 e já, lá fui eu – preferi me jogar antes que fosse empurrada!

O momento do salto é uma sensação de queda intensa, até esqueci de abrir os olhos nos primeiros segundos. Senti aquela dor na barriga/estômago num nível bem forte.

1 ou 2 segundos depois, lembrei de abrir o olho e a sensação pesada já tinha passado. Daí pra frente foi só curtir o momento e a vista – essa parte foi muito boa!

Quando o bungge para, você fica de ponta cabeça esperando o resgate: sozinha, um silêncio absoluto e um pensamento de: chega logo me buscar, por favor?

Até que uns 30 segundos depois, o socorro, digo, resgate, chega:

Ufa, achei que tivessem esquecido de mim aqui embaixo e ido embora…

Na volta você já vai se recuperando e tentando assimilar tudo aquilo.

Uma pergunta bem frequente: quando a corda puxa, não machuca? 

Não gente. Embora não pareça, o momento não é brusco. Não senti dor nas costas nem em qualquer outra parte do corpo. Não tive torcicolo, nem dor de cabeça.

Senti a corda bem presa no meu pé durante todo o trajeto também.

A volta:

A volta pra baixo da ponte é feita em “estilo cadeirinha”, formada por fitas.

As fotos vieram todas no pendrive que comprei por R100.

É permitido saltar com GoPro, mas não sei se vale à pena, porque fiquei reparando, e na hora do salto, ninguem se preocupa em posicionar o braço de uma forma que saia uma boa foto, sei lá… O pendrive com fotos e vídeo é tão bom e barato, que achei a melhor parte da “brincadeira”.

Sã e salva e de volta à base, Rodrigo e eu comemos algo por ali mesmo (tem uma lanchonete com uma comida mais ou menos – coma ali só se você tiver com o tempo apertado mesmo) e seguimos rumo ao Tsitsikamma Park.

  • Tsitsikamma Park

O Tsitsikamma fica dentro do Garden Route National Park.

Tsitsikamma

O parque é imenso e atividades diferentes não faltam, principalmente trilhas,

Sobre valores, consulte o site oficial do parque aqui.

A trilha mais famosa se chama Otter Trail, com 42 km. Essa trilha sai de Storms River Mouth e vai até Nature´s Valley.

Fizemos a trilha mais tradicional – a famosa trilha das pontes suspensas:

As pontes suspensas ao fundo

Essa trilha fica pertinho da entrada principal, chamada Storms River Mouth.

De nível fácil, possui 4km de extensão (ao todo – ida e volta) e é feita em passarelas de madeira bem demarcadas.

Nesse trecho o rio – Storms River – deságua no mar
Esse parque é atração imperdível na Garden Route
Garden Route
O parque possui restaurantes, mesas para fazer piquenique, aluguel de caiaques…

Também é possível alugar uma das cabanas no parque e se hospedar lá dentro, legal né?

Se quiser uma segunda opção de trilha, tem uma que leva até uma cachoeira – procure por ela no mapinha do parque.
As pontes suspensas rendem fotos lindas também!
Fomos em outubro e o parque estava bem tranquilo. Dizem que no verão ele fica lotado e é bom chegar cedo!
Pessoal com caiaques. No frio e água gelada? Tô fora… fiquei só nas fotografias mesmo

No fim do dia seguimos rumo ao próximo destino: Jeffrey´s Bay.

  • Jeffrey´s Bay

Você surfa? Então provavelmente já ouvi falar de Jeffey´s Bay.

Você não surfa? A cidade tem atrações pra você também.

Cidade tranquila, de praia extensa e um lindo nascer do sol.

Sunrise em Jeffrey´s Bay

Gostamos muito da guest-house escolhida para nossa hospedagem: Stone Olive Guest House.

Stone Olive Guest House
Stone Olive – quarto confortável e aconchegante
Stone Olive – banheiro com banheira e ducha, além de amenities de qualidade

Se você gosta do conteúdo do Blog Mala de Viagem, gostaria de te pedir uma ajuda: faça sua reserva de hospedagem pelo Booking.com através do banner aqui na lateral direita do blog. Você não pagará nada a mais por isso, contribuirá para que façamos mais viagens, e sem dúvida novos posts sempre aparecerão por aqui! Muito obrigada!

Café da manhã delicioso, com frutas, pães, iogurtes, bolos, além de ovos e omeletes feitos na hora

Como já era finalzinho da viagem, em J-Bay, desaceleramos o ritmo.

Aproveitamos para passear pela praia e fazer compras nas lojas de surf da cidade.

J-Bay – O dia estava lindo e o sol ajudou esquentar a ponto de entrar na água… Será mesmo? To brincando rsrs – eu salto da ponte de 200 metros, mas água muito gelada não é comigo (e olha que a “fama” de mar de água gelada ficou lá pra trás, em Cape Town).
Já que não entramos na água, o jeito foi ficar ali fazendo cara de paisagem mesmo!
J-Bay – uma delícia esse “café” do lado na Billabong (essa parte recebe o nome de Billabong Village. ) – comidas naturais e tudo delicioso
Eu sou a “doida do smoothie”, admito… Mas esse de J-Bay (café do lado da Billabong) é de lamber os beiços mesmo!

O que mais me atraiu em J-Bay foi “a pegada natureba”, restaurantes com comidas saudáveis, opções vegetarianas e veganas.

Uma ótima opção é o Nina´s, um restaurante com um cardápio imenso e super cheio de opções (inclusive saudáveis, low carb, vegana, sem açúcar, sem lactose…). Pra mim, que estava bem “rechonchuda” no final da viagem, foi excelente para dar “aquela segurada básica” nas gordices.

A segunda coisa que mais me atraiu foram as lojas de surf (Rip Curls, Billabong, Hurley, Roxy, Quiksilver).

A maioria das lojas você encontra na avenida principal da cidade (essa Billabong outlet e o café ficam no final da avenida).

E o preço? Vale a pena sim. Se tiver tempo e paciência pra dar uma boa vasculhada, dá pra encontrar bastante coisa bonita e com preço bom.

Essa foi minha experiência na cidade queridinha dos surfistas. Foi gostoso para das uma descansada daquele ritimo que estávamos encarando até então.

De Jeffrey´s Bay seguimos até o ADDO Elephant Park. Dormimos nas redondezas do Parque Nacional por uma noite e fizemos um self-safari de um dia. Tudo isso você pode conferir no post sobre o ADDO que já está aqui no blog – confira aqui!

Depois do ADDO fomos até Port Elizabeth apenas para dormir e pegar o voo de volta ao Brasil no dia seguinte.

Apenas passamos pela cidade, mas não conhecemos nada por lá. Me pareceu ser uma cidade grande e não me chamou atenção.

O QUE MAIS VOCÊ PODE INCLUIR NA SUA VIAGEM PELA GARDEN ROUTE?

Viajar pela Garden Route não tem segredo, mas abrange um leque de opções. Tudo depende de dois fatores em especial: seu tempo e interesses.

Escolhemos as atrações que mais nos interessavam, mas deixamos de fora mergulho com tubarões em Mossel Bay, salto de paraquedas em Plettenberg Bay, não visitamos outros parques que existem pelo caminho.

Seguem aqui algumas opções de passeios e cidades que não incluímos no nosso roteiro, mas que você pode incluir no seu:

  • Hermanus: bom ponto para observação das baleias (se for época de migração – final de setembro/outubro era período bom para avistá-las). Não fomos até Hermanus porque estava muito fora da nossa rota; além disso, fizemos um “wale-watching” ano passado (2016) em San Diego-CA.
  • Gansbaai: mergulho com tubarões brancos.
  • Parque Nacional de Wilderness (lagoas, dunas e trilhas).
  • Península Robberg, em Plettenberg Bay.
  • Oudtshoorn: fazendas de avestruzes e Cango Caves.
  • Cape Agulhas: ponto onde Oceanos Índico e Atlântico se encontram – ponto mais ao sul do continente africano.
  • Há ainda os parques que cuidam de lobos, aves, felinos.

Outra observação muito importante é em relação à época da sua viagem:

Fomos em outubro e, embora primavera já tivesse chegado, ainda fazia frio. Não deu para entrar no mar (nem tentei gente… Sinto muito frio).

Porém, penso que se você fizer sua viagem no verão, precisará de mais tempo para aproveitar as belas praias. Inclusive, imagino que a viagem deve ser ainda melhor no verão…

Algumas distâncias na Garden Route e proximidades:

  • Mossel Bay a Knysna – 110km
  • Mossel Bay a Plettenberg Bay – 142 km
  • Knysna a Plettenberg Bay – 32 km
  • Plettenberg Bay ao Tsitsikamma – 65 km
  • Plettenberg Bay até Jeffrey´s Bay – 164 km
  • Jeffrey´s Bay até Port Elizabeth – 85 km

Volto em breve pra contar mais pra vocês sobre a África do Sul, o país mais sensacional que já conheci!

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