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Dunas do Jalapão

Jalapão: o deserto das águas no interior do Tocantins

Você pode até não saber ao certo onde está localizado, mas provavelmente já ouviu falar de um lugar chamado Jalapão, não é mesmo? E aí? Quer descobrir onde fica, como é e o que tem para se fazer nesse parque estadual que ainda pouco se ouve falar no Brasil? Então vem comigo nessa Mala de Viagem, que esse post é pra você!

Não sou uma expert em ecoturismo, mas pelo menos uma vez por ano, Rodrigo e eu nos aventuramos em uma viagem desse estilo e é sempre revigorante.

Dessa vez o destino escolhido foi o Parque Estadual do Jalapão (criado em janeiro de 2001 – por isso o turismo por lá ainda é algo recente), que, também chamado de “deserto das águas”, trata-sede uma unidade de conservação localizada no leste de Tocantins, com área total de 158 970,95 ha. O nome “Jalapão” tem origem em uma planta chamada jalapa-do-brasil, comum por todo parque (ouvi dizer que tem cachaça feita dessa planta… mas não tivemos a oportunidade de provar).

Placa indicativa de que você chegou no Parque Nacional do Jalapão
Placa indicativa de que você está no Parque Nacional do Jalapão – Essa fica no caminho para as Dunas

Se você quer fazer uma viagem de ecoturismo e adora paisagens naturais de dunas, chapadões e serras, rodeadas por rios, riachos, ribeirões e nascentes, o Jalapão pode ser o seu lugar!

Sobre a geografia do Parque Estadual do Jalapão:

– área total: 34 mil km2;

– cidades base: Mateiros e São Félix do Tocantins (Ponte Alta e Novo Acordo ficam na região do Jalapão, mas não dentro do Parque Estadual do Jalapão);

– vegetação: predomina o cerrado;

– fauna: tucanos, papagaios, araras-azuis, siriemas, emas, urubus, antas, capivara, veados tamaduás-bandeira, lobos-guarás, raposas, gambás, macacos, jacarés, onças, cobras;

– temperatura média: 30º C;

– possui duas estações bem definidas: seca (abril até setembro) e chuvosa (outubro até março);

– densidade populacional: 0,8 habitantes por km2. É comum andar km e km sem ver uma pessoa sequer!

Mapa do Parque Estadual do Jalapão - Tocantins
Mapa do Parque Estadual do Jalapão – Tocantins

Curiosidades sobre o Parque Estadual do Jalapão:

– Muitos programas de TV, filmes e novelas têm cenas gravadas no Parque Estadual do Jalapão. A título de exemplo cito o reality show “Survivor” (gravado em 2008), “Largados e Pelados” (estava sendo gravado enquanto estávamos lá, em junho de 2017) e a Rede Globo iniciará gravações em outubro para sua próxima novela (“Araguaia”).

– O Parque Estadual do Jalapão é o berço da produção de artesanato de capim dourado. A comunidade quilombola Mumbuca é a pioneira, tendo o capim dourado como principal fonte de renda. Inclusive, há lei proibindo o transporte do capim dourado in natura (na mala apenas o artesanato, ok?).

– Se você quer ver os campos de capim dourado, então a época boa para ir ao Jalapão é setembro.

Nosso roteiro:

Compramos passagens promocionais pela Azul Linhas Aéreas (trecho Campo Grande – Palmas), pagando R$ 930,00 ida e volta para os dois (simmm, saiu bem barato!).

Chegamos em Palmas no final do dia, ficamos hospedados no Hotel Fit (R$ 129,00 a diária) e, no dia seguinte, saímos para uma expedição de 5 dias.

Fechamos a expedição com uma agência local, pagando R$ 1.880,00 por pessoa (pegamos uma opção de saída promocional). No valor estava incluso: transfer do aeroporto de Palmas até o hotel (na ida de na volta/vice-versa); transporte até o Jalapão e durante a expedição; 4 diárias em pousadas (sendo a primeira noite na cidade de Ponte Alta e as demais em Mateiros); alimentação (café da manhã, almoço e jantar) e entrada para a maioria dos atrativos.

As expedições saem de Palmas e retornam para Palmas e é muito mais comum e recomendado fazer essa viagem com uma agência do que por conta própria, pois as estradas são ruins (sem asfalto e sem sinalização), é recomendado que o tour seja feito de 4×4 (grande risco de atolar, furar pneu, etc.), não há sinal de celular no Parque Estadual do Jalapão (exceto nas pousadas onde dormimos).

1º dia: saímos de Palmas pela manhã com destino a Ponte Alta (200 km de Palmas), onde chegamos para o almoço. Após almoço saímos com destino ao Cânion Sussuapara e, posteriormente, fomos ver o por do sol na Pedra Furada. Entre uma atração e outra, passamos em uma lojinha de artesanatos feitos com Capim Dourado (tudo mundo bonito e com preços atrativos). No final do dia retornamos à pousada em Ponte Alta para o jantar.

Cânion Sussuapara: está a 15km de Ponte Alta e é uma fenda estreita de cerca de 25 metros de profundidade. As paredes do local são úmidas (com água pingando sempre) e as rochas impedem que o sol chegue ao solo, fazendo com que o cânion seja bem fresco (você até esquece dos 35ºC que faz lá em cima). A vegetação é muito verde e a sensação é que você está em um lugar diferente do cerrado lá da entrada. Ali passa um pequeno rio (atualmente assoreado) que desemboca em uma pequena queda d´água onde é possível se refrescar (apenas um por vez).

O carro é estacionado no início da trilha (poucos metros de trilha). Essa trilha é tranquila (no dia estávamos de tênis, mas tem muita gente que faz de chinelo mesmo – cuidado para não escorregar na descida).

Cânion Sussuapara - Jalapão
Cânion Sussuapara – Jalapão

 

Queda d´água de 5 metros - Cânion Sussuapara - Jalapão
Queda d´água de 5 metros – Cânion Sussuapara – Jalapão

Na parte onde tem a queda d´água, há pouca iluminação, então não conseguimos muitas fotos boas… Essa até que salvou.

Pedra Furada: o atrativo conhecido como “Pedra Furada” é um conjunto de blocos de arenito que foram esculpidos pela ação de eventos naturais como chuva e ventos. A pedra furada é que está do lado de cima (você faz uma pequena trilha de poucos metros para chegar até lá), mas logo na parte de baixo (à direita) você já encontra uma outra “pedra furada”, que se assemelha a um portal.

Quando estiver por lá, cuidado para não fazer barulho, pois no local tem muitas abelhas e inclusive já houve acidentes com “turistas barulhentos” que passaram por ali sem respeitar a natureza!

A Pedra Furada não fica muito longe do Cânion Sussuapara e é um ótimo lugar para ver o por do sol. Acho que as imagens falam por si…

Portal da Pedra Furada - Jalapão
Portal da Pedra Furada – Jalapão

 

Pedra Furada (lembra o formato de um mapa) - Jalapão
Pedra Furada (lembra o formato de um mapa) – Jalapão

 

Nosso primeiro por do sol no Jalapão - Pedra Furada
Nosso primeiro por do sol no Jalapão – Pedra Furada

Ah, uma observação: dizem que o por do sol no Jalapão lembra a savana africana! Ainda não conheci a savana para comparar (mas em breve poderei dar meu parecer aqui!).

O primeiro dia foi o menos impactante em termos de atrações no Jalapão, pois o melhor ainda estava por vir…

2º dia: saímos pela manhã com destino à Cachoeira da Velha (chegamos já próximo a hora do almoço), depois descemos até a Prainha do Rio Novo para banho e piquenique (local onde foi gravado cenas do filme Deus é Brasileiro). Outra curiosidade é que essa fazenda onde estão a cachoeira e a prainha, já foram propriedade de Pablo Escobar (inclusive dizem que havia laboratórios de fabrico de drogas por lá). Hoje o local está sob responsabilidade do estado do Tocantins.

Cachoeira da Velha: está entre os atrativos mais procurados da região. É uma grande queda d’água em forma de ferradura de aproximadamente 100 metros de largura e 15 metros de altura. Não é possível nadar ali (questões de segurança, pois a água é violenta mesmo), mas aviso aos aventureiros: é possível fazer rafting em suas águas!

Cachoeira da Velha vista de cima - Jalapão
Cachoeira da Velha vista de cima – Jalapão

 

Cachoeira da Velha - Jalapão
Cachoeira da Velha bem de pertinho – Jalapão

 

Mais um dos mirantes da Cachoeira da Velha - Jalapão
Mais um dos mirantes da Cachoeira da Velha – Jalapão

Prainha do Rio Novo: fica praticamente do lado da Cachoeira da Velha e é um ótimo lugar para relaxar. É uma prainha de rio, com areia e água meio geladinha, mas logo acostuma e fica uma delícia. Antes era permitido acampar ali, mas ouvi dizer que as regras mudaram e que o acampamento na região pode ser um perigo, visto que é rota de passagem de onças (a informação foi transmitida por uns colegas motoqueiros que estavam fazendo o Jalapão por conta própria e acampando onde dava… Por via das dúvidas, retirei “acampar na Prainha do Rio Novo” da minha lista de “1.000 coisas pra fazer antes de morrer” rsrs…).

Prainha do Rio Novo - Jalapão
Prainha do Rio Novo – Jalapão

Nesse dia lanchamos por ali mesmo (não tem opções de almoço na região, então, até onde sei, todas as agências fazem um lanche nesse dia para não perder tempo).

Dunas: após o lanche (basicamente pão, frutas variadas e suco), saímos em direção às dunas alaranjadas do Jalapão para ver o por do sol. As dunas são o cartão postal do Parque Estadual do Jalapão, e chegam a medir 40 metros de altura. Nessas dunas serão gravadas cenas da próxima novela da Rede Globo (Araguaia) – até eu que não assisto novela, fiquei curiosa para ver as imagens desta.

Ahhh, já ia me esquecendo: antes de chegar nas dunas paramos em um lugar muito bonito chamado Lagoa dos Jacarés (de fato há muitos jacarés habitando a lagoa, mas por sorte não nos deparamos com nenhum).

Lagoa dos Jacarés - caminho para as Dunas do Jalapão
Lagoa dos Jacarés – caminho para as Dunas do Jalapão

No caminho até as Dunas sempre a vista é para a Serra do Espírito Santo:

Vista para a Serra do Espírito Santo - Jalapão
Vista para a Serra do Espírito Santo – Jalapão. As Dunas são formadas pela erosão da Serra do Espírito Santo (origem arenosa) – o vento leva a areia, formando as dunas.

Ao chegar nas Dunas, a trilha é plana e curta (duração: uns 10 minutos). É Importante lembrar que o horário limite para chegar nas Dunas é 17h30min.

Dunas do Jalapão
Dunas do Jalapão e sua cor alaranjada

 

Dunas e vista para a Serra do Espírito Santo - Jalapão
Dunas e vista para a Serra do Espírito Santo – Jalapão

Chegar até as Dunas não é tarefa fácil. Foram muitas e muitas horas dentro do carro nesse dia (mais ou menos umas 7h). Esse é o maior problema do Jalapão (na minha humilde opinião) – o tempo gasto dentro do carro para chegar de um atrativo a outro, torna a viagem cansativa.

No fim do dia, depois de mais um por do sol digno de “top 5”, dessa vez retornamos para a cidade de Mateiros, onde jantamos e descansamos para o dia que vinha pela frente.

3º dia: pelo roteiro, teríamos a opção de subir a Serra do Espírito Santo para ver o sol nascer. Inicialmente iríamos fazer o passeio (este seria pago à parte: R$ 100,00 por pessoa se fechasse um grupo de pelo menos 4 pessoas), mas mudamos de ideia e trocamos a trilha por uma visita a um fervedouro que não estava no roteiro (Fervedouro do Ceiça).

A ideia da subida à Serra é legal, exceto pelo fato de que teríamos que acordar 3h30min da matina para ficar 1h30 dentro do carro até chegar à base da Serra do Espírito Santo e, depois do passeio, voltar mais 1h30 dentro do mesmo carro até chegar na pousada em Mateiros para o café da manhã.

Assim, por mais bonito que possa ser, considerando que esse é um tipo de passeio oferecido em vários outros lugares do país (sem necessidade de passar tantas horas no carro), optamos por trocá-lo por um fervedouro, que era no caminho para as demais atrações do dia e, ainda, uma atração que só se encontra no Parque Estadual do Jalapão! Achamos uma escolha bem feita e não nos arrependemos (eu realmente estava muito cansada das horas dentro do carro no dia anterior).

*Durante o período que estávamos lá, havia um grupo fazendo o Jalapão de bike! E um dos feitos deles foi subir a Serra do Espírito Santo com a bicicleta nas costas e pedalar lá em cima. Dias depois fiquei sabendo que o grupo de bike não aguentou seguir viagem de bike e pediu socorro. Se nem de carro eu estava aguentando, imagina de bike? rsrsrs…

Bom, então nossa primeira atividade do dia foi o fervedouro do Ceiça, lindíssimo! Super recomendo! Aliás, acho que está na hora de explicar o que é um fervedouro, certo?

Pois bem, fervedouros são nascentes chamadas de ressurgências que brotam com muita pressão em diâmetro pequeno, com temperaturas muito agradáveis para banho (a água chega quase a ser morna). É impossível afundar em um fervedouro (experiência própria). A pressão da água te joga pra cima e você fica literalmente flutuando – é um misto entre “boiar na maionese” (no caso, a areia seria a maionese) e “se sentir um astronauta”.

Há boatos que um fazendeiro encontrou um fervedouro com água quente em sua propriedade e está tentando incluí-lo na rota do turismo pelo Parque Estadual do Jalapão. Pergunte por esse fervedouro quando for!

Geralmente há tempo estipulado (20 ou 30 minutos) para ficar no fervedouro, além de limite de pessoas (que varia conforme o tamanho do fervedouro). Essas restrições são por questões de preservação. Como fomos em dias tranquilos e encontramos os fervedouros sempre vazios, acabavam deixando a gente ficar mais tempo do que o inicialmente estabelecido.

Já aviso de antemão que recomendo todos os fervedouros que fomos e cada um tem sua beleza singular. Sem dúvida os fervedouros foram minha atração preferida no Jalapão.

Fervedouro do Ceiça: foi nosso primeiro fervedouro da vida! Cheio de bananeiras ao seu redor, logo me apaixonei pelo lugar. Quando você entra nesse fervedouro parece que nada está acontecendo… então experimente entrar correndo e depois me conta o que aconteceu, ok?

Fervedouro do Ceissa - nossa primeira experiência
Fervedouro do Ceiça – nossa primeira experiência

 

Namorado que não se comporta a gente "afoga" - Fervedouro do Ceiça - Jalapão
Namorado que não se comporta a gente “afoga” – Fervedouro do Ceiça – Jalapão

Na sequência seguimos para o Fervedouro Buritis, onde almoçamos nesse dia.

Fervedouro Buritis: encanta pela tonalidade da água. Não tem tanta pressão como o Fervedouro do Ceiça, mas ao contrário do primeiro, tem vários pontos de ressurgências que te fazem flutuar. O que mais me atraiu sem dúvida foi a água cristalina.

Este fervedouro fica a 18km de Mateiros e tem um limite de 6 pessoas por vez. Mas como estávamos com sorte, também pegamos ele vazio, todo pra gente.

Fervedouro Buritis e sua água azul linda
Fervedouro Buritis e sua água azul linda

Outra observação legal para fazer aqui é que, como os fervedouros são nascentes, eles sempre desembocam em um rio. Então do lado de todos os fervedouros que fomos, também tivemos a oportunidade de experimentar as águas do rio vizinho (sempre mais frias). Isso acaba sendo uma ótima opção para tirar a areia do corpo (embora eu sinta ainda ter areia em mim até hoje…).

A última atração do dia foi uma visita à comunidade do Mumbuca (percursores do Capim Dourado). Lá conhecemos como é a comunidade quilombola e compramos alguns artesanatos feitos de capim dourado (base da economia local).

No fim do dia retornamos a Mateiros para jantar e repor as energias para o dia seguinte.

Minha ideia inicial era fazer um post geral e completo sobre o Jalapão, mas percebi que já me estendi demais e que ainda tem as informações do 4º dia (meu dia preferido), do 5º dia, além das dicas gerais para você se dar bem no Parque Estadual do Jalapão.

Portanto, prometo que volto em breve para terminar de passar todo o nosso roteiro no Jalapão e mais dicas para você arrasar na sua viagem!

Obrigada pela visita e até breve amores.

Abraços,

Anna.

Clique aqui para conferir o segundo post sobre o Jalapão!

Ps. Veja aqui todos os nossos vídeos no Jalapão, que já estão disponíveis no nosso canal youtube.com/blogmaladeviagem

 

 

 

  • Anna que post maravilhoso! Desde a época do globo repórter eu achava o Jalapao o máximo. Mas esses fervedouros são novidade! Que negocio bacana! Excepcional post! E p.s: entrei na Yoga espero conseguir fazer fotos tão mara quanto as suas!

    • Anna Claudia Rodrigues

      kkkkkkk Mayara com certeza você conseguirá! o pessoal que entra na Yoga, daí uns meses já tá arrasando! eu preciso voltar pelo menos pro pilates, porque daqui um pouco não vai ter mais fotos assim rsrs, já to sentindo que to travando um pouco!

    • blogmaladeviagem

      kkkkkkk Mayara com certeza você conseguirá! o pessoal que entra na Yoga, daí uns meses já tá arrasando! eu preciso voltar pelo menos pro pilates, porque daqui um pouco não vai ter mais fotos assim rsrs, já to sentindo que to travando um pouco!

  • Livia Melo

    O Jalapão é um dos cantinhos desse nosso Brasil que eu quero muito conhecer! Estou adorando o roteiro de vocês, aproveitaram demais! Já doida para ver os próximos dias e as outras dicas. As fotos estão incríveis!!

    • Anna Claudia Rodrigues

      Muito obrigada Lívia! A parte II da trip já está publicada. Obrigada pela visita. Bjs

    • blogmaladeviagem

      O Jalapão é um dos cantinhos desse nosso Brasil que eu quero muito conhecer! Estou adorando o roteiro de vocês, aproveitaram demais! Já doida para ver os próximos dias e as outras dicas. As fotos estão incríveis!!

  • Marilisa Domingues

    Ana sou louca por ecoturismo, acompanhei sua trip pelo instagram, fiquei ainda mais encantada pelo Jalapão, não vejo a hora de ir. Esse fervedouro é impressionante, em Brotas tem um parecido, lindo também. Adorei as dicas e fotos maravilhosas. ( menina elástica rs…) arrasaram bjss

    • Anna Claudia Rodrigues

      Acho que a viagem tem tudo a ver com você! Os fervedouros são incríveis mesmo, uma experiência sem igual! obrigada por nos acompanhar! bjoo

    • blogmaladeviagem

      Acho que a viagem tem tudo a ver com você! Os fervedouros são incríveis mesmo, uma experiência sem igual! obrigada por nos acompanhar! bjoo

  • Primeiramente, que pulo incrível é esse? hahaha!

    Tenho muita vontade de visitar o Jalapão!! Só que entrei em pânico com essa informação de passar muito tempo no carro. O quê? 7h num carro? Dentro do parque? Hahahahah! Não sei se seria capaz. Mas que os lugares são fenomenais, ah, se são! Olha, de tudo, o que mais me chama a atenção são os fervedouros. Essa água clara com as bananeiras em volta… é uma paisagem muito diferente e não vejo em outros parques, pelo menos nos de Goiás, que conhecemos melhor. Muito bom o post e esclarecedor!

    • blogmaladeviagem

      Igor, o pulo nem eu sabia que ainda conseguia fazer… foi uma surpresa pra mim tb quando vi o resultado das fotos kkkkk… Pois é, é uma viagem difícil. Exige muita disposição (não para mexer o corpitcho, mas para ficar tantas horas preso no carro). Depois que passa você acaba esquecendo da parte ruim e só ficam as memórias e fotos desses lugares lindos!

  • Jaqueline Caixeta

    Tô programando uma viagem pro Jalapão em Outubro, tô rezando pra dar certo!! É um lugar muito lindo!! Acho que o problema maior é tanto tempo no carro mesmo.. ainda mais que tô pensando em ir de carro de Brasília.. Vc acha melhor ir com carro próprio ou ir de avião mesmo e fechar todo o roteiro com empresas de lá? Vc acha que a economia de ir por conta própria compensa?

    • blogmaladeviagem

      Jaque, esse é um ponto delicado. Se você for com 4×4 e tiver experiência com estrada de chão das bravaaa, pesquisando bem e montando um roteiro certinho, da pra ir por conta sim. Vi grupos explorando o Jalapão por conta: grupos de 4×4, jipe, moto e até bike. O pessoal da moto passou um perrengue danado, pois as motos não eram próprias para aquele tipo de estrada. O pessoal que estava de carro eu via passando, mas não chegamos a conversar. O Jalapão é sinalização zero e estrada zero. Esses são os pontos desfavoráveis de ir por conta. A vantagem é a liberdade…

  • Aninha Lima

    Que maldade termos que esperar para saber mais! Estou curtindo muito a viagem de vocês! Doida pra conhecer a região!

    • blogmaladeviagem

      Aninha, que bom, fico muitoooo feliz. Beijão

  • Lorena Brito

    bom, todo tempo perdido dentro de um carro é facilmente recompensado pelas belas paisagens ein! Cada lugar lindo! Achei que fosse uma viagem bem mais cara, que bacana, quero muito ir!!!!

    • blogmaladeviagem

      É verdade Lorena. Hoje olho para as fotos e o que ficam são as boas lembranças. A parte ruim do carro eu já superei hehehehe…

  • Todaaa a viagem deve ter valido apenas só de olhar essas fotos do fervedouro!! Que demais, lindo demais esse lugar e que está na minha lista! Muito bom ter suas dicas pra facilitar ainda mais!!

    • blogmaladeviagem

      Que bom que gostou Pri! Obrigada pela visita. Bjs.

  • Alexandre Nunes

    que incrível, a minha maior vontade em conhecer o Jalapão é principalmente devido os fervedouros, essas aguas cristalinas me encantam. Post super completo de vcs, e fotos lindas também, so aumentou minha vontade em conhecer, abraços

    • blogmaladeviagem

      Sim Alexandre, os fervedouros é o que há!!! Abraço

  • Diana Figueiredo

    Aninha, esse post chegou em excelente hora! Não sou muito fã de ecoturismo, mas estou doida para ir ao Jalapão. Pena que é tudo tão cansativo como vc descreveu, mas vale a pena explorar mais o Brasil… e, de quebra, as fotos estão maravilhosas!! E os vídeos sempre legais.. adorei!!

    • blogmaladeviagem

      Muito obrigada Di! Uma viagem de ecoturismo às vezes faz bem! Ver natureza e relaxar a mente. Beijos

  • Julia Salce

    Tenho ouvido falar muito do Jalapão e visto fotos lindíssimas desse lugar encantador. Esse valor de R$ 1880,00 que pagaram por pessoa estão incluidos todos esses passeios? Achei salgadinho, mas se for tudinho vale a pena ne? O lugar parece sensacional! Abs

    • blogmaladeviagem

      Isso Julia, pagamos esse valor para todo o pacote. Pegamos uma data promocional. Geralmente os pacotes passam de R$ 2.000,00. Mas fora isso, gastamos muito pouco! bjs

  • Maria Carolina Diego

    Anna, este post ficou sensacional… Eu e meu marido gostamos de ecoturismo de vez em quando. Esse lugar entrou para nossa lista e estamos ansiosos pelo restante. Bjs

    • Anna Claudia Rodrigues

      Que bom que gostou Maria! fico muito feliz. Obrigada pela visita! a segunda parte já está disponível! bjs

  • blogmaladeviagem

    Muito obrigada Dani!!! fico muito feliz que tenha gostado. Bjs