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Vale Sagrado e Machu Picchu: dicas e roteiro de viagem – Parte2

O Vale Sagrado dos Incas está localizado nos Andes Peruanos e engloba cidades e sítios arqueológicos, incluindo Machu Picchu, às margens do seu principal rio, o Rio Urubamba. Foi a região escolhida pelos Incas para desenvolver sua civilização, haja vista as condições geográficas e climáticas favoráveis. Depois de conhecer Cusco e os sítios arqueológicos da região, através do city-tour (para conferir todas as dicas clique aqui), é hora de visitar os lugares próximos a Cusco, mas que exigem mais tempo em razão da necessidade de deslocamento.

O Vale Sagrado compreende o território entre os povoados de Pisac e Olantaytambo, e é composto pelos seguintes lugares: sítio arqueológico de Sacsayhuaman (esse fica localizado a apenas 2km de Cusco, e falei sobre ele no primeiro post sobre o Peru), Tambomachay (também já explicado no post anterior), Kenko, Pisac, Moray, Maras, Ollantaytambo, Chinchero e Urubamba.

Assim, como o city-tour em Cusco, a melhor forma de conhecer os demais lugares do Vale Sagrado, é contratando os passeios com uma agência e indo de excursão (ou contratando tour privado). A razão de excursão ser a melhor opção se deve ao fato de que os lugares são distantes uns dos outros e, ainda, há alguns pontos de difícil acesso (como no caso das Salineras de Maras), então com um ela, além da tranquilidade de chegar ao destino final sem o risco de se perder no caminho, você ainda terá os guias explicando a história do local.

Então, se você não é do tipo que gosta de turistar com excursão, aconselho que abra uma exceção para conhecer o Vale Sagrado dessa forma, pois as agências locais são especializadas nesses roteiros, oferecem bons serviços e a presença de um guia é de fundamental importância para se entender um pouco mais sobre a história de cada lugar. Se o Peru fosse um lugar apenas com paisagens naturais exuberantes, ok, eu até falaria para você arriscar ir sozinho, mas não é apenas isso entende? Cada pedacinho dos sítios arqueológicos esconde uma curiosidade, uma história, um detalhe, que sem a explicação adequada, tudo passaria batido aos nossos olhos.

Caso o bolso permitir, você ainda tem a opção de contratar tour privado, com mais conforto e com um guia exclusivo.

A parte do guia eu considero essencial, pois embora a magnitude das ruínas e sítios arqueológicos já impressionem por si só, é muito interessante saber para que e como eram utilizados cada lugar, como os povos Incas se organizavam, como viviam, etc. Nossos guias explicavam sempre em inglês e em espanhol. Depois era liberado um tempo de mais ou menos 20, 30 minutos para que pudéssemos caminhar e tirar algumas fotos.

Conhecendo o Vale Sagrado

Roteiro – Vale Sagrado:

Depois de conhecer Cusco e fazer o city-tour no primeiro dia, ficamos hospedados em Cusco por mais dois dias, pois ela é a cidade base para conhecer os outros lugares do Vale Sagrado. Isso não significa que você deverá necessariamente se hospedar lá, pois a depender do seu roteiro, poderá incluir algumas noites em Urubamba e Ollantaytambo, por exemplo (inclusives há hotéis magníficos na região, como é o caso do Tambo del Inka).

Em 2 de passeios, visitamos os seguintes lugares do Vale Sagrado:

– Pisac: é um sítio arqueológico fantástico, com muitos templos e terraços agrícolas. As ruinas estão a 33km de Cusco e ficam a quase 3.000metros de altitude. Há rumores de que o local teria sido construído para funcionar como posto militar, mas depois foi utilizado como um centro cerimonial, residencial e observatório astronômico (Templo del Sol). No sítio arqueológico também foi construído um lugar reservado para as sepulturas, mas as múmias e os metais preciosos ali encontrados foram saqueados há muito tempo.

Chinchero: no caminho a excursão para em um local onde são produzidas as lãs peruanas típicas e lá eles mostram como é feita a produção com lã de ovelha ou de alpaca. A próxima parada foi a igreja de Chinchero.

– Moray: sítio arqueológico constituído na forma de ruínas circulares. Os terraços circulares eram utilizados para se fazer experimentos com agricultura, pois cada terraço era o microclima perfeito para se cultivar algum tubérculo ou cereal diferente (embora os arqueólogos ainda não sejam unânimes acerca da finalidade). No passado era possível caminhar por toda a região e chegar até o seu centro, mas hoje há restrições em relação às áreas transitáveis.

– Salineras de Maras: embora pertença à região do Vale Sagrado, ela não está ligada à cultura inca, mas sim ao povo local. Cada poço de sal pertence a uma família, que exploram de forma artesanal um sal de excelente qualidade que surge nas montanhas (distante muitos quilômetros do mar). A água salgada que desce das montanhas é morna e isso você pode conferir colocando a mão pelos caminhos que ela faz. No caminho até as salinas você vai passar por muitas lojinhas de artesanato, vale parar para comprar um pacotinho de sal (sal rosa muito bom e com preço melhor ainda) e as bananinhas torradas que vendem em saquinhos transparentes e que me lembro que vieram em boa hora (a fome já apertava…).

– Ollantaytambo: depois de Machu Picchu foi o meu lugar preferido! A cidade de Ollantaytambo foi construída durante o Império Inca por Pachacuti, onde era sua casa oficial, além de um centro de cerimônias religiosas. A construção é grandiosa e vale à pena cada degrau que você sobe (e coloca degraus nisso rsrs…), porque a vista que se tem lá de cima também é espetacular. Essa cidade é muito importante na história peruana, pois lá ocorreu a maior vitória dos Incas contra os Espanhóis (mas estes conseguiram reconquistar a cidade no ano de 1537).

De Ollantaytambo partimos para a estação de trem que nos levou até Águas Calientes. Estávamos com nossas bagagens nesse dia (cada um com uma mochila de mais ou menos 15kg). Nesse dia não estávamos com a excursão (deixamos a excursão em Urubamba e pegamos um taxi até Ollantaytambo). Para conseguir visitar as ruínas sem a mochila pesada nas costas, entramos em um dos hostels da cidade e combinamos com o dono para deixar nossas bagagens lá por algumas horas.

Assim, o sítio arqueológico de Ollantaytambo foi o último tour do “quite Vale Sagrado”. Depois de conhecê-lo, pegamos o trem para a cidade de Águas Calientes rumo ao principal destino da viagem: Machu Picchu.

Chegando ao principal destino da viagem – Machu Picchu:

Machu Picchu está a 2.400 metros de altitude (Cusco está a 3.400m), é o destino mais procurado no Peru, e não é à toa que é uma das 7 maravilhas do mundo moderno. Das 3 que conheci até agora (Machu Picchu, Cristo Redentor e Chichen Itza), Machu Pichhu continua sendo o meu preferido!

O curioso é que a Cidade Perdida dos Incas, como é chamada, foi descoberta a pouco mais de 100 anos, em 1911, e ainda há divergências sobre quem teria sido seu verdadeiro “descobridor”. O fato é que o lugar é simplesmente mágico! É impossível chegar lá e não se impressionar com os conhecimentos científicos, físicos, astrológicos, etc. que os povos Incas já detinham, e tudo sem a ajuda do “Google”!  

A cidade é completa: lá foram construídas casas, praças, centros cerimoniais e religiosos, cemitérios, aquedutos, tudo de pedra. Eu posso ficar horas descrevendo a magia do lugar, mas você vai precisar ir para sentir, porque é exatamente isso que eu quero dizer: você não “vê” Machu Picchu, você “sente” Machu Picchu.

Bom, feitas essas considerações, voltamos às dicas de viagem e roteiro:

Quando chegamos na estação de trem em Ollantaytambo, tivemos um problema na viagem: naquela semana, os funcionários do trem (Peru Rail) que faz o trajeto até Machu Picchu entraram em greve. Por conta disso tivemos que refazer todo nosso roteiro e trocar a ordem dos hotéis que já estavam reservados (mas no final deu tudo certo…). Acontece que no dia que pegamos o trem para Águas Calientes, em razão da greve da semana, houve uma série de atrasos e o nosso trem que estava programado para o final da tarde, saiu de Ollantaytambo com umas 6h de atraso. O resultado foi que chagamos em Águas Calientes já de madrugada e mortos de cansaço…

Superado o problema com o atraso do trem e a falta de taxi na hora da chegada em Águas Calientes (lá tudo é muito pertinho e taxi não é 100% obrigatório, exceto se você estiver com bagagem pesada, porque a cidade é uma ladeira), era hora de descansar poucas horas para no dia seguinte conhecer uma das sete maravilhas do mundo!

Águas Calientes é uma cidade bem pequenininha e há quem a adore e quem a odeie. Eu estou no grupo dos que a adoram! A cidade é um charme, uma gracinha mesmo. Passa um lindo rio bem no meio, embora isso gere uma consequência ruim: a cidade é muito úmida (cuidado com qual hotel irá reservar, pois pra quem tem alergia a ácaros, um hotel ruim será um problema – para ver opções de hotéis em Águas Calientes, clique aqui).

Além disso, em regra os hotéis na cidade não são baratos, e por isso há muita gente que opta por pegar o primeiro trem a Águas Calientes pela manhã, passar o dia em Machu Picchu e retornar no final do dia, sem pernoitar na cidade.

Nós optamos por passar 2 noites lá. No dia da chegada fomos direto ao hotel dormir (em razão do atraso do trem) e não aproveitamos nada da cidade, embora a ideia inicial fosse sair para jantar num restaurante legal. No dia seguinte acordamos cedinho para chegar cedo em Machu Picchu, retornamos à cidade no fim do dia,  visitamos a feirinha artesanatos e escolhemos um restaurante aconchegante para jantar (embora a cidade seja pequena, há muitas opções de bons restaurantes por lá). No último dia, pegamos um dos primeiros trens de volta, e dessa vez fizemos o trajeto Águas Calientes/Poroy.

O ingresso para visitar Machu Picchu tem que ser comprado com antecedência (assim como o trem para Águas Calientes). Com exceção do ingresso para Machu Pichhu, que compramos pela internet, todos os demais passeios fechamos com a mesma agência em Cusco, que organizou todos os nossos passeios, inclusive alternando nosso roteiro por conta da greve no trem. Não lembro o nome da agência para indicar (naquela época ainda não imaginava que um dia eu teria um blog de viagem e que seria uma boa ideia gravar o nome da agência), mas como já disse, existem inúmeras agências especializadas nesses roteiros em Cusco (só não deixe de pechinchar para garantir seu desconto).

Dicas gerais sobre Machu Picchu:

-O ingresso para Machu Picchu tem que ser comprado com antecedência (há limite de 2.500 visitantes/dia), pois não é possível comprar lá na entrada. Dá para comprar pela internet ou na mesma agência de turismo que você fechar os passeios ao Vale Sagrado (boa opção, pois assim você já pode incluir o guia, que é essencial para entender o que é cada coisa dentro do santuário).

-Machu Picchu fica no alto de uma montanha, então de Águas Calientes (cidade no pé da montanha de Machu Picchu) até lá, você pode ir de ônibus (ônibus próprio para esse percurso, cuja passagem você compra na hora – algo em torno de 20 dólares se for ida + volta) ou à pé (1h30min é a duração do trajeto à pé = cansativo e desnecessário, pois não há nada de muito interessante para ser visto no caminho, além de uma estrada sinuosa. Melhor guardar suas energias para andar bastante dentro de Machu Picchu).

Os ônibus são frequentes (no máximo você terá que esperar uns 10min até chegar o próximo). Fique atento ao último ônibus de volta, caso contrário você terá que voltar à pé. O trajeto de ônibus dura algo em torno de uns 20 minutos.

-Se estiver com disposição para acordar cedo, vale à pena pegar o ônibus logo no primeiro horário (5:30) e ver o nascer do sol lá dentro de Machu Picchu. Chegamos cedo, mas não tivemos essa oportunidade, pois o dia amanheceu nublado e com uma chuvinha chata…

-Visitamos a Cidade Sagrada dos Incas em maio, estava um pouco frio (depois com o sol até que esquentou, pois a região é de selva tropical) e o tempo estava fechado pela manhã, foi então tivemos uma ideia legal: aproveitamos e ficamos lá até o horário de fechar, pois já não havia muitos turistas e aproveitamos para tirar fotos lindas (e sem ninguém no fundo).

– A melhor época para visitar Machu Picchu é durante a estação de seca: de maio até setembro. Quanto mais seco o tempo, menor a chance de neblina forte (no dia em que fui, pela manhã tinha bastante neblina, mas eu adorei, porque as fotos ficaram lindas! embora neblina demais possa cobrir tudo…)

-O tour guiado é importante, pois só assim você entenderá cada pedacinho do local, e olha que tem muita coisa interessante! Além disso, o guia faz as explicações não mais do que em 2h e depois você fica livre para caminhar por onde quiser. Não deixe de visitar a Porta do Sol e a Ponte Inca (o guia não passa por esses lugares).

Porta do Sol: é pela Porta do Sol que chegam os visitante que fazem a Trilha Inca. Fica localizada no lado leste, e lá era a entrada principal do santuário.

Ponte Inca: a trilha é tranquila e a finalidade da ponte, quando construída, era militar, tratando-se de uma das rotas de fuga da cidade, pois depois que a tropa atravessasse, o próximo passo seria derrubar os troncos de madeira no abismo e os invasores não poderia passar (imaginou uma cena de filme né?).

-Aquela montanha espetaculosa que sempre aparece nas fotos clássicas de Machu Pichhu é a Wayna Picchu. Também há outra montanha chamada Machu Picchu (do lado oposto da primeira). As duas podem ser escaladas (mas exigem preparo físico). O importante é que, caso você decida subir uma ou outra, deverá comprar seu ingresso com muita antecedência – com o máximo de antecedência possível (tipo uns dois meses antes, sério!) – se não vai ficar sem, como eu… Para comprar seu ingresso clique aqui!

-Leve seus lanchinhos para comer durante o dia em Machu Picchu, pois não encontrará nada muito bom pra comer por lá (há apenas uma lanchonete do lado de fora, na verdade, e tudo com preços astronômicos, claro). Também não há banheiros no interior do santuário.

-Além de chegar em Águas Calientes por Ollantaytambo, também é possível pegar o trem nas estações de Urubamba ou Poroy, que fica mais perto de Cusco (mais ou menos uns 15min). Porém, se você quiser conhecer Ollantaytambo, a melhor opção é pegar o trem lá.

Na ida pegamos o trem em Ollantaytambo (pois queríamos conhecer o sítio arqueológico); na volta pegamos o trem até a estação de Poroy e depois um taxi até Cusco.

-Opções de trem/Peru Rail: existem várias opções de trem, e a viagem por si só já é uma atração (na ida eu não vi nada, pois já era madrugada, mas na viagem de volta pude apreciar as belezas do percurso). Os horários, valores e opções de trem podem ser escolhidos no site da Peru Rail. Na viagem de ida, optamos pelo trem mais em conta, o Expedition, e na volta pelo Vistadome (categoria intermediária, com serviço de bordo melhor, vagões mais espaçosos e janelas panorâmicas para se apreciar as paisagens do lado de fora). O trem de luxo chama Hiram Bingham e deve ser uma experiência super agradável.

Há restrição quanto à quantidade e peso da bagagem para ingressar no trem da Peru Rail. Rodrigo e eu estávamos cada um com uma mochila grande, de mais ou menos 15kg. Não tivemos problema e não pesaram nossa bagagem, mas fique esperto quanto a esse detalhe. Geralmente as pessoas viajam a Águas Calientes com a bagagem do dia e deixam as malas no hotel em Cusco (ou onde é que estejam hospedadas).

-Não há estradas que ligam Cusco a Águas Calientes, então além do trem, a outra opção para se chegar a Machu Picchu é através da famosa Trilha Inca. Na época que viajei ao Peru, não era muito aventureira não, então nem cogitei essa possibilidade, mas se fosse hoje, com certeza eu analisaria a opção com carinho. A Trilha Inca tradicional tem duração de 4 dias e percorre o “Caminho Real”.

 

 

Tudo isso ainda não te convenceu a conhecer o Peru? Então vai aqui mais um motivo para começar a programar sua viagem agora mesmo: além das paisagens maravilhosas, do mergulho na história dos povos Incas e seus ancestrais, a cultura com a qual você terá contato nesse país é algo imensurável! Viajar ao Peru é se contagiar com a alegria do povo peruano que, em meio à pobreza, encontra seus próprios motivos para sorrir e ser feliz. É mergulhar num universo de cores vibrantes vistas em cada artesanato e no vestuário dos povos locais. É se encantar com a forma como as mães carregam seus bebes enquanto trabalham. É aprender que temos muito mais a agradecer do que a pedir na vida, e se deixar levar pelo embalo da música local e alegria contagiante que é tão inerente àquele território.

Agradeço sua visita. Até a próxima!

Anna.

  • Como é bom reviver viagens lendo posts como esse, adorei! Mesmo não gostando muito de contratar agencia de turismo, concordo que seria melhor realizar os passeios através dos pacotes que eles oferecem. Em Pisac, há uma feira famosa que só não vendem a mãe, pq deve ser proibido. kkk.. Que pena que fizeram o passeio de trem para Machu Pichu à noite, a paisagem é maravilhosa! Também tive problemas com o trem, mas foi pq comprei passagens para o vagão superior e me entregaram os tickets de vagões inferiores ao que eu havia pago. Nessas horas, é fundamental que você fale espanhol para resolver o problema. Gostei também da dica de deixar as malas num hostel em Ollantaytambo e curtir o dia sem peso. Bjus

    • annac

      Dani, fico muito feliz que tenha gostado do post. Pois é, geralmente a gente também faz os passeios por conta, mas existem lugares que a agência acaba tendo um papel importante… Esse ano vamos conhecer o Jalapão e novamente fechamos o passeio com uma agência local. O problema com o trem foi um caso à parte, sorte que tínhamos comprado as passagens mais baratas mesmo! Beijão. Anna.

  • Peru estava no nosso roteiro, mas tivemos que voltar pro Brasil antes! Já estamos nos programando pra voltar e com certeza esse post do blog de vcs é primordial! Recheado de informações e dicas!

    • annac

      Oi Estela! volte sim, o Peru é um país incrível para ser visitado! Fora que Machu Picchu é uma atração à parte. Um beijo.

  • Anna, Estou encantada com as fotos desse lugar mágico, está na minha listinha de desejos, obrigado pelo post com essas dicas que vai me ajudar muito na hora de programar a viagem!!!

    • annac

      Oi Chris! Fico muito feliz que tenha gostado! Um beijo

  • Livia Melo

    Macchu Picchu parece ser incrível! Adorei o post, o roteiro ficou ótimo!! Vou seguir todas as dicas!

    • annac

      Oi Livia! Sim, é incrível mesmo. Não é à toa que até agora foi a “maravilha moderna” que mais me encantou! Beijo.

  • Maria Carolina

    Olá, Anna.. Amei as dicas e sempre tive vontade de conhecer, mas agora depois das suas dicas estou me sentindo bem mais segura.. Obrigada.

    • annac

      Oi Maria! Que bom, fico muito feliz! Espero que sua viagem ao Peru seja incrível. Beijos

  • Uauu.. acho esse lugar incrível, um beleza indescritível.
    Morro de vontade de conhecer… mas morro de medo também da altitude e passar mal. * a lokaa*.
    Adorei as dicas ..bjsss

    • annac

      Oi Mariliza! Não deixe o medo de passar mal estragar seus planos não… Existem medidas alternativas para evitar/amenizar o problema. Tudo vai dar certo e com um pouquinho de sorte, nem os efeitos da altitude você irá sofrer! beijo.

  • Uau! Esse destino foi um dos mais incríveis que ja fui. Lendo o post pude reviver muita coisa. É uma daqueles locais que dizemos até breve né?! Paisagens incríveis e cultura apaixonante. Parabens pelo post, abraços.

    • annac

      Oi Alexandre! que bom que gostou do post. Pois é, estou doida pra viajar para o Peru novamente e dessa vez fazer algumas trilhas. Foi uma das viagens mais apaixonantes, sem dúvida. Abraço.

  • Como o Peru é lindo e um destino que sonho em conhecer. Tenho muita vontade de fazer a trilha dos Incas e conhecer aquela montanha colorida, conhecida como Rainbow Mountains. E depois de ler este post com fotos lindas, fiquei ainda com mais vontade de visitar o lugar 🙂

    • annac

      verdade Josi, também estou doida pra conhecer as Rainbow Mountains! Peru é destino para ir mais de uma vez. Beijo.

  • Oi, Anna!!!
    Estamos prestes a chegar no Peru e suas dicas foram suuuuuper valiosas!! Cada relato a gente fica ainda mais apaixonado.
    Muito obrigada por compartilhar essa beleza com a gente.
    Beijos!

    • annac

      Que bom Ju! Desejo uma viagem maravilhosa a vcs! beijão

  • Renata

    Nossa adorei! O post veio bem a calhar pois estou planejando em breve ir para Machu Picchu e Vale Sagrado! Anotei aqui suas dicas, esse lugar deve ser mesmo incrível!!

    • annac

      Oi Renata! fico feliz que o post tenha sido útil pra você. Um beijo!

  • A cada post que leio fico mais apaixonada por Machu Picchu. É um lugar que sonho conhecer desde criança. Salvando o roteiro nos meus favoritos. Abraço!

    • Anna

      Oi Mayara! sim, concordo com você, pois esse lugar é apaixonante mesmo, principalmente por toda a história que carrega! Muito obrigada pela visita. Bjs

  • Penso em ir para Machu Picchu logo menos e já anotei todas as suas dicas, adorei o relato e com certeza me ajudará muito!

    • annac

      Que bom Pri! O Peru é demais e Machu Picchu então, nem se fala! Desejo desde já que você tenha uma experiência inesquecível! beijos

  • Quanto coisa linda.. viajar é tudo de bom, quando o destino é cheio de cultura e história é mais interessante ainda. Somos loucos para ir a Machu Picchu, mas um amigo acabou de voltar e disse que acho muito complicado para ir com crianças. O que você acha? Acredito que a altitude seja o maior problema para eles.
    Sobre os perrengues, é melhor colecionar perrengues viajando do que em casa né? (kkk)

    • Anna

      Oi Aline, então, realmente, acho que depende da idade da criança. Se for muito pequeno é complicado por causa da altura, já que o problema com ela é algo super imprevisível. Agora se ele já estiver maior, aí tenho certeza que curtirá a viagem muito mais! bjs e obrigada pela visita.

  • Anna!! Que delicia foi ler este post, matei a saudade desses lugares incríveis e me deu uma vontade de voltar e viver tudo novamente! Realmente, super concordo com você sobre o fato de ter um guia, faz toda a diferença, diria que se não tivéssemos ido com guia nada teria feito sentido! Infelizmente, só pudemos ir no mês de janeiro, época de chuva, assim acabamos pegando chuva em vários dias em Cusco e o passeio para Sacsayhuaman foi embaixo de muuuita chuva, mas os demais conseguimos aproveitar!! Quando chegamos em Machu Picchu estava pura neblina, pensamos que não iriamos conhecer o lugar, uma garoa chata e neblina por toda parte… mas logo o sol abriu, o tempo esquentou e o dia ficou lindo!!!! Amei esse post!!

    • Anna

      Lorena, fico feliz que tenha gostado! Aconteceu a mesma coisa comigo em Machu Picchu (só não estava chovendo), mas estava bem nublado. De repente abriu o tempo e o lugar ficou lindo! As nuvens que ficaram deixaram as fotos mais bonitas ainda… ai que saudade do Peru! Bjs